| Título | Autor | Curso | Visualizar |
|---|---|---|---|
| Fatores associados a adesão de mulheres ao exame papanicolau (E 585) | Yanni Maria Pereira Alencar | ENFERMAGEM |
Fatores associados a adesão de mulheres ao exame papanicolau (E 585)
Resumo
O exame Papanicolau, também conhecido como citopatológico ou prevenção, consiste na coleta
de material cervical para detectar a presença de lesões precursoras. Realizado de maneira
gratuita nas Unidades Básicas de Saúde, é um exame importante para mulheres entre 25 e 64
anos que já iniciaram a vida sexual. Em vista disso, esse estudo se justifica no interesse da
pesquisadora em relação a temática e devido a importância da realização do exame, bem como
a oferta de serviços de saúde qualificados que facilitem o acesso das mulheres para aumentar a
adesão e prevenir a progressão da doença. Esse estudo teve como objetivo geral averiguar nas
produções científicas os fatores associados na adesão de mulheres ao exame Papanicolau. Trata
se de uma Revisão Integrativa da Literatura, com abordagem qualitativa. A pesquisa foi
realizada através das bases de dados: Biblioteca Virtual em Saúde, Literatura Latino-americana
e do Caribe em Ciências da Saúde, Base de Dados de Enfermagem, Medical Literatura Analises
and Retirava System Online, Biblioteca Virtual Científica Eletronic Library Online e National
Library of Medicine. As buscas ocorreram entre os meses de abril a maio de 2024, através dos
Descritores em Ciência da Saúde: Saúde da Mulher, Exame Papanicolau e Adesão do Paciente.
Foi selecionado para compor a amostra desse estudo, 8 artigos. Os dados foram analisados a
partir da análise do conteúdo proposto por Bardin. Com os resultados obtidos, foi possível
perceber que o enfermeiro tem um papel fundamental em estratégias que aproximem as
mulheres ao exame Papanicolau onde o acesso à informação, implementação da busca ativa por
mulheres e ambiente favorável e eficiente são fatores que contribuem para a adesão da
população feminina ao preventivo, visando minimizar a incidência do câncer do colo do útero.
Além disso, ficou evidente que muitas mulheres fazem o exame sem saber a finalidade do
mesmo, pois a falta de informação, vergonha e medo são motivos relevantes para a não
realização do exame. Conclui-se, que a adoção de estratégias de em educação em saúde com a
comunidade, levando informações e a conscientização sobre a realização do exame, além de
outras estratégias busquem aproximar e aumentar a adesão ao exame Papanicolau. Autor(s) Yanni Maria Pereira Alencar Orientador(s) José Geraldo de Alencar Santos Júnior Ano de Publicação 2024 Palavra Chave Saúde da Mulher. Exame Papanicolau. Adesão do Paciente. Curso ENFERMAGEM Baixar |
| Fatores associados à continuidade e interrupção do aleitamento materno (E 566) | Rita Larissa Rafaela Sousa da Silva | ENFERMAGEM |
Fatores associados à continuidade e interrupção do aleitamento materno (E 566)
Resumo
INTRODUÇÃO: O aleitamento materno desempenha um papel essencial tanto para mãe
quanto para o filho. OBJETIVO: analisar as publicações científicas sobre os fatores
associados à continuidade ou interrupção do aleitamento materno. METODOLOGIA: O
presente estudo trata-se de uma revisão integrativa de literatura com abordagem qualitativa
sendo utilizadas as seguintes bases de dados: sciELO e Lilacs e BDENF com os estudos que
são semelhantes com o tema proposto. Foram excluídos 12 estudos dos 20 selecionados a
avaliação e foram selecionados para a revisão 8 estudos completos que se correlacionavam
com o tema proposto. RESULTADOS E DISCUSSÕES: Os estudos mostraram o
aleitamento materno é uma prática fundamental, além de aumentar o laço afetivo entre mãe e
filho, também é um ato que traz inúmeros benefícios para o recém-nascido. Foi observado que
a amamentação é um processo importante para os recém-nascidos pelos diversos benefícios
estudados e comprovados ao longo dos anos. Por meio do leite materno, o bebê fica protegido
de infecções, principalmente de doenças gastrintestinais e respiratórias, pela presença dos
anticorpos. O profissional da saúde em especial o enfermeiro, tem um papel fundamental pois
ele deve intervir de maneira positiva na orientação e conscientização ao uso de leite materno
de forma exclusiva expressando essa atitude como benefício para mãe e filho.
