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Prescrição virtual no processo penal: entre a eficiência processual e a ortodoxia dogmática (D 259) | Gabriela Lima Nunes | DIREITO |
Prescrição virtual no processo penal: entre a eficiência processual e a ortodoxia dogmática (D 259)
Resumo
Este trabalho analisou a prescrição virtual no contexto do sistema de justiça criminal brasileiro, com foco na Súmula 438 do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que veda a extinção da punibilidade com base em uma pena hipotética. A pesquisa explorou as controvérsias doutrinárias e jurisprudenciais em torno da prescrição virtual, discutindo sua viabilidade como mecanismo de eficiência judicial e avaliando-a sob a perspectiva da análise econômica do direito e do pragmatismo jurídico. O objetivo geral do presente artigo consistiu em avaliar a possibilidade de aplicação da prescrição virtual no processo penal brasileiro. No que concerne aos aspectos metodológicos esta pesquisa é de natureza básica, com objetivos exploratórios e descritivos, com abordagem qualitativa e método dedutivo. Este estudo se baseou na análise de livros, revistas, artigos científicos, súmula, leis e julgados que elucidam o tema, fundamentando-se na literatura já existente. Concluiu-se que, a aplicabilidade da prescrição virtual deve ser considerada com cautela, avaliando-se as consequências práticas de sua implementação no sistema judiciário. A aplicação desse instituto exige uma adaptação das normas processuais para garantir que a prescrição seja justa e compatível com os princípios processuais penais. Além disso, é necessário um debate mais profundo sobre os seus limites, especialmente no que se refere à proteção dos direitos dos réus e ao equilíbrio entre celeridade e justiça. Autor(s) Gabriela Lima Nunes Orientador(s) Ricelho Fernandes de Andrade Ano de Publicação 2024 Palavra Chave Prescrição virtual. Eficiência processual. Análise econômica. Pragmatismo jurídico. Curso DIREITO |
Presença de comorbidades e seus reflexos na qualidade de vida e capacidade funcional do idoso: uma revisão sistemática (F 56) | Maria Erica Araujo De Souza | FISIOTERAPIA |
Presença de comorbidades e seus reflexos na qualidade de vida e capacidade funcional do idoso: uma revisão sistemática (F 56)
Resumo
Introdução: O número de idosos no mundo está aumentando cada vez mais, principalmente
nos países subdesenvolvidos. Estima-se que no ano de 2050 o número de pessoas na terceira
idade poderá ultrapassar dois bilhões, evidenciando o envelhecimento mundial. Devido essa
mudança na população, deve-se exigir uma atenção para o bem-estar e qualidade de vida
destes idosos, já que o envelhecimento pode vir acompanhado de Comorbidades,
principalmente as doenças crônicas não transmissíveis. No Brasil devido à transição
demográfica o processo de envelhecimento está se expandindo em consequência da
diminuição da taxa de natalidade e mortalidade e aumento da longevidade. Objetivo:
Analisar presença de comorbidades e seus reflexos na qualidade de vida e capacidade
funcional do idoso. Método: Realizou-se uma revisão sistemática da literatura nas bases de
dados PubMed, Medline, Scielo, PEDro, Cochrany e Lilacs. Para combinar os descritores
utilizou-se os operadores booleanos “OR” dentro de cada bloco e o operador “AND” para
combinar os blocos. Utilizou-se esta estratégia de busca em todas as bases de dados
pesquisadas. Resultados: Após a adoção dos critérios de inclusão e exclusão, foram
analisados e incluídos na revisão 08 artigos. As comorbidades são importantes fatores e
também são considerados limitadores da capacidade funcional e qualidade de vida dos idosos
