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Percepção de gestantes sobre a gravidez na adolescência (E 303) | Alcilândia Monte Silva | ENFERMAGEM |
Percepção de gestantes sobre a gravidez na adolescência (E 303)
Resumo
A adolescência é uma fase muito complexa, que envolve mudanças em todos os aspectos da
vida de um indivíduo. A gravidez na adolescência, é considerado um grande problema de
saúde pública não apenas no Brasil. Para entender a vivância destas adolescentes nesta fase da
vida, é preciso perceber a complexidade e a multicasualidade desses fatores, tornando-as tão
vulneráveis a essa situação. O estudo objetivou verificar a percepção de gestantes sobre a
vivência da gravidez na adolescência. Trata-se de uma pesquisa do tipo exploratória,
descritiva, com abordagem qualitativa, realizado em campo, através de uma entrevista semiestruturada com adolescentes grávidas das ESF da zona urbana do município de Orós-Ce.
Foram selecionadas 18 adolescentes entre 10 e 19 anos de idade, cadastradas e freqüentando o
pré-natal nas unidades de saúde da zona urbana. Os meios utilizados para a coleta de dados foi
através de uma entrevista. A referida entrevista tratou-se de aspectos referentes à
caracterização sócio demográfica dos sujeitos e a percepção das gestantes adolescentes sobre
a gravidez. Os dados das entrevistas foram organizados por meio da Análise de Conteúdo
Temática, proposta por Bardin, segundo a qual aborda um conjunto de técnicas pré-definidas
à análise das comunicações, através da descrição do conteúdo das mensagens qualitativas, a
fim de proporcionar a compreensão obtida a partir da subjetividade destas mensagens. Após a
interpretação, os dados serão agrupados por categoria sendo assim explorados da melhor
maneira possível de acordo com as prerrogativas éticas da Resolução 466/12. Percebeu-se que
à faixa etária das entrevistadas, foi que 04 (22%) das participantes têm de 13 a 14 anos de
idade, 03 (17%) tem de 15 a 16 anos, 11 (61%) de 17 a 18, que 67% viviam solteiras, foi
possível observar que a maior parte delas tinham tido a sua primeira relação sexual aos 13
anos de idade. Levando em conta as questões norteadoras de sua gravidez, as entrevistadas
relataram ter sido por descuido, falta de informação e dificuldades de acesso ao método
contraceptivo, mas que estavam felizes ao verem a transformação do seu corpo e de saber que
vai ser mãe. Na verdade é na adolescência que se evidencia fragilidade no processo de
transformação de risco. Desta forma, cabe à família, escola e o estado, diante dessa fase da
vida, realizar um processo contínuo, sistemático de uma série de cuidados, atenções,
intervenções no sentido de garantir uma transição satisfatória para a vida adulta que atenda a
determinada expectativa social. Somando-se isso a escola como formadora de opinião, deve
fazer desde as séries iniciais do ensino fundamental incluindo no seu currículo educação
sexual. Tudo isso comporta informações essenciais para a educação sexual dos jovens. Autor(s) Alcilândia Monte Silva Orientador(s) Roberta Peixoto Vieira Ano de Publicação 2014 Palavra Chave Adolescentes; Gravidez; Planejamento Familiar Curso ENFERMAGEM |
Percepção de gestantes sobre a vivência da sexualidade no período gravídico (E 109) | Marciana Ferreira Andrade | ENFERMAGEM |
Percepção de gestantes sobre a vivência da sexualidade no período gravídico (E 109)
Resumo
A gravidez é um evento fisiológico permeado de muitas mudanças na vida da mulher.