CONSIDERAÇÕES FINAINAIS: Este trabalho teve como objetivo avaliar os fatores
associados a prática e interrupção ao aleitamento materno, com base nos estudos chegou-se à
conclusão de que o aleitamento materno tem um papel essencial tanto para a criança quanto
para a mãe, pois é um alimento completo que possui todos os nutrientes que o bebê precisa,
além de alimentar o bebê, o leite materno possui anticorpos que o protege contra diversas
doenças. Autor(s) Rita Larissa Rafaela Sousa da Silva Orientador(s) Roberta Peixoto Vieira Ano de Publicação 2022 Palavra Chave Aleitamento materno. Nutrição da criança. Desmame. Curso ENFERMAGEM |
| Fatores contribuintes para o desmame precoce sob a perspectiva materna (E 325) | Bruna Laíres Bezerra Uchôa | ENFERMAGEM |
Fatores contribuintes para o desmame precoce sob a perspectiva materna (E 325)
Resumo
O leite materno supre completamente as necessidades nutricionais e imunológicas até o sexto
mês de vida da criança, além de garantir vínculo e afeto para a criança. O estudo tem o
objetivo analisar os fatores contribuintes para o desmame precoce a partir das perspectivas das
nutrizes. Trata-se de uma pesquisa de caráter exploratório, descritivo, de abordagem
qualitativa, realizado em uma Unidade Básica de Saúde de Jaguaribe - CE com nove
puérperas cadastradas e acompanhadas pela UBS, maiores de 18 anos e que a criança esteja
viva, seguindo o critério de saturação das respostas. Como instrumento do estudo foi utilizado
um roteiro de entrevista semiestruturada, realizada durante os meses de agosto a setembro de
2020. Os dados coletados foram tratados pelo método Análise de Conteúdo, obedecendo a
Resolução 466/12 do Conselho Nacional de Saúde, recebeu aprovação com o registro
3.913.769. A partir das questões relacionadas à temática, foram elaboradas duas categorias:
01 – Influência do conhecimento na prática do aleitamento materno, na qual as mães
entrevistadas demonstraram conhecimento escasso sobre o tema em questão; 02 - Fatores que
interferem no processo do aleitamento materno exclusivo, onde foram listados vários motivos,
dentre eles, o retorno as atividades laborais e a percepção de leite insuficiente. Por meio desse
estudo, foi possível perceber que a assistência da equipe de saúde é necessária, no que diz
respeito a capacitação e promoção de informações reais do que é de fato o aleitamento
materno exclusivo e da sua importância para o crescimento e desenvolvimento saudável da
criança até os seis meses de vida Autor(s) Bruna Laíres Bezerra Uchôa Orientador(s) Riani Joyce Neves Nóbrega Ano de Publicação 2020 Palavra Chave Aleitamento Materno. Desmame. Saúde materno-infantil. Curso ENFERMAGEM |
| Fatores de risco associado a mortalidade de pacientes traqueostomizados na unidade de terapia intensiva (E 443) | Sara Mabel Candido de Oliveira | ENFERMAGEM |
Fatores de risco associado a mortalidade de pacientes traqueostomizados na unidade de terapia intensiva (E 443)
Resumo
A UTI é um ambiente da saúde no qual é responsável pela prestação de assistência à pacientes
críticos que demandam monitorização e cuidados intensivos, no intuito de reverter a condição
clínica. A traqueostomia é um procedimento cirúrgico realizado em pacientes críticos quando
processo de desmame da ventilação mecânica se torna difícil e, para facilitá-lo, é necessária a
criação de uma via aérea artificial definitiva. O estudo teve como objetivo analisar na literatura
científica os fatores de risco associados a mortalidade de pacientes traqueostomizados na UTI.