e aparecem com destaque nos estudos, as mais referidas foram às doenças cardiovasculares,
hipertensão arterial sistêmica, depressão, problemas ósseos e diabetes mellitus. Os estudos
demonstram que essas comorbidades influenciam na percepção da qualidade de vida de
idosos e capacidade funcional dos idosos, além dos fatores que envolvem as características
sociodemográficas. Conclusão: As publicações demonstraram que comorbidades adquiridas
com o envelhecimento influenciam diretamente na qualidade de vida e capacidade funcional
dos idosos, porém também foi observado que a avaliação da QV e CF não envolve apenas um
componente para influenciar de forma negativa, mais sim fatores que envolvem aspectos
sociais como a escolaridade, estado conjugal, renda e principalmente o psicossocial que
envolve o apoio familiar, onde estes podem interferir nas condições de vida dessa população. Autor(s) Maria Erica Araujo De Souza Orientador(s) Maria Lucélia Barbosa da Silva Ano de Publicação 2019 Palavra Chave Capacidade Funcional. Comorbidades. Doenças Crônicas. Idosos. Qualidade de vida. Curso FISIOTERAPIA |
Prevalência da incontinência urinária em atletas corredoras de rua (F 88) | Vivianny Thais Vieira Ferreira | FISIOTERAPIA |
Prevalência da incontinência urinária em atletas corredoras de rua (F 88)
Resumo
Introdução: A incontinência urinaria (IU) é um dos sintomas que acarreta desconforto
nas atletas corredoras. Consiste na perda da capacidade de controlar a bexiga, causando
escape involuntário de urina pela uretra, que nos atletas é provocado por esforço. Afeta
mulheres corredoras em diferentes faixas etárias. A característica clínica da incontinência
urinaria por esforço (IUE) apresenta-se em situações de tosse, espirro, risada, salto, ou
em atividades como andar ou trocar de posição. Objetivo: Analisar a prevalência de
incontinência urinaria de esforço (IUE) em atletas corredoras de rua. Metodologia:
Pesquisa do tipo transversal, observacional, descritivo com dados quantiqualitativa. Foi
realizada na praça do Largo Theberge (Praça do FORRICÓ) em Icó Ceará. Foram
incluídas pessoas do sexo feminino, com faixa etária entre 20 a 45 anos, que praticam
corrida de rua cinco dias na semana, por tempo mínimo de um ano. Foi realizado a
aplicação de dois questionários, que foram divididos em duas etapas. O primeiro foi
utilizado para identificação pessoal e do histórico ginecológico e o segundo foi o
questionário International Consultation ou Incontinence Questionnaire – Shortfrom
(ICIQ – SF) escolhido para avaliar o impacto da incontinência urinaria (IU) na qualidade
de vida e a qualificação da perda urinaria das pacientes analisadas. Resultados: As
mulheres abordadas tinham em média, idade de 34 anos, de 30 participantes que
realizaram a corrida de rua, 15 sentiram vontade de urinar e reclamaram a perda urinária,
as mesmas oscilavam entre as que já pariram e as nulíparas e todas praticavam corrida de
rua 5 dias por semana. 100% delas relataram perder urina em gotas, ou seja, 65% das
atletas corredoras de rua alegaram perder urina durante a corrida, 25% indagaram não
controlar os jatos de urina e 10% não quis revelar dizendo que controlam a vontade de
urinar. Conclusão: De acordo com as respostas obtidas pode-se compreender que o tema
Prevalência da Incontinência Urinaria de Esforço em Atletas Corredoras de Rua,
necessita de conscientização para melhores esclarecimentos sobre o desconforto na região
pélvica. Embora houve participação das atletas corredoras de rua instigadas, pôde-se
observar sentimentos de vergonha, timidez ao relatar as informações. Vale salientar que
o tema é relevante e necessita de continuidade na pesquisa por ser de cunho social e
