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“Brancos, pretos, coloridos...somos todos iguais:” Um estudo sobre a discriminação racial a população negra no Brasil (SS 386) | Maria Ângela Bispo Beserra | SERVIÇO SOCIAL |
“Brancos, pretos, coloridos...somos todos iguais:” Um estudo sobre a discriminação racial a população negra no Brasil (SS 386)
Resumo
A pesquisa objetiva analisar a discriminação racial a população negra no Brasil, destacando os
fatos históricos, sociais e econômicos dessa raça. A discriminação racial é considerada
qualquer ato que exclui e restringe outros seres humanos se baseando em cor, raça e
nacionalidade, vista como uma forma de negação a uma construção da sociedade brasileira,
pois essa população é um povo miscigenado, onde sua genética carrega variadas culturas,
raças, valores e línguas do povo africano e indígena. Tem como objetivo geral analisar a
problemática da discriminação racial do negro no Brasil, e tem como objetivos específicos
investigar a questão histórica do preconceito racial ao negro, identificar a discriminação racial
como uma expressão da questão social e elucidar as Políticas Publicas voltadas para a
população negra no Brasil. A metodologia utilizada foi do tipo exploratória descritiva com
abordagem qualitativa do tipo revisão bibliográfica. Tem como resultados as categorias:
miscigenação x negação de identidade, discriminação racial x igualdade racial, racismo x
branqueamento racial, ações afirmativas x direito. Conclui-se que a problemática em questão
da discriminação racial sempre foi em grande proporção, onde os negros sempre foram as
vitimas que sofriam o preconceito e desvalorização por serem considerados minorias e
inferiores diante dos brancos, fato ocorrido por conta de suas características físicas, pela cor
da pele e pela sua historia de vida desde a escravidão. O preconceito semprefoi um dos
maiores problemas da sociedade e que após as lutas por igualdade tiveram direitos
reconhecidos e posto em pratica, principalmente, quando surgiram as ações afirmativas. Nesse
estudo percebeu-se que apesar de tantas lutas e reivindicações, mesmo inseridos nas ações
afirmativas e direcionados a altos cargos públicos, existe uma relevante proporção de
discriminação e preconceito a essa população, que ainda está em luta para acabar com a
desigualdade no Brasil. Autor(s) Maria Ângela Bispo Beserra Orientador(s) Maria Simone Araújo Figueiredo Ano de Publicação 2017 Palavra Chave Negros. Discriminação racial. Preconceito. Curso SERVIÇO SOCIAL |
“Descascou o medo pra caber coragem”: escre(vivendo) resistências de corpos dissidentes em gênero e sexualidade no cotidiano escolar (P 348) | Davi Carmo Alencar | PSICOLOGIA |
“Descascou o medo pra caber coragem”: escre(vivendo) resistências de corpos dissidentes em gênero e sexualidade no cotidiano escolar (P 348)
Resumo
Esta pesquisa investiga a enunciação de estudantes secundaristas sobre dissidências de gênero e sexualidade no cotidiano escolar, considerando as normatividades sociais que moldam a construção identitária e a sociabilidade nos espaços educacionais. As dinâmicas de olhares desviados, falas silenciadas e presenças marginalizadas em relação às dissidências de gênero e sexualidade no ambiente escolar perpetuam uma cultura de exclusão. Com base em estudos decoloniais e no conceito de “escrevivência” de Conceição Evaristo, este trabalho buscou dar foco às enunciações de estudantes acerca dessas dissidências, (re)contando as possibilidades de ser/estar no presente cotidiano escolar. Considerando a escola como um espaço de multiplicidade, mas também adversidades, a problemática dessa pesquisa delineia-se a partir