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| Relação entre funcionalidade e qualidade de vida de mulheres com incontinência urinária: uma revisão sistemática (F 139) | Fátima Miuriel dos Santos | FISIOTERAPIA |
Relação entre funcionalidade e qualidade de vida de mulheres com incontinência urinária: uma revisão sistemática (F 139)
Resumo
Introdução: O assoalho pélvico assume uma função essencial no organismo para
controle das continências, dentre as patologias que afetam esse grupo de
musculaturas estão às incontinências urinárias que afetam em até 30% das
mulheres de todo o mundo, esta é definida com uma condição funcional multifatorial
que causa perda involuntária de urina afetando tanto aspectos na qualidade de vida
quanto no desempenho das atividades diárias, com isso torna-se importante verificar
a percepção e os impactos ocasionados nos quesitos de função e bem-estar destas
acometidas. Objetivo: Investigar a relação entre funcionalidade e qualidade de vida
de mulheres com incontinência urinária. Metodologia: É uma revisão sistemática da
literatura, onde se utilizou de descritores para seleção de artigos que abordassem
essa correção de fatores na patologia, sendo as buscas realizadas pelas bases de
dados PubMed, BVS e Scielo, sendo selecionado os artigos que atendessem aos
critérios de elegibilidade formulados, seguindo para a análise dos estudos incluídos.
Resultados: A busca inicial pelos descritores totalizou 193 artigos, após aplicação
dos critérios inclusivos, exclusivos e análise metodológica, foram considerados
elegíveis 4 artigos para esta revisão, destes a amostra total foi de 279 mulheres,
com maior predominância de incontinência urinária de esforço, onde foram aplicadas
escala para percepção de saúde envolvendo a análise da qualidade de vida e
atividades de vida diárias e funcionais para bases comparativas. Conclusão:
existem impactos e influencias diretas entre funcionalidade e qualidade de vida das
mulheres acometidas pela incontinência urinária, sendo estes pontos de alerta para
cuidados e tratamentos efetivos para esta condição, ressaltando o treinamento das
musculaturas do assoalho pélvico e acompanhamento dos índices de percepção de
saúde. Autor(s) Fátima Miuriel dos Santos Orientador(s) Maria Lucélia Barbosa da Silva Ano de Publicação 2020 Palavra Chave Incontinência Urinária. Qualidade de Vida. Atividades Cotidianas. Curso FISIOTERAPIA |
| Relação entre o nível de atividade física e capacidade funcional em idosos ativos e sedentários: revisão integrativa (EF 42) | Rebeca Angelim Paulino | EDUCAÇÃO FÍSICA |
Relação entre o nível de atividade física e capacidade funcional em idosos ativos e sedentários: revisão integrativa (EF 42)
Resumo
A população do Brasil está em processo de envelhecimento, estima-se que até 2060 a
porcentagem de pessoas com mais de 65 anos será de 25,5%, ultrapassando o atual percentual
de 9,2%. O objetivo desse estudo foi compreender a influência do nível de atividade física na
capacidade funcional de idosos ativos e sedentários, identificando fatores que impedem os
idosos a realizarem as Atividades de Vida Diária. O estudo trata-se de uma revisão integrativa
da literatura com abordagem qualitativa. A coleta de dados foi realizada na Base de Dados do
Periódicos CAPES, ao qual foram selecionados para o estudo 09 artigos. Fizeram parte dessa
pesquisa artigos publicados em português, entre os anos 2015 a 2020. Foram usados para a
busca os descritores em ciências da saúde (DeCS): “Idoso”, “Atividade física” e “Autonomia
Pessoal”. Pode-se observar nestes estudos que, existem fatores determinantes para um
envelhecimento ativo e saudável, que interferem diretamente na qualidade de vida dos idosos.
É necessário estimular e motivar esse grupo a manterem seus afazeres diários, como também a
prática de atividade física em seu tempo livre, sendo esses fatores importantes para obtenção
de bons níveis que está diretamente relacionado à uma satisfatória capacidade funcional. Autor(s) Rebeca Angelim Paulino Orientador(s) Erika Suyanne Sousa Silva Ano de Publicação 2020 Palavra Chave Idoso. Autonomia funcional. Nível de atividade física. Qualidade de vida. Curso EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Relação entre sarcopenia, força muscular respiratória e qualidade de vida de portadores de doença renal crônica dialíticos (F 23) | Kelma Lopes Bezerra | FISIOTERAPIA |
Relação entre sarcopenia, força muscular respiratória e qualidade de vida de portadores de doença renal crônica dialíticos (F 23)
Resumo
A Doença Renal Crônica (DRC) é descrita como uma perda lenta,
progressiva e irreversível das funções renais e sua incidência da DRC está sendo
significativa em todo o mundo. Atualmente, a prevalência global é de 12-14%.