possível de discussões acerca do tema. Autor(s) Vivianny Thais Vieira Ferreira Orientador(s) Rejane C. F. de Mendonça Ano de Publicação 2019 Palavra Chave Incontinência Urinária. Atletas Corredoras. Rua. Curso FISIOTERAPIA |
Prevalência das dores musculoesqueléticas em estudantes da área da saúde: uma revisão sistemática (F 131) | Késina Miranda Da Silva | FISIOTERAPIA |
Prevalência das dores musculoesqueléticas em estudantes da área da saúde: uma revisão sistemática (F 131)
Resumo
O estilo de vida dos estudantes da área da saúde é agitado devido a exposição aos
fatores físicos como psicológicos. Mediante essa rotina, permanecem sentados em
cadeiras por uma grande quantidade de tempo, na maioria das vezes de forma
inadequada, podendo provocar processos álgicos, alterações posturais, como
também desencadear dor musculoesquelética. O estudo objetivou-se investigar por
meio de uma revisão de literatura a associação das dores musculoesqueléticas em
estudantes da área da saúde. Trata-se de um estudo proveniente de dados
secundários denominado de revisão sistemática da literatura, no qual via investigar
uma questão definida da pesquisa, no sentido de avaliar estudos, proporcionar
soluções, além de sintetizar os achados científicos que evidenciam as questões
relevantes disponibilizadas, realizada por meio de oito fases distintas. A amostra da
pesquisa foi constituída por oito produções cientificas, sendo possível identificar uma
associação relacionada ao estresse com as dores musculoesqueléticas em
universitários, onde compromete a qualidade de vida e o desenvolvimento acadêmico
dos alunos, uma vez que existe uma associação da dor cervical à questão postural
durante as aulas, no qual o estresse da musculatura repercutiu na qualidade de vida
dos estudantes. Desta forma, percebe-se que existe uma carência na literatura quanto
a abordagem do tema, além disso, conclui-se que as dores musculoesqueléticas são
problemas que promovem repercussões negativas na qualidade de vida de
estudantes da área da saúde. Autor(s) Késina Miranda Da Silva Orientador(s) Dyego Francisco Bezerra da Silva Ano de Publicação 2020 Palavra Chave Estudantes. Fisioterapia. Inquéritos. Questionários. Medição da dor. Curso FISIOTERAPIA |
Prevalência de discinesia escapular em pacientes com escoliose (F 7) | Kayo Romain Feitoza Pinheiro | FISIOTERAPIA |
Prevalência de discinesia escapular em pacientes com escoliose (F 7)
Resumo
A coluna vertebral serve como eixo para o corpo, possui curvaturas fisiológicas
mantendo em perfeito alinhamento proporcionando estabilidade. A escoliose é uma
deformidade na coluna vertebral com presença de desvio lateral da coluna no plano
frontal, onde observa uma curvatura tridimensional e uma rotação das vertebras no
plano axial e sagital, classificada em estrutural e não estrutural. Levando alterações da
musculatura relacionada a escapula. A escapula tem como atividade principal exercer
um bom desempenho biomecânico dos membros superiores, adequando-se como uma
base de suporte para vários músculos. Este trabalho tem como objetivo analisar a
discinesia escapular em pacientes com escoliose. Trata-se de um estudo do tipo
quantitativo, transversal. Com 15 participantes que apresentassem discinesia escapular
associado a escoliose. Foi realizado a avaliação dos indivíduos através dos testes de
adams, flexão de joelho, translação anterior da cabeça do úmero e alamento escapular,
de forma aleatória sem subdivisão de grupos. Os dados coletados foram analisados
estatisticamente por meio do Software Statistical Package For The Social Sciences
(SPSS) versão 23.0. Após analises dos dados os mesmos foram disposto em tabelas
através do Microsoft Excel versão 2010. A pesquisa trás um numero 9 participantes que