da seguinte indagação: Como estudantes secundaristas produzem escrevivências acerca de suas dissidências de gênero e sexualidade no cotidiano escolar? O objetivo geral é discutir as condições de enunciação de estudantes secundaristas acerca das dissidências de gênero e sexualidade vivenciadas no cotidiano de uma escola pública. Os objetivos específicos são: a) discutir, sob um prisma psicossocial, a produção de subjetivação constituída pelas questões de gênero e sexualidade no cotidiano escolar; b) analisar a produção discursiva das experiências de estudantes secundaristas por meio da escrevivência enquanto uma ferramenta metodológica; c) investigar os modos de resistência produzidos por estudantes secundaristas como políticas antidiscriminatórias de suas próprias existências, na redução de estereótipos de gênero e sexualidade. Com abordagem qualitativa e delineamento descritivo e exploratório, utilizou-se uma metodologia de pesquisa de campo sob o método da pesquisa-intervenção. A pesquisa envolveu encontros de grupo focal com estudantes do 9° ano de uma escola pública, combinando grupos de discussão e diários escre(viventes). Os dados foram analisados com a Análise de Conteúdo de Bardin, auxiliada pelo software Atlas Ti, sendo a escrevivência utilizada como ferramenta de análise das resistências às normas dominantes. A enunciação de corpos dissidentes de gênero e sexualidade no ambiente escolar envolveu diferentes formas de expressões dos estudantes, enquanto sujeitos ativos da construção de suas identidades por meio de narrativas que desafiaram as normas cis-heteronormativas. Essas práticas se tornaram atos de resistência e reinvenção, promovendo novos modos de subjetividade e pertencimento em um espaço marcado tanto por exclusões quanto por silenciamentos. Os relatos apontam a necessidade de práticas educacionais inclusivas, da capacitação de educadores para lidar com questões de gênero e sexualidade, e do reconhecimento das diferentes identidades dos estudantes, amplificando vozes historicamente silenciadas. Almeja-se que este estudo agregue aos campos da Psicologia e áreas correlatas, promovendo um aprofundamento nas discussões sobre subjetivação, escrevivência, gênero e sexualidade. Autor(s) Davi Carmo Alencar Orientador(s) Meury Gardênia Lima de Araújo Ano de Publicação 2024 Palavra Chave Cotidiano escolar. Escrevivência. Gênero e sexualidade. Resistência. Curso PSICOLOGIA Baixar tcc |
“Dormindo sem garantia, noites de solidão, me cubro com medo por colchão de papelão”: A negligência dos direitos das pessoas em situação de rua do município de Icó – Ceará (SS 81) | Ana Rayanne de Sousa Ferreira | SERVIÇO SOCIAL |
“Dormindo sem garantia, noites de solidão, me cubro com medo por colchão de papelão”: A negligência dos direitos das pessoas em situação de rua do município de Icó – Ceará (SS 81)
Resumo
Este trabalho monográfico tem como objetivo abordar a negligência sofrida pelas pessoas em
situação de rua, e mostrar porque os mesmos são vistos como uma expressão da questão
social que merece atenção necessária devido à complexidade dos fatores que a envolve, sendo
que os direitos deste público muitas vezes são ignorados, violados e não efetivados. Assim,
percebendo a grande necessidade de políticas públicas voltadas para esta população em
situação de rua, foi que surgiu o interesse de pesquisar essa temática na Região Vale do
Salgado do Estado do Ceará, na cidade de Icó, pois percebe-se a necessidade da existência de
políticas públicas voltadas para este público.Com isso o estudo realizado foi do tipo
exploratório, descritivo e bibliográfico, tendo abordagem quali-quantitativa, a qual se utilizou