Tendo em vista que há aumento da prevalência de DRC em todo o mundo, esse
estudo se fez necessário, pois não há na literatura dados sobre a prevalência de
sarcopenia nesses pacientes, e, como já é sabido, a perda de massa muscular
precede a incapacidade para realização de atividades de vida diária e,
consequentemente, piora na qualidade de vida dos indivíduos. Dessa forma
conhecendo a prevalência dessas alterações nesse grupo de pacientes é possível
melhorar as intervenções fisioterapêuticas com essa população. Objetivo: Analisar
a relação entre sarcopenia, força muscular respiratória e qualidade de vida em
portadores de doença renal crônica dialíticos. Metodologia: Trata-se de um estudo
transversal de análise quantitativa. O estudo foi realizado no Centro de Nefrologia
de Iguatu (CNI), na cidade de Iguatu-Ceará. A população desse estudo foi
composta por pacientes renais crônicos que fazem hemodiálise no CNI. A avaliação
inicial foi realizada por meio de instrumento próprio, a capacidade funcional dos
indivíduos foi avaliada por meio do Katz Index, a avaliação da sarcopenia foi
realizada considerando a mensuração da força de Hand Grip, velocidade da
marcha e massa muscular. A avaliação da força muscular respiratória foi
mensurada através da manovacuometria. A Qualidade de Vida dos participantes foi
avaliada pelo instrumento Kidney Disease and Quality-of-Life Short-Form,
considerando as dimensões sobre o funcionamento físico (domínio 2), limitações
de função causadas por problemas físicos (domínio 3). Resultados: A pesquisa foi
realizada com 44 participantes. 25 pertenciam ao sexo masculino (56,8%) e tinham
média de idade de 49,98 anos. Os participantes apresentaram mediana de 60 (24-
96) meses de DRC, mediana de 48 (20-72) meses de realização de Hemodiálise
(HD), com frequência semanal de 3 vezes/semana e com duração de 4 horas. O
tempo de HD e DRC tiveram correlação com o Katz Index (p= 0,004 e p= 0,021,
respectivamente). Houve ainda correlação estatística entre força de Hand Grip com
velocidade da marcha, massa muscular, PImáx, PEmáx e Índice de Massa Corporal
(IMC) (p= 0,000, p= 0,020, p= 0,000, p= 0,001 e p= 0,047, respectivamente). Sendo
observado redução de força muscular respiratória com mediana de PImáx -50 (-70
a -40) e PEmáx +65 (+30 a +90) e de força de Hand Grip sendo que 44% dos
homens e 42.1% das mulheres apresentaram valores abaixo do previsto.