apresentaram discinesia escapular associado a escoliose, apresentando relação
estatisticamente moderada, por motivo do pequeno numero da amostra. Apesar da
limitação do numero amostral e carência de estudos relacionados, a pesquisa afirma
que de maneira moderada existe uma ligação entre discinesia escapular e escoliose,
contribuindo para uma visão global do fisioterapeuta perante a alterações associadas. Autor(s) Kayo Romain Feitoza Pinheiro Orientador(s) Evandson Uchoa Lima Ano de Publicação 2018 Palavra Chave Fisioterapia. Discinesia Escapular. Escoliose. Curso FISIOTERAPIA Baixar tcc |
Prevalência de disfunção temporomandibular em pessoas com cefaleia: um estudo bibliográfico (F 197) | Letícia Belo Campos | FISIOTERAPIA |
Prevalência de disfunção temporomandibular em pessoas com cefaleia: um estudo bibliográfico (F 197)
Resumo
A disfunção temporo mandibular se define como uma doença que afeta os músculos
mastigatórios, articulação temporomandibular e estruturas próximas como dentes e nervos. A
cefaleia é um sintoma frequentemente observado em pacientes com disfunção
temporomandibular. Como forma de tratamento para esta patologia, a fisioterapia utiliza de
algumas técnicas. Tais elas como manobras de relaxamento e reeducação postural, elas
promovem uma melhora singular dos sintomas, principalmente os dolorosos. O objetivo desse
estudo é verificar a presença da cefaleia em indivíduos com DTM, verificar quais sinais e
sintomas são mais prevalentes quando a DTM é associada a cefaleia e identificar as técnicas
que a fisioterapia pode usar em portadores de DTM e cefaleia. Para tanto foi realizado uma
revisão bibliográfica de literatura usando as seguintes bases de dados: Scielo (Scientific
Eletronic Library Online), BVS (Biblioteca Virtual da Saúde), PubMed (National Library of
Medicine) e PEDro (Physiotherapy EvidenceDatabase). A partir da análise dos estudos
utilizados nessa revisão foi possível concluir, dentro das limitações desta pesquisa, que a
cefaleia apresenta relação direta com a DTM, porém ainda há uma lacuna na literatura a respeito
do mecanismo dessa correlação. Autor(s) Letícia Belo Campos Orientador(s) Dyego Francisco Bezerra da Silva Ano de Publicação 2022 Palavra Chave Cefaleia. Transtornos da Articulação Temporomandibular. Fisioterapia. Curso FISIOTERAPIA Baixar tcc |
Prevalência de disfunções temporomandibulares em estudantes universitários antes e durante o período avaliativo em uma instituição de ensino superior na cidade de Icó –CE (F 26) | Josineide Teixeira Da Silva | FISIOTERAPIA |
Prevalência de disfunções temporomandibulares em estudantes universitários antes e durante o período avaliativo em uma instituição de ensino superior na cidade de Icó –CE (F 26)
Resumo
A Disfunção Temporomandibular (DTM), é definida como um quadro álgico orofacial,
apresentando como principal sintomatologia: dor ou desconforto na Articulação
Temporomandibular (ATM), nos ouvidos, na musculatura mastigatória uni ou bilateral, nos
olhos, na face, nas costas e região cervical. O objetivo geral desse estudo foi avaliar a
prevalência de Disfunção Temporomandibular em acadêmicos de Fisioterapia. Trata-se de
um estudo transversal, descritivo, longitudinal de abordagem quantitativa. Os dados foram
coletados por meio de um questionário validado por Fonseca e através de um exame físico
que foram aplicados em 54 acadêmicos do curso de Fisioterapia que se enquadraram nos
critérios de inclusão, um mês antes da semana de provas e durante o período avaliativo,
foram excluídos do estudo 100 alunos por não comparecerem em alguma das etapas da
pesquisa e por terem sido classificados com DTM severa e não portadores de DTM. Através