Trata-se de um estudo do tipo bibliográfico, especificamente uma Revisão Integrativa da
Literatura com abordagem qualitativa. A busca dos dados ocorreu em bases indexadas na BVS,
utilizando os DeCS: Fatores de risco; Mortalidade; traqueostomia; Unidades de Terapia
Intensiva. Utilizando AND como operador booleano para uma busca cruzada entre os
descritores. Os critérios de inclusão foram: artigos disponíveis de forma gratuita; artigos
originais publicados na íntegra; artigos publicados nos idiomas português e inglês; formato:
artigos científicos com recorte temporal entre 2011 a 2021. Foram excluídos: artigos de revisão;
artigos duplicados; artigos que não apresentavam relação com o objetivo do estudo, através da
leitura de título e resumo. A coleta dos dados nas bases de dados ocorreu através de duas
combinações de cruzamento dos descritores nas bases de dados. A Primeira forma de
cruzamento dos descritores foram: fatores de risco AND mortalidade AND traqueostomia AND
Unidade de Terapia Intensiva. A segunda forma de cruzamento dos descritores foi: fatores de
risco AND mortalidade AND traqueostomia. Amostra final foi de 8 estudos. Para projeção do
processo de busca e seleção do estudo em questão, foi utilizado o (PRISMA). O estudo foi
discutido em duas categorias: Fatores de risco para a mortalidade de pacientes
traqueostomizados em UTI; Mortalidade de pacientes traqueostomizados em UTI e as
principais causas. Ressalta-se, a importância do despertar para realização de novos estudos e
pesquisas acerca da temática, para subsidiar e esclarecer os profissionais de enfermagem sobre
o assunto e assim, desmistificar o fato de ser a traqueostomia a grande causadora de óbitos no
meio hospitalar e em Unidade de Terapia Intensiva e para estimular reflexões acerca das causas
reais de óbitos e dos fatores como um todo, que contribuem para essa ocorrência. Autor(s) Sara Mabel Candido de Oliveira Orientador(s) Layane Ribeiro Lima Ano de Publicação 2022 Palavra Chave Fatores de risco. Mortalidade. Traqueostomia. Unidade de Terapia Intensiva. Curso ENFERMAGEM |
| Fatores de risco associados ao desenvolvimento fetal na doença hipertensiva específica da gestação: revisão bibliográfica (CD-ROM PÓS 144) | Camila Gomes De Lima / Faêlha Nogueira Lima | PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU |
Fatores de risco associados ao desenvolvimento fetal na doença hipertensiva específica da gestação: revisão bibliográfica (CD-ROM PÓS 144)
Resumo
Introdução: A Doença Hipertensiva Específica da Gravidez é uma doença multifatorial, que afeta vários sistemas orgânicos, caracterizada pelo diagnóstico de hipertensão arterial no período gravídico, no qual os níveis pressóricos são iguais ou superiores a 140/90mmHg, essa condição pode levar a dois possíveis quadros clínicos: pré-eclâmpsia, onde os sintomas surgem após a 20ª semana. Objetivo: identificar na literatura científica os fatores de riscos associados ao desenvolvimento fetal na Doença Hipertensiva Específica da Gravidez. Método: trata-se de uma revisão bibliográfica, com abordagem qualitativa nas Biblioteca Virtual em Saúde e Scientific Electronic Library Online. Os critérios de inclusão foram trabalhos publicados na íntegra, disponíveis nos idiomas português, inglês e espanhol, que abordem a temática selecionada, publicados no recorte temporal dos últimos 5 anos. Excluíram-se trabalhos incompletos, que sejam disponíveis apenas na forma paga e fora do recorte temporal selecionado, trabalhos duplicados, relatos de experiência. Resultados: identificou-se 152 estudos nas bibliotecas virtual, dos quais 144 foram excluídos, 8 foram selecionados para leitura. Em seguida, foi realizada a leitura na integra do material e aplicaram-se, novamente, os critérios de inclusão e exclusão, sendo a amostra final constituída por 5 publicações. Os resultados evidenciaram que as complicações para o feto pela pré-eclampsia, tais como baixo crescimento fetal, restrição de crescimento intrauterino (RCIU) e baixo peso ao nascer (BPN), bem como ocorrência de doença cardiovascular a longo prazo e prejuízo no desenvolvimento neurológico e motor; fatores maternos que podem ocasionar a pré-eclampsia, bem como afetar o feto a curto e longo prazo, como questões socioeconômicas e psicológicas; e a suplementação de cálcio como prevenção são fatores de riscos para Doença Hipertensiva Específica da Gravidez. Conclusão: O estudo corroborou para identificação de fatores que contribuem para o desenvolvimento da pré-eclampsia, bem como as complicações materno e fetal e destacou uma estratégia de prevenção, sendo esta a suplementação de cálcio. Ainda evidenciou a baixa produção científica atualizada a cerca da temática, promoveu um despertar para as vertentes associadas a problemática que demandam atenção, e ressaltou a necessidade do estímulo para realização de novos estudos. Autor(s) Camila Gomes De Lima / Faêlha Nogueira Lima Orientador(s) Sabrina Alaide Amorim Alves Ano de Publicação 2025 Palavra Chave Fatores de risco. Desenvolvimento fetal. Pré-eclâmpsia. Curso PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU Baixar |
| Fatores de risco associados aos pacientes com síndrome coronariana aguda: revisão narrativa (CD-ROM PÓS 27) | Mônica Jorge da Silva | PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU |
Fatores de risco associados aos pacientes com síndrome coronariana aguda: revisão narrativa (CD-ROM PÓS 27)
Resumo
Esse estudo objetivou identificar e descrever os
fatores de risco associados aos pacientes com Síndrome Coronariana Aguda de acordo com a
literatura científica. Trata-se de um estudo bibliográfico, tipo revisão narrativa, de
caráter descritivo, realizada no período de maio a junho de 2022, através da busca de
artigos nas bases de dados: Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da
Saúde, Medical Literature Analysis and Retrival System Online,
SCOPUS e Embase. Os descritores utilizados para busca dos artigos foram: “Síndrome Coronariana
Aguda”/“Acute Coronary Syndrome”, “Fatores de risco de doenças
cardiovasculares”/“ Risk factors for cardiovascular disease” e “Assistência à saúde”/“Health Care”.
No momento da busca foi utilizado entre os descritores o operador booleano
“AND”. Foram utilizados como filtros: texto completo e gratuito, ano de publicação
(2017-2021) e idiomas (português, inglês e espanhol). Foram incluídos nesse estudo,
artigos que responderam à questão norteadora, e excluíram-se, artigos que
mesmo correspondendo ao objetivo da pesquisa, tenham sido desenvolvidos
no âmbito da atenção básica, estudos de revisão, editoriais e artigos
duplicados ou repetidos. A busca nas bases de dados gerou 336 artigos. Após aplicação dos
filtros, restaram 175, que foram lidos seus títulos e resumos para aplicação do
critério de inclusão. Destes, 34 foram incluídos para leitura. Posteriormente à leitura
completa dos estudos, exclui-se 23 artigos sendo que: 1 era revisão, 3 eram
repetidos e 19 não respondiam à questão norteadora. Deste modo, foram selecionados para
compor a revisão narrativa 11 estudos. Diante dos achados, após leitura e
análise, podes agrupar os estudos em duas categorias temáticas: I - Fatores de
risco para o desenvolvimento da Síndrome Coronariana Aguda - que abordou
fatores intrínsecos associados ao desenvolvimento de SCA e fatores extrínsecos
associados ao desenvolvimento de SCA, e II - Fatores de risco para agravo e
morte pela Síndrome Coronariana Aguda- que evidenciou os principais fatores relacionados à morte e aos agravos por consequência da SCA. Mediante a identificação de
fatores de risco não modificáveis e fatores de risco modificáveis, chama-se a atenção
para a necessidade de se identificar precocemente esses fatores e de se criar
políticas públicas que permitam à população no mínimo condições para modificar os fatores