Conclusão: Em virtude dos fatos analisados através desse estudo pode-se concluir
que os portadores de DRC, apresentaram redução na sua força muscular
respiratória e periférica tendo correlação estatística significativa com a capacidade
funcional, massa muscular e IMC comprometendo a qualidade de vida do doente
renal crônico. Sendo observado que o tempo de DRC e de HD influenciam nas
atividades de vida diária desta população. Autor(s) Kelma Lopes Bezerra Orientador(s) Ana Carolina Lustosa Saraiva Ano de Publicação 2018 Palavra Chave Doença Renal Crônica. Sarcopenia. Força Muscular. Músculos. Curso FISIOTERAPIA Baixar |
| Relação entre trabalho e a saúde mental dos agentes comunitários de saúde de um município no interior do Ceará (E 635) | Maria Eloisia Barroso Silva | ENFERMAGEM |
Relação entre trabalho e a saúde mental dos agentes comunitários de saúde de um município no interior do Ceará (E 635)
Resumo
Os(as) agentes comunitários(as) de saúde em seus processos de trabalho nos diferentes espaços e territórios, podem enfrentar uma série de dificuldades e desafios, acarretando, assim, frustrações e destemperanças e, consequentemente, o desenvolvimento de problemas de saúde mental. Diante disso, o presente estudo tem por objetivo geral, compreender a relação entre o trabalho e a saúde mental dos(as) agentes comunitários(as) de saúde de um município do interior do Ceará. Trata-se de um estudo exploratório e descritivo com abordagem qualitativa, desenvolvido com dez agentes comunitárias de saúde, atuantes nas Unidades Básicas de Saúde do município de Umari, Ceará. Os dados foram coletados no mês de abril de 2025, por meio de um questionário sociodemográfico e entrevista semiestruturada. Os dados sociodemográficos foram organizados e estruturados com o auxílio do software Excel 2019 (Microsoft®), em seguida foram transferidos para o documento do Word, apresentados em uma tabela e analisados de forma descritiva, a partir da literatura pertinente à temática. Já as informações coletadas nas entrevistas, foram analisadas por meio da técnica de análise de conteúdo proposta por Bardin, a qual segue três etapas (1-Pré-análise; 2-Exploração do material; 3-Tratamento dos resultados). O estudo cumpriu todos os aspectos éticos, fazendo valer os princípios da resolução 466/12 do Conselho Nacional de Saúde, bem como foi aprovado pelo Comitê de Ética e Pesquisa do Centro Universitário Vale do Salgado pelo parecer de nº 7.518.501. Além disso, o estudo não apresentou conflitos de interesse, a participação foi livre, de forma voluntária, sem compensação financeira e não teve agências de fomento. No que se refere aos resultados, posteriormente transcrição, organização, leitura e análise das falas retiradas das entrevistas, pode-se agrupar os conteúdos similares, surgindo assim quatro categorias temáticas, a saber: (1) Percepções das agentes comunitárias de saúde sobre a relação da saúde mental e o processo de trabalho; (2) Principais problemas de saúde mental enfrentados pelas agentes comunitárias de saúde devido ao trabalho; (3) Fatores contribuintes para o adoecimento mental dos(as) agentes comunitários(as) de saúde relacionados ao trabalho; (4) “Cuidar de quem cuida é essencial”: Práticas de cuidados para a prevenção do adoecimento mental relacionadas ao trabalho dos(as) agentes comunitários(as) de saúde. Diante dos resultados, torna-se urgente a formulação e implementação de políticas públicas que reconheçam e valorizem a atuação dessa categoria profissional, com foco principalmente em medidas de apoio à saúde mental. Assim, a oferta de suporte emocional, acompanhamento psicológico, capacitação sobre enfrentamento emocional e a melhoria nas condições de trabalho são fundamentais para garantir um ambiente de trabalho mais saudável e sustentável. Sem essas intervenções, o sofrimento psíquico tende a se intensificar, prejudicando tanto a qualidade de vida das profissionais quanto a efetividade dos serviços prestados à população. Portanto, investir em medidas que previnam o adoecimento mental dessas profissionais, não apenas melhora sua qualidade de vida, como também fortalece a Atenção Primária à Saúde, garantindo um serviço mais eficiente e humanizado para a comunidade. Autor(s) Maria Eloisia Barroso Silva Orientador(s) Rafael Bezerra Duarte Ano de Publicação 2025 Palavra Chave Agentes Comunitários de Saúde. Saúde mental. Trabalho. Atenção Primária à Saúde. Curso ENFERMAGEM Baixar |
| Relação espiritualidade e câncer através da perspectiva do paciente oncológico (E 166) | Natália Bezerra Alencar | ENFERMAGEM |
Relação espiritualidade e câncer através da perspectiva do paciente oncológico (E 166)
Resumo