Transformações estas de nível biopsicossocial, que comprometem não somente a vida da
gestante, mas também a vida conjugal. Dentre as alterações sucedidas, a vivência da
sexualidade necessita de atenção e discussão. Nesse contexto, o presente estudo teve como
objetivo analisar a percepção das mulheres acerca da sexualidade durante o período
gestacional. Trata-se de uma pesquisa descritiva com abordagem qualitativa realizada com 15
gestantes acompanhadas no atendimento pré-natal na ESF- Jardim Oásis, no município de
Iguatu-Ce, nos meses de abril e maio de 2016 por meio de uma entrevista semiestruturada. A
análise de dados se deu por meio da análise de conteúdo. O estudo obedeceu aos princípios
éticos e legais da Resolução 466/2012. Os resultados foram estruturados nas seguintes
categorias temáticas: Sentimentos das mulheres quanto as mudanças corporais; mudanças na
vida sexual no período gestacional; medos e dificuldades na vivência sexual no período
gestacional, e visão das gestantes acerca da compreensão do parceiro. Destacou-se que as
gestantes vivenciam várias modificações em relação a sua sexualidade neste período, dentre
os aspectos positivos estão a compreensão do companheiro frente à gestação, sentimento de
felicidade diante do diagnóstico da gravidez, um aumento de sua autoestima e alegria ao ver o
crescimento da barriga ao longo do período gestacional. Quanto às negativas, destacou-se o
sentimento de estranheza em relação às modificações corporais, abandono do companheiro,
diminuição da prática sexual pelo medo de machucar o feto e incômodos próprios da
gestação. Portanto, torna-se de fundamental importância que durante o pré-natal a sexualidade
na gestação seja mais abordada pelos profissionais de saúde para apoiar a mulher e/ou casal,
esclarecer dúvidas e mitos, proporcionando assim uma vivência prazerosa desse período. Autor(s) Marciana Ferreira Andrade Orientador(s) Roberta Peixoto Vieira Ano de Publicação 2016 Palavra Chave Gestação. Saúde da Mulher. Sexualidade. Curso ENFERMAGEM |
Percepção de idosos com DPOC sobre a qualidade de vida nas UAPS do município de Icó-CE (E 317) | Darlan Gomes da Silva | ENFERMAGEM |
Percepção de idosos com DPOC sobre a qualidade de vida nas UAPS do município de Icó-CE (E 317)
Resumo
A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica é definida por uma doença respiratória que evolui de
forma progressiva e lenta, que acomete os pulmões em reações inflamatórias, devido a
exposições constantes a gases tóxicos e partículas nocivas, chegando a ocasionar uma
diminuição na passagem do fluxo aéreo. Essa enfermidade vem causando um grande impacto
de morbimortalidade, milhões de pessoas acabam sofrendo com essa doença e morrendo
precocemente devido a suas complicações. Normalmente a doença está associada ao
envelhecimento, tornando-se complicado lidar com a doença, pois acontecem várias
mudanças no corpo físico do paciente, deixando-o incapaz de realizar suas atividades do dia a
dia, assim, promove uma redução progressiva da função dos pulmões, resultando na
diminuição da qualidade de vida dos indivíduos. O presente trabalho tem como objetivo
conhecer a percepção de idosos com DPOC sobre a qualidade de vida nas UAPS do
município de Icó-CE. Trata-se de uma pesquisa de campo de caráter exploratório,
descritivo de abordagem quantitativa, realizada nas Unidades de Atenção Primária a Saúde,
da sede do município de Icó-CE. A amostra da pesquisa foi composta por 15 idosos
portadores de DPOC, Enfisema pulmonar e Bronquite Crônica, cadastrados e acompanhados
pelas equipes. A pesquisa ampara-se na legislação vigente em pesquisa com seres humanos.
A coleta de dados foi um preenchimento de um instrumento (WHOQOL-100) onde os dados
colhidos foram importados para uma planilha do Excel 2016 organizados, e analisados sob a
forma de gráficos e tabelas. Os resultados foram agrupados em sessão sobre os dados sócio,
econômico e demográfico, presença de outras comorbidades e fatores de risco dos
participantes. Com relação à qualidade de vida dos idosos com DPOC, foi classificado em
cinco etapas, aspecto da qualidade de vida, onde a maioria 60% dos idosos possui dificuldade
para lidar com a dor, desconforto e cansaço. Aspectos das atividades diárias, nota-se que mais
da metade dos participantes classificaram a sua capacidade em desempenhar suas atividades
diárias em (media). Satisfação em relação à qualidade de vida, onde observa a grande parte
clássica (nem satisfeito nem insatisfeito. Sobre a capacidade de se locomover, 60,1% dos
participantes sentem-se insatisfeitos com sua capacidade de se locomover (n=9), outros 20%
não estão nem satisfeito e nem insatisfeito, 13,2 dizem satisfeito e 6,7% muito satisfeito.