de risco e ter uma melhor qualidade de vida. Autor(s) Mônica Jorge da Silva Orientador(s) Rafael Bezerra Duarte Ano de Publicação 2022 Palavra Chave Assistência à saúde. Fatores de risco de doenças cardiovasculares. Síndrome Coronariana Aguda. Curso PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU Baixar |
| Fatores de risco e de proteção para o transtorno de ansiedade generalizada (TAG) em adolescentes em vulnerabilidade social: uma revisão de literatura (P 372) | Israel Teixeira Cabral | PSICOLOGIA |
Fatores de risco e de proteção para o transtorno de ansiedade generalizada (TAG) em adolescentes em vulnerabilidade social: uma revisão de literatura (P 372)
Resumo
Esta pesquisa teve como objetivo identificar os fatores de risco e proteção ao Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) em adolescentes em situação de vulnerabilidade social. Por meio de uma revisão narrativa da literatura, são analisados os aspectos familiares, sociais e econômicos que influenciam o desenvolvimento e a manifestação do TAG. Considerando a adolescência como uma fase especialmente crítica para a saúde mental, o estudo identifica como condições socioeconômicas precárias, exposição à violência e instabilidade familiar podem agravar os sintomas de TAG em adolescentes vulneráveis. Em contrapartida, a presença de fatores de proteção, como redes de apoio sólidas, políticas públicas de suporte e acesso a recursos de saúde mental, mostra-se essencial para minimizar os impactos das adversidades e fortalecer a resiliência dos jovens. As considerações finais enfatizam a importância de políticas públicas integradas, que promovam ambientes acolhedores e seguros para adolescentes em situação de risco, evidenciando, portanto, a necessidade de intervenções que considerem os determinantes sociais, tanto na prevenção quanto no tratamento do TAG e de outros transtornos mentais. Autor(s) Israel Teixeira Cabral Orientador(s) Samara Rocha Magalhães Diógenes Ano de Publicação 2024 Palavra Chave Transtorno de Ansiedade Generalizada. Vulnerabilidade Social. Adolescência. Fatores de Risco. Fatores de Proteção. Saúde Mental. Curso PSICOLOGIA Baixar |
| Fatores de risco gestacionais relacionados a prevalência do TEA (E 537) | Sabrina Alexandre Silva | ENFERMAGEM |
Fatores de risco gestacionais relacionados a prevalência do TEA (E 537)
Resumo
O transtorno do espectro autista (TEA) é um transtorno do neurodesenvolvimento com uma
ampla gama de manifestações clínicas, caracterizado por distúrbios comportamentais em
idade precoce, e inclui graus variados de comprometimento e déficits associados. As pessoas
com este transtorno apresentam déficits na interação com outras pessoas, o que dificulta a
compreensão adequada das regras sociais. Há bastante tempo pesquisadores se dedicam a
encontrar a origem do autismo, apesar da tecnologia ter avanço nas técnicas genéticas, as
causas do TEA ainda não são inteiramente assimiladas. Sabe-se agora que diversos fatores
ambientais associados a uma predisposição genética aumentam o número de casos, portanto
modificar hábitos de vida podem diminuir a possibilidade de seu aparecimento. Esse estudo
tem como objetivo geral identificar a luz da literatura quais os fatores de risco gestacionais
relacionados a prevalência do TEA. Trata-se de uma Revisão Integrativa da Literatura
avaliando publicações de estudos que possibilita a conclusão geral desta problemática
evidenciada. A busca foi realizada na plataforma Biblioteca Virtual em Saúde (BVS),
dispondo da: Scientific Eletronic Library Online (Scielo), Literatura Latino-Americana e do
Caribe em Ciências da Saúde (LILACS). Utilizando os descritores em Ciências da Saúde
(Decs): “espectro autista”, “prevalência”, “saúde”. A busca e coleta de dados foram realizadas
no período de fevereiro e março de 2023, onde foram encontrados, após os filtros, 50
produções cientificas. Os critérios de inclusão foram: artigos publicados na base de dados e
que forem encontrados com os descritores supracitados, publicados no idioma português nos
últimos 10 anos cujo estes atendessem a problemática da pesquisa e que tenha acesso gratuito.