O câncer é uma doença que atinge diferentes faixas etárias, que causa grande Impacto na sociedade. Segundo pesquisas realizadas nos últimos anos, estima-se mais de 20 milhões de novos casos esperados para 2025, cerca de 80% da população de países em desenvolvimento. Quando o sujeito se depara com uma doença como o CA, o paciente abala-se psicologicamente em resposta do medo, pois a própria patologia é estigmatizada como uma sentença de morte e sofrimento. O paciente oncológico usa a espiritualidade como uma ferramenta para ajudar é lidar com as tribulações mediante a todo o processo de adoecimento. O objetivo é compreender relação espiritualidade e câncer, através da perspectiva do paciente oncológico. Trata-se de um estudo de Campo, exploratório, descritivo, de abordagem qualitativa, a pesquisa será realizada nas Unidades Básica De Saúde (UBS) da zona urbana do município de Icó e que atendam pacientes com câncer. A pesquisa foi realizada utilizado uma abordagem por conveniência, com pacientes que aceitaram participar do estudo. Teve como instrumento de coleta de dados, um roteiro de entrevista semiestruturado, aplicado durante o mês de Maio de 2017. A análise dos dados foi feita por meio da transcrição do conteúdo gravado na entrevista, seguiu três fases, são elas: pré-análise, exploração do material, e tratamento dos dados e interpretação. O estudo a faixa etária de 35 a 85 anos, sendo a maioria 50 anos, 100% do sexo feminino, 70% das entrevistadas casadas, 20% solteiras e 10% divorciada, 50% dispõem de uma renda superior à um salário mínimo, 40% com um salário e apenas 10% possui renda inferior à um salário mínimo. 30% de analfabetismo entre as entrevistadas, 40% são alfabetizadas, 10% conseguiram concluir o ensino fundamental, 10% o ensino médio completo, e 10% concluiu o ensino superior. Segundo as entrevistadas, a família foi muito importante durante o processo saúde-doença. A maioria atribui sua resposta positiva ao tratamento à sua espiritualidade, o que também os ajudou no enfrentamento da doença e também a esperança de cura. Ao comparar com a literatura observou-se que há concordância no que se refere a espiritualidade e a recuperação de enfermos. Conclui-se que existe uma relação entre a espiritualidade/religiosidade tanto no que diz respeito ao enfrentamento da doença, como também com a recuperação dos pacientes oncológicos. A fé do paciente influi de maneiro positiva, o fortificando espiritualmente o que reflete no seu estado físico-fisiológico, fazendo com que o mesmo obtenha bons resultados do tratamento. Autor(s) Natália Bezerra Alencar Orientador(s) Celestina Elba Sobral de Souza Ano de Publicação 2017 Palavra Chave Espiritualidade. Oncologia. Paciente Curso ENFERMAGEM |
| Relacionamento abusivo: como fica a saúde mental da mulher? (P 292) | Isadora Freires Roseno | PSICOLOGIA |
Relacionamento abusivo: como fica a saúde mental da mulher? (P 292)
Resumo
Os relacionamentos abusivos ainda são muito comuns e presentes nos dias atuais e se
tornaram naturais para muitas pessoas, o que dificulta tanto a identificação de se está vivendo
um, quanto a denuncia. Além disso, um relacionamento abusivo pode gerar altos níveis de
sofrimento para as pessoas que passam por um, pensando nessa perspectiva, o presente artigo
tem como objetivo discutir a respeito da saúde mental da mulher que sofre um relacionamento
abusivo e pensar nas consequências que este causa para a vítima, utilizando-se de uma
pesquisa documental do tipo narrativa, baseando-se em depoimentos de mulheres encontrados
em uma página da rede social Instagram. Os relatos foram analisados e apresentados nas
seguintes categorias: Violência doméstica; violência psicológica; dependência emocional e
culpa; pós-término e suas consequências. Autor(s) Isadora Freires Roseno Orientador(s) Maria Eniana Araújo Gomes Pacheco Ano de Publicação 2023 Palavra Chave Relacionamento Abusivo. Mulher. Violência. Curso PSICOLOGIA Baixar |
| Relacionamentos amorosos entre pacientes terminais: Análise do filme “a culpa é das estrelas” (P 119) | Thaynara Priscyla Rosendo Damaceno | PSICOLOGIA |
Relacionamentos amorosos entre pacientes terminais: Análise do filme “a culpa é das estrelas” (P 119)
Resumo
Quando na adolescência recebe-se um diagnóstico de uma doença terminal, inúmeras são as
reações, é como pulasse uma fase da sua vida, é abrir mão de muita coisa devido ao seu estado
de saúde e não ter tempo de realizar muitas outras, enquanto pessoa saudável.O presente estudo
tem por objetivo analisar o relacionamento amoroso entre adolescentes em fase terminal do
filme: A culpa é das estrelas, no qual foram utilizadas algumas cenas do filme para obtenção de