de um questionário semiestruturado aplicado às pessoas em situação de rua. Os resultados
desta pesquisa apontam essa situação como frutos da escravidão social, da desorganização
avassaladora do mercado de trabalho, do capitalismo, da má distribuição de renda e da não
efetivação das políticas públicas para essa população.Portanto, este estudo vem contribuir
para a efetivação e garantia de direto a este público que se encontra em condições de extrema
vulnerabilidade social. Autor(s) Ana Rayanne de Sousa Ferreira Orientador(s) Luciana Maria Lôbo Barbosa Ano de Publicação 2013 Palavra Chave Pessoas em situação de rua. Políticas públicas. Negligência. Curso SERVIÇO SOCIAL |
“E eu não sou mulher?”: uma análise sobre os padrões de gênero e identidade feminina (P 256) | Vitória Ricarte Gouveia | PSICOLOGIA |
“E eu não sou mulher?”: uma análise sobre os padrões de gênero e identidade feminina (P 256)
Resumo
Introdução: Desde que nascemos somos limitados socialmente a tipos certos de vivência, nas
quais homens e mulheres são categorizados pelo modo de se vestir, agir e comportar-se. A partir
dessa categorização, é produzido a representação dos papéis sociais, limitando os sujeitos a uma
identidade previamente estabelecida. Limitações essas, atravessadas por discursos de exclusão,
aprisionamento e diferenciação dos sujeitos. Podemos pensar nos padrões normativos
problematizando as vivências de diversas mulheres, cujo seus corpos e performances fogem
dessa padronização imposta. Através dessas problemáticas o presente estudou questionou se a
representação do gênero mulher está estritamente ligado a reprodução de padrões estabelecidos.
Objetivo: Discutir como os critérios impostos sobre as identidades podem limitar a diversidade
de corpos e as relações afetivo-sexual que foge aos parâmetros sociais. Metodologia: O
presente estudo refere-se a uma revisão integrativa de literatura, de base qualitativa, no qual foi
realizado um levantamento de cunho bibliográfico e exploratório de estudos acerca da temática.
A busca dos artigos foi realizada nas bases de dados e periódicos online: Scientific Eletronic
Library Online (SciELO), Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde
(LILACS) e Medical Literature Analysis and Retrieval Sistem On-line (Medline).
Considerações finais: O estudo possibilitou um maior esclarecimento do tema, bem como para
o seu aprofundamento referente as dificuldades que a mulher enfrenta durante o seu processo
de construção, seja a inserção na sociedade, a busca por visibilidade e até mesmo a sua
aceitação, considerando a visão que a mesma possui sobre o seu corpo, comportamento e suas
relações serem opostas ao que lhe foi direcionado desde o nascimento. Autor(s) Vitória Ricarte Gouveia Orientador(s) Isabela Bezerra Ribeiro Ano de Publicação 2022 Palavra Chave Identidade de Gênero. Performance. Feminilidade. Papéis Sociais. Estigma. Curso PSICOLOGIA Baixar tcc |
“Em briga de marido e mulher não se mete a colher” – Um estudo relacional sobre a naturalização da violência doméstica contra a mulher no município de Orós-CE (SS 210) | Natália Kelly Vicente Freitas | SERVIÇO SOCIAL |
“Em briga de marido e mulher não se mete a colher” – Um estudo relacional sobre a naturalização da violência doméstica contra a mulher no município de Orós-CE (SS 210)
Resumo
Este trabalho visa compreender a problemática da Violência Contra a Mulher, especificamente
compreender porque a sociedade generaliza tal violência, no Município de Orós-Ce,
apresentando quais os tipos de violências sofridos pelas mulheres e as políticas de proteção que
os profissionais podem utilizar para a efetivação dos seus direitos. Trata-se de um estudo de