E foram excluídos da pesquisa todos os artigos com conteúdo pago, artigos de revisão e
artigos que desviavam da temática central do estudo. Mediante leitura e análise dos
conteúdos, foi possível estabelecer duas categorias, sendo elas: Categoria 1: Aumento do
TEA, onde relata como esse transtorno vem aumentando ao longo dos anos, expondo a
prevalência da patologia no sexo masculino e no público infanto-juvenil e comparando sua
prevalência a anos anteriores. Categoria 2: Fatores de risco gestacionais, onde relata as
variáveis mais estudadas para evidenciar esse aumento que são idade materna e paterna
avançada, sangramentos durante a gestação, parto cesárea, baixo peso ao nascer, baixo índice
de Apgar, defeitos congênitos, prematuridade e diversos outros fatores que acabam
contribuindo para a inflamação cerebral focal. O presente estudo propôs demonstrar a relação
entre os fatores de risco gestacionais e a prevalência do transtorno do espectro autista, a partir
da literatura cientifica. Verificando os aspectos gerais do autismo, a epidemiologia e os
fatores de risco na gestação e pós-gestação. E embora não exista comprovação sobre sua real
origem, pesquisas demonstram que diversos fatores contribuem para que ocorra uma maior
incidência nos casos. Autor(s) Sabrina Alexandre Silva Orientador(s) Clélia Patrícia da Silva Limeira Ano de Publicação 2023 Palavra Chave Espectro Autista. Prevalência. Saúde. Curso ENFERMAGEM Baixar |
| Fatores de risco para a conduta infracional de adolescentes e os desafios do profissional da psicologia (P 326) | Maria Roberta da Silva | PSICOLOGIA |
Fatores de risco para a conduta infracional de adolescentes e os desafios do profissional da psicologia (P 326)
Resumo
Esse trabalho teve como objetivo discorrer sobre os fatores de risco para a conduta infracional
de adolescentes, e esboçar as posturas éticas e técnicas da Psicologia a partir da resolução,
orientações e a cartilha do Conselho Federal de Psicologia. Diante disso, apresentar as políticas
de públicas que contemplam especificamente os adolescentes e abordar a constituição da
Superintendência Sistema Estadual de Atendimento Socioeducativo (SEAS) do estado do
Ceará, buscando assinalar a atuação dos psicólogos (as) em medidas socioeducativas e os
desafios que são enfrentados por a equipe multidisciplinar que atuam com jovens em medidas
socioeducativas e com isso, citar as medidas socioeducativas previstas pelo o Estatuto da
Criança e do Adolescente e exemplificar cada uma delas. Os resultados da pesquisa buscará
entrelaçar os dois documentos em questão, a resolução 15/22; seguindo das Referências
Técnicas para Atuação dos Psicólogos (as) em Medidas Socioeducativas, concluído que fatores
como a vulnerabilidade social, influência do ambiente social/cultural, falta de acesso à uma
educação de qualidade e ausência do apoio familiar são alguns dos inúmeros que atravessam a
vida de Adolescentes e jovens. Autor(s) Maria Roberta da Silva Orientador(s) Meury Gardênia Lima de Araújo Ano de Publicação 2024 Palavra Chave Adolescente. Criança. Fatores. Jovens em conflito com a lei. Curso PSICOLOGIA Baixar |
| Fatores de risco para a ocorrência do acidente vascular encefálico em idoso e os impactos na qualidade de vida (E 656) | Josefa Fernanda Sousa da Silva | ENFERMAGEM |
Fatores de risco para a ocorrência do acidente vascular encefálico em idoso e os impactos na qualidade de vida (E 656)
Resumo