dados relevantes para construção deste estudo. A morte é um dos elementos presente na vida
humana, principalmente, em etapa crítica de passagem. Então, quando o adolescente recebe a
noticia sobre a patologia começa a conhecermos cinco etapas do processo do luto que vem
gerar: negação, raiva, negociação, depressão e aceitação. Essa pesquisa é fundamentada em
uma abordagem qualitativa e de interpretação por meio de imagem e som, pois envolve o
entendimento de significados utilizando-se de uma análise de conteúdo. A realização dessa
pesquisa como forma de conclusão da graduação, percebemos que o assunto ainda não está
encerrado, porém, uma pequena amostra foi realizada de um problema tão presente na
contemporaneidade, assuntos tão complexos e ocultos pela sociedade, como no caso das
doenças terminais em adolescentes. Autor(s) Thaynara Priscyla Rosendo Damaceno Orientador(s) Sandra Mary Duarte Ano de Publicação 2019 Palavra Chave Adolescentes. Relacionamentos Amorosos. Pacientes terminais. Curso PSICOLOGIA |
| Relações amorosas: uma perspectiva psicanalítica acerca da fragilidade dos vínculos na contemporaneidade (P 410) | Yasla Albuquerque Piancó | PSICOLOGIA |
Relações amorosas: uma perspectiva psicanalítica acerca da fragilidade dos vínculos na contemporaneidade (P 410)
Resumo
O presente estudo tem como objetivo discutir a partir da teoria psicanalítica de que modo as fragilidades das relações amorosas impactam a sociedade contemporânea, investigando as mudanças que se sucedem das novas relações, compreendendo como a influência de fatores socioculturais contribuem para as fragilidades das relações amorosas e identificando os impactos gerados pela fragilidade na sociedade contemporânea. Ao decorrer dos anos com as grandes mudanças, acarretou-se também as novas formas de se relacionar e o impacto que é gerado. Ao analisar de forma crítica a temática foi possível contribuir e compreender os efeitos advindos de um contexto sócio-histórico e cultural considerando seus determinantes e os impactos por ele gerados. Ademais, este estudo se propõe a suscitar reflexão de forma crítica a fim de promover modos de repensar novas construções das relações humanas, especialmente as amorosas; as quais apesar dos receios causados, ainda são buscadas e valorizadas. A partir de aspectos metodológicos, trata-se de uma revisão de literatura integrativa de abordagem qualitativa, exploratória e analítico interpretativo a fim de obter maior compreensão acerca da temática investigada. Ao abordar questões relativas à temática sobre relações amorosas e fragilidade dos vínculos na contemporaneidade, fica evidente que estas ainda são marcadas pela dificuldade dos sujeitos em lidarem com aquilo que lhes é constitutivo, a falta e o desamparo. Com isso, observa-se que este vasto campo do amor e suas numerosas camadas exige que seja considerado aspectos emocionais, sociais, culturais para que haja compreensão de sua complexidade e tudo o que envolve e influencia. Para tanto, diante das constantes transformações faz-se necessário que mais pesquisas e estudos sejam realizados para um maior aprofundamento acerca da temática não somente para compreensão dos novos modelos de amar em um contexto cada vez mais marcado pela fluidez e volatilidade das relações. Autor(s) Yasla Albuquerque Piancó Orientador(s) Thallison de Souza Nobre Ano de Publicação 2025 Palavra Chave Relações amorosas. Contemporaneidade. Fragilidade dos vínculos. Psicanálise. Curso PSICOLOGIA Baixar |
| Relações-afetivas: amor x violência (E 188) | Valeria Kely Gomes da Silva | ENFERMAGEM |
Relações-afetivas: amor x violência (E 188)
Resumo
A violência por parceiro
íntimo ainda no namoro é considerada tão grave quanto às acometidas no
relacionamento conjugal, devido à imposição do poder e o direcionamento da
faixa etária. Essas vitimizações durante as relações afetivas trazem problemas
biopsicossocial, que influenciam diretamente durante a trajetória de vida,
podendo desencadear problemas maiores como lesões e danos mentais. Desta forma
chama atenção devido à magnitude que o problema vem se apresentando, uma vez
que essa notícia perpassa através da mídia apresentando forma devastadora.
Contudo, quando minimizado esse problema no namoro, existem possíveis melhoras
futuras na redução de casos de violência contra a mulher no âmbito doméstico. O
presente estudo tem como objetivo analisar a violência nas relações
afetivas-sexuais na percepção dos estudantes de uma Instituição de Ensino
Superior. Trata-se de um estudo exploratório, descritivo com abordagem mista. O
presente estudo foi realizado na Faculdade Vale do Salgado (FVS), em Icó - CE.