abordagem qualitativa e quantitativa, baseado numa pesquisa descritiva e exploratória que foi
realizada entre os meses de Abril e Maio do ano de 2015, com a sociedade do Município de
Orós –Ce. A amostra de pesquisa foi realizada com 50 (cinquenta) pessoas, de níveis sociais
diferentes. Para a coleta de dados da pesquisa utilizou-se um questionário contendo 09 (nove)
questões. Diante dos resultados obtidos percebemos que a Violência Contra a Mulher ainda é
uma realidade existente do cotidiano atual, mesmo sabendo que há várias formas de proteção,
garantidas por Lei, mas mesmo assim muitas mulheres ainda têm seus direitos violados. Autor(s) Natália Kelly Vicente Freitas Orientador(s) Nayana Lima Santos Ano de Publicação 2015 Palavra Chave Mulher. Violência. Direitos. Curso SERVIÇO SOCIAL |
“Entre o direito e a violação”: um estudo sobre o benefício de prestação continuada á pesssoa idosa (SS 373) | Paula Geovanna Olinda de Queiroz | SERVIÇO SOCIAL |
“Entre o direito e a violação”: um estudo sobre o benefício de prestação continuada á pesssoa idosa (SS 373)
Resumo
O presente trabalho de conclusão de curso tem como objetivo analisar os impactos do
Beneficio de Prestação Continuada na vida da pessoa idosa. Para isso, foi utilizada pesquisa
com abordagem de natureza qualitativa, que abordou sobre as temáticas: assistência social, o
beneficio de prestação continuada e idosos. Na investigação de campo, realizamos busca ativa
de idosos beneficiários do BPC ofertado pela politica de assistência social que esta inserido
no tripé da Seguridade Social. Entramos nas residências dos usuários beneficiários com 65
anos ou mais que aceitaram participar da pesquisa, residentes em Lavras da Mangabeira – CE,
nos bairros Centro e Cruzeiro os dois maiores do município. A análise de conteúdo se dá de
acordo aos relatos de cinco idosos que concordaram em participar da entrevista. Observamos
que, embora o valor de um salário mínimo ofertado pelo benefício contribua para qualidade
de vida da pessoa idosa, ainda não seja suficiente pelo fato de por vezes ser a única fonte de
renda da família. Neste estudo, podemos observar que as legislações vem mudando de acordo
com o tempo e se adaptando as necessidades da pessoa idosa com a intenção de ofertar os
mínimos sociais para o sustento de seu usuários. O Estatuto do Idoso, elaborado com a
intenção de garantir todos os direitos fundamentais e humanos do idoso ainda não consegue se
aplicar efetivamente ao pé da letra no cotidiano por vezes deixando a desejar na prática. No
que diz respeito ao Beneficio de Prestação Continuada, analisa-se que o mesmo por vezes não
consegue suprir a todas as necessidades da pessoa idosa previstas na lei segundo a
constituição de 1988, garantido maior parte das vezes apenas o poder de consumo dos
mesmos como forma de garantir os mínimos sociais e manter o capitalismo. Diante do
exposto, constatamos a importância de analisar na prática relacionando-a com a teoria, para
uma analise eficaz do beneficio de prestação continuada ofertada pela politica de assistência
social na qualidade de vida de seus usuários. Autor(s) Paula Geovanna Olinda de Queiroz Orientador(s) Maria Simone Araújo Figueiredo Ano de Publicação 2017 Palavra Chave Assistência social. BPC. Idoso. Curso SERVIÇO SOCIAL |
“Escuto tudo que calo”: o (a)parecer da psicologia hospitalar na escuta do silêncio e da comunicação na tríade hospitalar equipe-família-paciente (P 361) | Wanessa Moreira da Silva | PSICOLOGIA |
“Escuto tudo que calo”: o (a)parecer da psicologia hospitalar na escuta do silêncio e da comunicação na tríade hospitalar equipe-família-paciente (P 361)
Resumo