INTRODUÇÃO: O envelhecimento populacional brasileiro tem provocado desafios crescentes para o sistema de saúde, sobretudo no manejo de doenças crônicas não transmissíveis, como o Acidente Vascular Encefálico. Dessa forma, pode ser isquêmico, decorrente da redução do fluxo sanguíneo cerebral, ou hemorrágico, resultante da ruptura de vasos. Os fatores de risco incluem hipertensão arterial, diabetes, dislipidemias, sedentarismo, tabagismo, consumo de álcool, idade avançada, histórico familiar e condições socioeconômicas desfavoráveis. As sequelas variam de déficits motores e cognitivos a limitações na realização das atividades diárias, afetando significativamente a qualidade de vida. Diante disso, conhecer os fatores de risco e os impactos do Acidente Vascular Encefálico em idosos é fundamental para prevenção, tratamento e reabilitação efetivos. OBJETIVO: Identificar os fatores de risco para a ocorrência do Acidente Vascular Encefálico e analisar os impactos na qualidade de vida de pacientes idosos, oferecendo subsídios para estratégias de prevenção e promoção da saúde. METODOLOGIA: Realizou-se uma revisão integrativa da literatura com abordagem qualitativa, abrangendo estudos publicados entre 2019 e 2024 nas bases LILACS, BDENF, SciELO e MEDLINE. Foram incluídos artigos originais em português, inglês e espanhol que abordassem fatores de risco e impactos na qualidade de vida de idosos pós- Acidente Vascular Encefálico. A seleção seguiu o modelo PRISMA, com categorização baseada nos níveis de evidência do OCEBM. Ao todo, doze estudos (A1 a A12) foram analisados, incluindo coortes, estudos transversais, observacionais e qualitativos, explorando aspectos clínicos, funcionais, sociais e epidemiológicos da condição. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Os fatores de risco mais recorrentes incluíram hipertensão arterial, diabetes mellitus, dislipidemias, sedentarismo, tabagismo, consumo abusivo de álcool, fragilidade física e idade avançada. Estudos destacam a hipertensão como fator central, mas enfatizam a interação com múltiplas comorbidades e determinantes sociais, como baixo acesso a serviços de saúde e desigualdades regionais. Quanto aos impactos na qualidade de vida, os achados revelam limitações físicas, cognitivas e sociais, fragilidade, dependência para atividades diárias, isolamento e alterações emocionais. A presente análise está sistematizada em duas categorias temáticas derivadas da revisão dos estudos selecionados: os fatores de risco associados à ocorrência do Acidente Vascular Encefálico e os impactos decorrentes na qualidade de vida dos pacientes, além das estratégias preventivas voltadas à mitigação de novos episódios. A reabilitação funcional, a reintegração social e o suporte interdisciplinar mostram-se essenciais para melhorar autonomia e bem-estar. A literatura indica que a prevenção deve abranger controle clínico rigoroso, promoção de hábitos saudáveis, acompanhamento médico contínuo e políticas públicas que reduzam desigualdades e favoreçam envelhecimento ativo. CONCLUSÃO: O Acidente Vascular Encefálico em idosos é multifatorial, envolvendo aspectos clínicos, sociais e emocionais que impactam significativamente a qualidade de vida. Estratégias preventivas e de reabilitação devem ser integradas, multidimensionais e contínuas, combinando controle de fatores de risco, promoção da saúde, reabilitação funcional e suporte psicossocial. Futuros estudos longitudinais e de intervenção multidisciplinar são recomendados para aprofundar a compreensão dos determinantes clínicos e sociais do Acidente Vascular Encefálico, orientando políticas e práticas que promovam envelhecimento saudável e maior autonomia para idosos afetados por esta condição. Autor(s) Josefa Fernanda Sousa da Silva Orientador(s) Layane Ribeiro Lima Ano de Publicação 2025 Palavra Chave AVE. Fatores de risco. Idoso. Qualidade de vida. Curso ENFERMAGEM Baixar |