Sobre suas crenças pessoais 40,2% dos participantes classificam (bastante) ao perguntar o
quanto tem sentido sua vida, 33,5%, referiram (mais ou menos) e 26,3% marcaram
(extremamente) e (muito pouco). Enquanto pesquisador, a pesquisa possibilitou um olhar
mais abrangente acerca da qualidade de vida desses idosos com DPOC, diante da realidade
local, despertando a curiosidade da pesquisa dentro da temática em questão. Autor(s) Darlan Gomes da Silva Orientador(s) Maria Jacielma Alves de Melo Araújo Ano de Publicação 2020 Palavra Chave Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC); Qualidade de Vida; Saúde do Idoso Curso ENFERMAGEM |
Percepção de lideranças empresariais sobre neuromarketing (A 275) | Daniel Randylly da Silva Ferreira | ADMINISTRAÇÃO |
Percepção de lideranças empresariais sobre neuromarketing (A 275)
Resumo
O presente trabalho tem por objetivo analisar a percepção de lideranças empresariais sobre
Neuromarketing como diferencial competitivo em Empresas no segmento Eletroeletrônico e
Perfumaria na zona comercial de Lavras da Mangabeira/CE. A obtenção dos dados
fundamentou-se em uma pesquisa exploratória e descritiva, com uma abordagem qualitativa
onde foi utilizada a Análise de Conteúdo abordada em Bardin. A pesquisa transcorreu no
período de Agosto a Novembro de 2016 e foi aplicada junto aos líderes das organizações no
ramo de eletroeletrônico e perfumaria, fazendo uso de um questionário semiestruturado em 10
questões norteadoras para a coleta de dados. O referencial teórico aborda conceitos básicos
sobre Marketing, Neuromarketing e estratégias de Neuromarketing. E, através da análise dos
dados, percebeu-se que grande parte dos participantes não conhece e alguns conhecem pouco
sobre o conceito de Neuromarketing. Constatou-se que as estratégias de marketing utilizadas
pelas empresas são tradicionais, e os mesmos têm muito pouco conhecimento sobre o
Neuromarketing, chegando a confundir estratégias de vendas, Marketing e Neuromarketing. Autor(s) Daniel Randylly da Silva Ferreira Orientador(s) Janaina Batista Pereira Ano de Publicação 2016 Palavra Chave Janaina Batista Pereira Curso ADMINISTRAÇÃO |
Percepção de mães acerca da imunização (E 124) | Déborah Cristina Silva Queiroz Alves | ENFERMAGEM |
Percepção de mães acerca da imunização (E 124)
Resumo
Nos últimos anos, com o desenvolvimento da microbiologia, imunologia,
farmacologia muitas doenças foram controladas e erradicadas. A imunização representou um
grande avanço na medicina, tendo em vista, o impacto positivo que a vacinação trouxe a
sociedade, sendo um importante instrumento para promoção da saúde. Como muitas mães são
leigas a respeito da vacinação, o desconhecimento das mães acerca das doenças que as
vacinas protegem, sobre a importância da prática da vacinação, além do medo e desconfiança
dos possíveis efeitos adversos, acabam tornando a cobertura vacinal insatisfatória. Por isso, o
estudo tem como objetivo conhecer a percepção de mães acerca da imunização. A presente
pesquisa foi do tipo exploratório, descritivo, com abordagem qualitativa. Sendo realizada na
Unidade Básica de Saúde Alto Manoel Mariano, localizada no município de Icó- Ce. Os
participantes da pesquisa foram mães de crianças cadastradas na UBS. Teve como critério de
inclusão: mulheres que tivessem filhos na faixa etária de 0 a 4 anos e morassem no mesmo
domicílio dos filhos. E como critério de exclusão: as crianças que não realizassem as
consultas de puericultura. Para coleta de dados foi utilizada uma entrevista semiestruturada.