Este trabalho aborda o papel da psicologia hospitalar na compreensão e na resposta aos elementos de comunicação, com foco na comunicação não verbal, entre a equipe de saúde, os pacientes e suas famílias. O objetivo principal é compreender como as interações comunicativas – verbais e não verbais – influenciam o processo de cuidado e a promoção de saúde no ambiente hospitalar, indo além do campo clínico. Os objetivos específicos incluem analisar a importância das intervenções psicossociais para fortalecer a aliança terapêutica entre equipe, família e paciente; discutir as dificuldades enfrentadas pelos psicólogos nesse contexto; e avaliar o papel da comunicação não verbal como forma de expressão emocional entre os pacientes. Utilizando uma abordagem qualitativa e revisão bibliográfica, os resultados revelam a relevância da escuta sensível e dos sinais não verbais para um atendimento mais humanizado, bem como os desafios da inserção do psicólogo hospitalar nas equipes multidisciplinares. Conclui-se que a valorização dessas práticas e a integração dos psicólogos nos protocolos institucionais são essenciais para consolidar a psicologia hospitalar como uma prática fundamental na humanização do cuidado hospitalar. Autor(s) Wanessa Moreira da Silva Orientador(s) Maria Conceição Lucas Soares Ano de Publicação 2024 Palavra Chave Comunicação verbal e não verbal. Intervenções. Psicologia Hospitalar. Tríade família-paciente-equipe. Curso PSICOLOGIA Baixar tcc |
“Gravidez na adolescência: ser mãe ou ser criança?” – uma analíse ao perfil das adolescentes pós-gestação no bairro São Geraldo na cidade de Orós-Ceará (SS 286) | Jander de Araújo Batista | SERVIÇO SOCIAL |
“Gravidez na adolescência: ser mãe ou ser criança?” – uma analíse ao perfil das adolescentes pós-gestação no bairro São Geraldo na cidade de Orós-Ceará (SS 286)
Resumo
Esta monografia apresenta um breve estudo sobre Gravidez na adolescência: ser mãe ou ser
criança? Por considerar um aumento significativo na taxa de fecundidade no período da
adolescência e a qualidade de vida que seguem as adolescentes acometidas após vivenciarem a
experiência de serem mãe precocemente. Será feita uma análise sobre o perfil dessas
adolescentes pós-gestação no bairro São Geraldo na cidade de Orós-Ceará. Serão abordados
três temas principais: Sexualidade e Adolescências; Gravidez precoce: problema?; Políticas
públicas: direito dos adolescentes. Será dissertado no que condiz a perspectiva de vida por parte
das adolescentes após a gestação. Maior ênfase nas políticas públicas de direcionamento para
as adolescentes assistidas pelo Centro de Referência de Assistência Social na cidade em estudo,
assim como os programas voltados para tal concepção. A metodologia é de caráter descritivo,
investigativo com abordagem qualitativa. Será considerada as características dos sujeitos da
pesquisa como número de filhos, idade, profissão, estado civil, escolaridade, nível
socioeconômico e forma de habitação finalizando com um esclarecimento geral sobre a essência
da pesquisa Autor(s) Jander de Araújo Batista Orientador(s) Josué Barros Junior Ano de Publicação 2015 Palavra Chave Gravidez. Adolescência. Políticas públicas. Curso SERVIÇO SOCIAL |
“Infância violada”: O castigo físico e a imposição do trabalho no decorrer da história (SS 422) | Mônica Lima Brasil | SERVIÇO SOCIAL |
“Infância violada”: O castigo físico e a imposição do trabalho no decorrer da história (SS 422)
Resumo
A pesquisa objetiva analisar historicamente a violência contra a infância no Brasil.
Uma abordagem mais aprofundada deste fenômeno social complexo, perpetrado e
naturalizado na sociedade brasileira. Resultante na violação dos direitos a infância.