da análise dos dados verificou-se uma diferença estatisticamente significativa no Grau de
DTM antes e durante o período avaliativo, verificado após a realização do teste de Wilcoxon
com (P = 0,003) e os sinais mais prevalentes foram a presença de dor ao abrir a boca com
66,7% (n=36), Edentações no bordo lateral da língua com 27,8% (n=15) e a maior incidência
da presença da linha alba na região da bochecHa foi para o lado esquerdo tanto antes 35,2%
(n=19) quanto depois 38,9% (n=21). Foi possível concluir que houve um aumento da
prevalência desses sintomas durante a semana de provas, com isso poder conscientizar os
acadêmicos a buscarem por tratamento a fim de evitarem a evolução do seu quadro clínico e
possibilitar aos profissionais da área da saúde que adotem medidas preventivas direcionadas
a esses indivíduos. Autor(s) Josineide Teixeira Da Silva Orientador(s) Dyego Francisco Bezerra da Silva Ano de Publicação 2018 Palavra Chave Disfunção Temporomandibular. Acadêmicos. Ansiedade. Curso FISIOTERAPIA Baixar tcc |
Prevalência de fatores de riscos para doenças cardiovasculares em estudantes (F 14) | Darliane Gomes Leite | FISIOTERAPIA |
Prevalência de fatores de riscos para doenças cardiovasculares em estudantes (F 14)
Resumo
As doenças cardiovasculares (DCV) atualmente vêm acarretando altas taxas de
morbidade e sobretudo mortalidade a nível mundial. Habitualmente estamos cada vez mais
expostos a situações que nos deixam susceptíveis ao desenvolvimento de fatores de riscos
cardiovasculares. A rotina estressante dos dias atuais e a tecnologia de fácil acesso atraem os
indivíduos para uma vida sedentária, somando com os hábitos alimentares inadequados,
deixando-os vulneráveis ao surgimento de tais mazelas. Durante um certo período estes fatores
de riscos eram estimados somente na população adulta, contudo, estudos recentes comprovam
que essa condição também está propicia a aparecer em adolescentes. Objetivo: Investigar a
prevalência dos fatores de risco para doenças cardiovasculares em estudantes. Metodologia: O
estudo foi realizado em duas instituições escolares, sendo uma da rede pública e outra privada,
ambas localizadas no município de Iguatu–CE. Fez parte da pesquisa estudantes matriculados
nas duas escolas pesquisadas, onde a amostra foi composta apenas por estudantes do ensino
médio. A pesquisa ocorreu em duas etapas, sendo feita na primeira a aplicação de um
questionário que continha perguntas sobre o perfil sociodemográfico, hábitos de vida, presença
de doenças e antecedentes familiares. Na segunda etapa foi feito exame físico, onde foi aferida
PA, calculado o IMC e mensurado RCQ e CA. Resultados e discussão: A amostra total do
estudo foi composta de 30 estudantes, pois houve reduções significativas por conta da
desistência ou falta no dia da coleta, reduzindo a amostra para 18 participantes divididos entre
escola pública e particular. Conclusão: A partir desse estudo concluiu-se que adolescentes
estão propensos a desenvolverem doenças cardiovasculares, pois apresentam fatores de risco
que contribuem para tal acontecimento. E que fatores de riscos mais prevalentes seguem a
seguinte ordem: alimentação calórica, sedentarismo e antecedentes familiares de doenças. Autor(s) Darliane Gomes Leite Orientador(s) Núbia de Fátima Costa Oliveira Ano de Publicação 2018 Palavra Chave Doenças cardiovasculares. Fatores de riscos. Estudantes. Prevalência. Curso FISIOTERAPIA Baixar tcc |
Prevalência de incontinência urinária de esforço em mulheres praticantes de musculação (F 6) | Lara Emanuelle Cavalcante Teixeira | FISIOTERAPIA |
Prevalência de incontinência urinária de esforço em mulheres praticantes de musculação (F 6)
Resumo