Para análise de dados foi utilizada Análise de Conteúdo. O projeto foi submetido ao comitê
de ética em pesquisa da Faculdade Leão Sampaio através da Plataforma Brasil. As
participantes do estudo foram 17 mães, com idade entre 17 a 40 anos, média de 24 anos, com
filhos entre 1 mês e 4 anos, com média de 1 ano de idade. Quanto à escolaridade, contatou-se
que 09 (53%) das participantes possuem ensino fundamental completo, e apenas 01 com
ensino superior incompleto. Em relação à profissão, percebe-se que todas as mulheres se
ocupam de atividades do lar, portanto, não possuíam atividade econômica. Quanto à renda
familiar, pode-se observar que o maior número de mulheres 10 (59%) possui renda familiar
menor que 01 salário mínimo mensal e 07 (41%) possuem renda entre 01 e 02 salários
mínimos. Observa-se que todas as mães estavam cientes que a vacinação é uma ferramenta
importante para prevenção de doenças. Reconhecem que seus filhos não adoecem por conta
das vacinas e sabem que é algo essencial para a saúde de seus filhos. No entanto, existe um
conhecimento ainda limitado sobre a finalidade das vacinas, nome das vacinas, quais doenças
ela previne. Por isso, é necessário que sejam repassadas informações simples sobre essa
prática, para que possam entender melhor a importância da imunização, e com isso evitar os
atrasos vacinais. Nesse contexto, mostrou-se relevante na medida em que buscou
compreender o tema abordado por sua vez oferecer subsídios para reflexão de mudanças de
práticas sobre imunização. Autor(s) Déborah Cristina Silva Queiroz Alves Orientador(s) Roberta Peixoto Vieira Ano de Publicação 2016 Palavra Chave Atenção primária. Saúde da Criança. Vacinação. Curso ENFERMAGEM |
Percepção de mulheres acerca da violência doméstica e de gênero: Uma revisão de literatura (P 205) | Rayssa Nascimento Rolim Silva | PSICOLOGIA |
Percepção de mulheres acerca da violência doméstica e de gênero: Uma revisão de literatura (P 205)
Resumo
A violência de gênero pode ser compreendida como todo ato que resulte ou venha a resultar
algum dano físico, sexual ou psicológico à mulher. Os avanços na área da violência de gênero
são poucos, esta continua sendo um preocupante problema social no país, independente da
batalha feminista em volta desse campo. Atualmente, a violência de gênero já é reconhecida
como uma questão de saúde pública. O presente trabalho teve como objetivo analisar a
percepção das mulheres diante da violência de gênero no cenário nacional. O estudo configurase como uma pesquisa de abordagem qualitativa e de cunho exploratória descritiva,
apresentando como procedimento técnico a revisão bibliográfica. Pontuar questões marcantes
do fenômeno violência de gênero, assim, explanar também o ponto de vista das mulheres,
enquanto principais vítimas do mesmo. A psicologia, enquanto uma ciência e profissão que visa
o estudo do ser humano e seus meios sociais, deve, portanto, contribuir na produção de materiais
científicos para uma determinada população que tem seus direitos infringidos. Autor(s) Rayssa Nascimento Rolim Silva Orientador(s) Maria Aparecida Trindade Pereira Ano de Publicação 2021 Palavra Chave Violência. Gênero. Percepção. Social. Curso PSICOLOGIA Baixar tcc |
Percepção de mulheres sobre a detecção do câncer do colo do útero (E 242) | Joana Régia Chaves | ENFERMAGEM |
Percepção de mulheres sobre a detecção do câncer do colo do útero (E 242)
Resumo
O Câncer é definido como uma doença não contagiosa, que possui em comum a multiplicação
desordenada de células, transformando a fisiologia do organismo. O Câncer de Colo do Útero
(CCU) é uma patologia de evolução lenta e progressiva, considerando-se os conceitos citohistopatológicos, denomina-se como Neoplasia Intraepitelial Cervical (NIC), que decorre de
várias mutações genéticas e epigenéticas, sendo classificadas em graus (I, II, III), conforme a
gravidade e espessura do epitélio acometido. O estudo tem por objetivo conhecer a percepção
das mulheres acerca da detecção do Câncer do Colo Uterino e obedeceu aos seguintes métodos.