Cujo tema refere-se: “Infância Violada”: o castigo físico e a imposição do trabalho no
decorrer da história. Com o propósito de analisar historicamente a violência contra a
criança, identificar as formas de violência contra a infância, compreender as
principais discussões acerca da violência na histórica e elucidar as legislações de
proteção à criança. Uma pesquisa bibliográfica do tipo exploratória e explicativa, de
abordagem qualitativa. Realizada no banco de dados da Sielo e do Google
acadêmico, onde foram pré-selecionados 100 artigos, dos quais através dos critérios
de inclusão e exclusão formam tirados 30 artigos e incluídos 70 artigos que
atendiam os critérios da pesquisa. Para análise de dados foi usada as técnicas de
análise e conteúdo de GIL. Contemplaram-se os seguintes resultados: a infância
como uma construção social, as formas de violência à infância, criança X violência,
código do menor de 1927: proteção ou violação? E porque a violência contra a
infância acontece? Conclui-se que a violência contra a criança esteve presente em
todo contexto social histórico da sociedade brasileira e em todo processo de
construção social da infância. Descaso social, com legitimação da família, sociedade
e Estado. Utilizando-se do uso do castigo físico e imposição do trabalho à criança
em situação de risco e vulnerabilidade social. As crianças escravas negras e as
órfãs brancas foram às principais vítimas da violência infantil, tendo como fator
determinante sua condição socioeconômica. Sem legislação e proteção do Estado
foram submetidas às situações hostis e impetuosidades adversas. Sabe-se que hoje
a violência contra a infância é considerado crime de violação de direitos humanos. A
criança é reconhecida como sujeito de direito, ganhou importantes e consideráveis
conquistas, leis de defesa e proteção à infância. Porém, na atualidade os direitos a
infância são violados cotidianamente, devida uma herança cultural fortíssima que
naturaliza a violência contra a criança. Sugere-se que a sociedade civil deva instigar
e cobrar mais das autoridades e dos poderes públicos a responsabilidade da oferta
de melhores serviços e promoção de políticas públicas de qualidade, mais agilidades
no atendimento das apurações, reparações e soluções às vítimas e punir na forma
da lei os culpados. O poder público deve-se criar e prover ações públicas no intuito
da conscientização da população, fortalecimentos dos vínculos familiares e
erradicação do fator social que assolam a infância brasileira. O SGDCA tem a
incumbência de promover que toda a criança brasileira esteja a salvo de todas as
formas de violações de direitos. Autor(s) Mônica Lima Brasil Orientador(s) Maria Simone Araújo Figueiredo Ano de Publicação 2017 Palavra Chave Criança. Violência. Infância violada. Curso SERVIÇO SOCIAL |
“Já não quer ser o outro, hoje ela é um também”: a influência das redes sociais sobre as mulheres que desafiam a imposição do papel de gênero (P 358) | Susane Maria da Silva Fernandes | PSICOLOGIA |
“Já não quer ser o outro, hoje ela é um também”: a influência das redes sociais sobre as mulheres que desafiam a imposição do papel de gênero (P 358)
Resumo
Esse estudo tem como objetivo analisar as interações de comentários em publicações de perfis feministas no Instagram, identificando temáticas voltadas ao gênero e empoderamento feminino. Por meio disso, buscou-se compreender melhor as narrativas construídas de forma online e como isso reflete nas interações dos usuários da plataforma. A pesquisa configurou-se como qualitativa exploratória de caráter documental, a partir da coleta de dados na rede social Instagram, com a identificação de postagens engajadas em perfis feministas, sendo coletados manualmente os comentários das respectivas postagens que contivessem uma quantidade acima de 25 palavras. Após a coleta, os dados foram tratados e analisados pelo Iramuteq para auxiliar na elaboração das categorias temáticas a serem analisados pelo método de Análise de Conteúdo elaborada por Laurence Bardin. Com os resultados obtidos na pesquisa, compreendeu-se a importância do uso de redes sociais como o Instagram no debate de pautas voltadas para as mulheres, criando um espaço de liberdade de expressão, opiniões, vivências e empoderamento, aproximando pessoas com situações similares de vidas, contribuindo para o desmantelamento de estereótipos como passividade e submissão feminina. Autor(s) Susane Maria da Silva Fernandes Orientador(s) Meury Gardênia Lima de Araújo Ano de Publicação 2024 Palavra Chave Mulher. Feminismo. Instagram. Gênero. Curso PSICOLOGIA Baixar tcc |