A incontinência urinária (IU) é classificada como qualquer perda não
intencional de urina, e é um problema bastante comum na sociedade. Durante a realização de
grande parte das atividades físicas, não ocorre a contração da musculatura pélvica, com isso
não havendo fortalecimento da musculatura perineal, e assim podendo haver a perda urinária
no momento dos exercícios. Objetivo: Analisar a prevalência de IUE em mulheres praticantes
de musculação. Metodologia: Pesquisa do tipo observacional, transversal, descritivo,
exploratório com abordagem quantitativa. Foi realizado na academia Life Fitness localizada
na cidade de Iguatu-CE. Foram incluídos praticantes de musculação do sexo feminino, na
faixa etária de 18 a 40 anos, que pratiquem musculação há pelo menos 6 meses Foi realizado
a aplicação do questionário para identificar IUE por atividade de musculação. Resultados: As
mulheres estudadas tinham uma média de idade de 25 anos, de 14 participantes que
realizavam manobra de valsalva, 7 sentiam vontade de urinar, todas as participantes que
relaram perda urinária eram nulíparas e frequentavam a academia mais de 3 vezes por
semana, 100% destas, relatavam perder em gotas, 33,3 perdiam urina ao agachar, 33,3 ao
erguer peso deitada e 33,3 ao realizar abdução de MMII. Conclusão: Foi possível concluir
que existe uma pequena prevalência de IUE em mulheres que realizam a musculação,
podendo supor que as mesmas possam ter omitido informações por constrangimento, ou pelo
número amostral ter sido pequeno para apresentar maiores índices estatísticos. Autor(s) Lara Emanuelle Cavalcante Teixeira Orientador(s) Rejane Cristina Fiorelli de Mendonça Ano de Publicação 2018 Palavra Chave Incontinência Urinária. Esforço. Mulheres. Musculação. Curso FISIOTERAPIA |
Prevalência de incontinência urinária em mulheres atletas: uma revisão de literatura (F 180) | Vanessa Mikelle Almeida Carlos | FISIOTERAPIA |
Prevalência de incontinência urinária em mulheres atletas: uma revisão de literatura (F 180)
Resumo
De acordo com a International Continence Society (ICS) a incontinência urinária é definida como
qualquer perda involuntária de urina. Há alguns tipos de IU, e os mais comuns são; IU de esforço (IUE),
a IU de urgência (IUU); e a IU mista (IUM) que é a presença de ambos os tipos. Diversos estudos
evidenciam que a prática de atividade física de alta intensidade é um fator de risco para o surgimento da
IUE, dito isso, esse estudo tem como objetivo revisar na literatura a incontinência urinária em mulheres
atletas. METODOLOGIA: Trata-se de um estudo de Revisão Integrativa da Literatura (RIL) de caráter
descritivo. Foram levados alguns levantamentos bibliográficos para alcançar os objetivos propostos na
pesquisa, nas seguintes bases de dados; Scientific Eletronic Libray Online (SciELO), MEDLINE,
LILACS, com os Descritores em Ciências da Saúde (DeCS): “Incontinência Urinária de Esforço and
atletas” em português e inglês, onde foram identificados 13 artigos, destes foram selecionados 5 artigos
para essa revisão, levando em consideração os critérios de inclusão e exclusão estabelecidos para esse
estudo. CONCLUSÃO: A IUE entre esportistas ocorre por causa de uma relação direta com
exercícios de alto impacto, especialmente em esportes com saltos frequentes, e aumento crônico
da pressão abdominal. Apesar de alguns estudos trazerem que dentre as modalidades
esportivas como; basquete, vôlei, handebol, futsal, Crossfit, Esportes gravitacionais,
apresentaram maior prevalência de IUE em atletas. Autor(s) Vanessa Mikelle Almeida Carlos Orientador(s) Rauany Barrêto Feitoza Ano de Publicação 2021 Palavra Chave Atletas. Fisioterapia . Incontinência urinária . Curso FISIOTERAPIA Baixar tcc |