Estudo de caráter descritivo, com abordagem qualitativa do gênero pesquisa de campo,
desenvolvido em Orós-Ceará, Brasil, na Estratégia Saúde da Família (ESF) Rosalvo Monte e
Silva. Composta por 21 mulheres, contemplou as pacientes atendidas na ESF Rosalvo Monte e
Silva, residentes na área de abrangência dessa instituição e que realizaram exames do CCU –
Papanicolaou – durante o período de agosto a setembro de 2018. Os instrumentos para a coleta
de dados compreenderam um perfil sociodemográfico e uma entrevista semiestruturada,
posteriormente analisada através do método de categorização temática, este proposto pela
percepção da pesquisadora Maria Cecilia de Souza Minayo. O estudo seguiu os princípios éticos
presentes na resolução 466/12, obedecendo fidedignamente a Lei nº 8.080, de 19 de setembro
de 1990 e Lei nº 8.142, de 28 de dezembro de 1990, pertencentes ao Conselho Nacional de
Saúde (CNS), seguindo assim as condutas éticas e bioéticas de pesquisas com seres humanos,
sendo aprovado sob o nº 2.789.111. Os resultados e discussões deste estudo trouxeram
importantes reflexões frente ao CCU. A categorização das falas permitiu a construção de 3
capítulos, sendo eles: conhecimento das mulheres acerca do exame Papanicolaou; frequência e
cuidados na realização do exame Papanicolaou; e dificuldades e facilidades na realização do
Papanicolaou. As categorias buscaram compreender, a partir dos depoimentos de mulheres
acompanhadas pelo programa ESF, vários contextos que engendram os eixos do CCU, além de
resgatar amparos na literatura científica, na perspectiva de reafirmar a veracidade e relevância
dos dados obtidos em campo. Tendo em vista os resultados do estudo, ficou clara a necessidade
da implementação de ações educativas, enfatizando a importância e finalidade do exame de
Papanicolaou, esclarecendo os fatores de risco dessa neoplasia, possibilitando um
conhecimento adequado quanto ao CCU e medidas de prevenção. Acredita-se que os resultados
poderão contribuir para um melhor entendimento acerca da prevenção do CCU, permitindo,
não só ao enfermeiro, mas a todos os profissionais da saúde e, principalmente, às mulheres, o
desenvolvimento de ações relacionadas à prevenção de forma mais consciente e eficaz. Autor(s) Joana Régia Chaves Orientador(s) Lucenir Mendes Furtado Medeiros Ano de Publicação 2018 Palavra Chave Neoplasias do Colo do Útero. Saúde da Mulher. Teste de Papanicolaou. Curso ENFERMAGEM Baixar tcc |
Percepção de puérperas sobre violência obstétrica no processo do parto e nascimento (E 281) | Maria Aparecida Oliveira do Nascimento | ENFERMAGEM |
Percepção de puérperas sobre violência obstétrica no processo do parto e nascimento (E 281)
Resumo
A violência
obstétrica (VO) que se tornou um problema de saúde pública no Brasil, consiste
em qualquer tipo de agressão psicológica, verbal, sexual e física que pode
acontecer com as mulheres em toda a gestação, processo de parto e puerpério,
incluindo também a falta de informações, a perda da autonomia da mulher de
fazer suas próprias escolhas, medicalizações desnecessárias uma vez que o parto
é um processo natural e fisiológico, dentre outras. Esta pesquisa teve por
objetivo conhecer a percepção das puérperas sobre violência obstétrica no
processo de trabalho de parto e nascimento. Trata-se de uma pesquisa
exploratória-descritiva, com abordagem qualitativa do gênero pesquisa
de campo. A pesquisa foi realizada no município
de Cedro, no Estado do Ceará, Brasil. A população estudada foi composta por 15
puérperas com no máximo 42 dias pós-parto, habitantes na área de cobertura da
UBS Alto do Padeiro do município de Cedro CE. Os dados da presente pesquisa
foram coletados através da aplicação de uma entrevista semiestruturada, havendo
no roteiro perguntas subjetivas, englobando a temática em estudo e todos os
assuntos que se fazem importantes para a pesquisa que abrange os objetivos do
estudo. A coleta de dados foi executada no período de março, abril a maio de
2019, nos domicílios das puérperas, logo após a aprovação do CEP com número
3.207.587. A análise dos dados foi realizada a partir da interpretação das
informações obtidas na entrevista expressa por Minayo. O estudo foi
desempenhado centrado nos aspectos éticos e legais das pesquisas envolvendo
seres humanos normalizados por meio da resolução 466/12 do Conselho Nacional de Saúde. As
informações adquiridas foram apresentadas através de duas tabelas: tabela 1 com
os perfil sociodemográfico e tabela 2 com os dados obstétricos das
participantes e logo em seguida a categorização temática dos dados, onde a
categoria 01 traz o significado de violência obstétrica, categoria 02 os tipos
de violências obstétricas, categoria 03 tipo de partos e indicações e categoria
04 sentimentos pós-parto e atuais. Através desta pesquisa foi possível perceber
o desconhecimento das puérperas em relação ao conceito das violências
obstétricas, os tipos e direitos. É necessário que essas informações sejam repassadas durante
as consultas de pré-natal por todos os profissionais da saúde,
principalmente os enfermeiros. Conclui-se que se faz necessário a mudança deste
cenário, devendo haver o empoderamento das gestantes por meio de conhecimentos,
mudanças na formação acadêmica dos profissionais e criações de políticas
públicas que garantam o direito da mulher.