A amostra foi composta por 312 pessoas de ambos os sexos, que estivessem
matriculados e que já tiveram algum relacionamento, sendo fracionado
proporcionalmente de acordo com a quantidade de alunos matriculados por turno.
Foi aplicado um questionário anónimo para os acadêmicos sobre questões
sociodemográficas e o segundo questionário consiste no Inventário de Conflitos
nas Relações de Namoro entre Adolescentes (CADRI). A segunda parte do estudo
contou com uma entrevista semiestruturada, onde participaram seis pessoas do
turno da manhã e sete do turno noturno, sendo indagadas questões a partir dos
objetivos e das perguntas norteadoras utilizando a técnica de Grupo Focal. Os
dados quantitativos foram analisados pelo programa SPSS e os qualitativos pela
Técnica de Análise do Conteúdo de Bardin. O estudo foi desenvolvido de acordo
com a Resolução 466/12 do Conselho Nacional de Saúde (CNS). Constatou-se diante
dos resultados analisados que a violência se encontra mais presente dentro do
namoro é a violência verbal, seguido de ameaça e violência sexual. Verificou-se
uma reciprocidade entre os tipos de violência nos relacionamentos, independente
do gênero. Somente a violência sexual apresentou significância quando
relacionada ao gênero, com p = 0,001. Na análise dos resultados da etapa
qualitativa foi possível identificar o conhecimento da violência no
relacionamento, que apontam a ideia que os acadêmicos possuem sobre a
violência, as situações que podem gerar violência no relacionamento, que situam
possíveis causas para a ocorrência do fenômeno, e o enfrentamento da violência
no relacionamento, que destacam os meios utilizados como método de ajuda para
enfrentar o cenário vivido. Portanto, o estudo contribui para a visibilidade e
melhor compreensão desse fenômeno dentro do namoro, servindo para
desenvolvimento de novas pesquisas pautado na investigação da presença de
violência nas relações afetivas ainda na fase inicial dos relacionamentos, a
fim de indicar proposta de enfrentamento evitando a perpetuação desse fenômeno. Autor(s) Valeria Kely Gomes da Silva Orientador(s) Kerma Marcia de Freitas Ano de Publicação 2017 Palavra Chave Ensino Superior. Gênero e saúde. Violência por parceiro íntimo. Curso ENFERMAGEM |
| Relato de experiência: Um olhar para o transtorno do espectro autista (TEA) (EF 100) | Bianca Vieira Bezerra | EDUCAÇÃO FÍSICA |
Relato de experiência: Um olhar para o transtorno do espectro autista (TEA) (EF 100)
Resumo
Essa pesquisa possui como objetivo geral analisar, por meio de um relato de experiência, que
contribuições à atividade física realizada com crianças com Transtorno do Espectro Autista
(TEA) proporcionou no seu desenvolvimento. A metodologia utilizada neste trabalho parte de
um Relato de Experiência, cuja característica principal é a descrição da intervenção. O
paciente pertinente a este estudo de iniciais J. Y. N. D. possui 14 anos, cor parda, apresenta
CID-F84, com características de Transtorno do Espectro Autista de Nível 3, conhecido como
autismo severo, necessitando de muito suporte. As atividades desenvolvidas sempre
respeitaram a individualidade e condições físicas e intelectuais do paciente. Em sua evolução,
pôde-se notar a melhora da capacidade comunicativa, mesmo que não verbalizada, redução do
comportamento antissocial, pois o paciente já consegue realizar atividades com outro
paciente, melhora na motricidade, o contato visual, o humor e o relacionamento familiar. O
maior obstáculo encontrado foi a ausência familiar e a participação da criança com o meio
social, principalmente a escola. Assim, Educação Física como componente curricular com
base em atividades motoras e pedagógicas, torna-se um meio de promoção da aprendizagem
da criança com TEA, favorecendo o desempenho educacional e motor da criança, provocando,
assim, uma mudança positiva no seu desenvolvimento. Autor(s) Bianca Vieira Bezerra Orientador(s) Erika Suyanne Sousa Silva Ano de Publicação 2023 Palavra Chave Transtorno do Espectro Autista (TEA). Relato de Experiência (RE). Benefícios. Atividade Física. Curso EDUCAÇÃO FÍSICA Baixar |