Autor(s) Maria Aparecida Oliveira do Nascimento Orientador(s) Lucenir Mendes Furtado Medeiros Ano de Publicação 2019 Palavra Chave Parto humanizado. Saúde da mulher. Violência. Curso ENFERMAGEM |
Percepção de usuárias de estratégia saúde da família sobre sobre o planejamento familiar (E 62) | Ana Thaline Pereira da Silva | ENFERMAGEM |
Percepção de usuárias de estratégia saúde da família sobre sobre o planejamento familiar (E 62)
Resumo
Segundo o Ministério da Saúde (MS), o Planejamento Familiar foi preconizado como uma das
principais áreas do Programa de Atenção Integral a Saúde da Mulher (PAISM), garantindo
atenção integral a mulher através de ações educativas e acesso aos meios de contracepção e
concepção, para que as escolhas das usuárias sejam conscientizadas. O estudo teve como
objetivo analisar a percepção das usuárias da Estratégia Saúde da Família sobre o
Planejamento Familiar. Trata-se de uma pesquisa de caráter exploratório, descritivo, com
abordagem qualitativa que foi desenvolvido com 20 mulheres de 20 a 49 anos de idade
cadastrada na Estratégia Saúde da Família Centro, localizada na cidade de Icó – CE, na região
nordeste. Foi usado para coleta de informações um formulário semiestruturado, previamente
elaborado. Esse estudo foi desenvolvido em conformidade com as diretrizes e normas
regulamentadoras envolvendo seres humanos da resolução 466/12 do Conselho Nacional de
Saúde (CNS). A análise dos dados permitiu concluir que a maioria das mulheres utiliza o
serviço do Planejamento Familiar, mas não conhecem o programa. Os dados obtidos também
possibilitam conhecer algumas dificuldades das mulheres em realizar o Planejamento
Familiar, entre elas, a falta de informação, o esquecimento das horas ou do dia de tomar o
contraceptivo, o início da vida sexual, a vergonha de pedir ajuda e também o desacordo com o
marido sobre o melhor momento para ter um filho e a finalidade do programa é preparar o
casal psicologicamente para assumir tamanha responsabilidade. Por tanto, os resultados
indicam que o Planejamento Familiar apesar de ser considerado prioritário, ocupa segundo
plano nos serviços de saúde. A ação da Equipe de Enfermagem é um fator primordial para a
prevenção de gravidez não planejada e é fundamental que o profissional tenha uma habilidade
em explicar de acordo com o grau de escolaridade da paciente, capacitando todos os membros
da equipe de Saúde da Família para que eles também possam transmitir as informações
quando necessário, pois é importante que exista uma ampla abordagem do tema nos serviços
de saúde. Autor(s) Ana Thaline Pereira da Silva Orientador(s) Roberta Peixoto Vieira Ano de Publicação 2015 Palavra Chave Planejamento Familiar. Saúde da Mulher. Enfermagem. Curso ENFERMAGEM |
Percepção de usuários de jornal online em páginas de instagram sobre a relação entre machismo e feminicídio: uma análise psicossocial (P 228) | Maria Amanda Batista Farias | PSICOLOGIA |
Percepção de usuários de jornal online em páginas de instagram sobre a relação entre machismo e feminicídio: uma análise psicossocial (P 228)
Resumo
O presente trabalho tem por objetivo analisar os comentários de perfis em post de matérias do
jornal Diário Do Nordeste e o Povo Online no canal do Instagram acerca do fenômeno do
feminicídio, entendendo que existem vários tipos de masculinidades e que a mesma pode esta
ligada diretamente ao aumento nos casos de feminicídio. Entendendo masculinidade como uma
composição de práticas entendidas como a não expressão de seus sentimentos, ser a pessoa que
busca o sustento da família, proteger e ser valente, não usar cores que corresponde a mulheres,
como por exemplo o rosa, não fazer atividade domésticas, entre outras, dos homens nas
estruturas das relações de gênero, sendo assim chamada de masculinidades pois existe mais de
um tipo dessa configuração na sociedade, e denominando feminicídio como o assassinato de
mulheres pela sua condição de gênero. Autor(s) Maria Amanda Batista Farias Orientador(s) Tadeu Lucas de Lavor Filho Ano de Publicação 2021 Palavra Chave Feminicídio. Masculinidades Hegemônicas. Violência Curso PSICOLOGIA Baixar tcc |