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| Pensamento suicida em universitários de uma instituição privada da região centro-sul cearense (P 105) | Lidiane Ferreira Nunes dos Santos | PSICOLOGIA |
Pensamento suicida em universitários de uma instituição privada da região centro-sul cearense (P 105)
Resumo
O suicídio é um comportamento auto infligido em que o indivíduo deseja pôr fim a sua vida.
Os métodos mais utilizados são o enforcamento, venenos e o uso de armas de fogo. Esse
comportamento é caracterizado por três estágios: a ideação suicida, a tentativa e a
consumação, tendo o histórico de tentativas de suicídio e o transtorno mental como os
principais fatores de risco para o indivíduo. O presente estudo teve por objetivo identificar a
presença de pensamentos suicidas nos universitários da Faculdade Vale do Salgado através do
Questionário de Ideação Suicida e dos fatores protetivos a vida de Durkheim. Por intermédio
de uma pesquisa de campo descritiva com método quantitativo, realizada com universitários
na cidade de Icó-CE. Foi utilizado o questionário de Ideação Suicida (QIS), juntamente com
questões elaboradas baseadas no pensamento Durkheim, a cerca de fatores protetivos a vida,
assim, a partir desta pesquisa foi possível estabelecer metas quanto a ideação suicida em
universitários. De acordo com os resultados obtidos, percebeu-se a presença de ideação
suicida nos universitários. De 260 questionários respondidos, 7,7% dos alunos apresentam
ideação suicida. Portanto, os dados coletados, que funcionam como um diagnóstico
situacional, podem facilitar no processo de formulação de ações que visem o enfrentamento
dessas situações no ambiente acadêmico, assim, como o presente estudo pode funcionar como
base para elaboração de futuras intervenções em instituições de ensino superior. Autor(s) Lidiane Ferreira Nunes dos Santos Orientador(s) Carolina Gonçalves Pinheiro Ano de Publicação 2018 Palavra Chave Ideação Suicida. Universitários. Sofrimento Psíquico. Curso PSICOLOGIA Baixar |
| Percepção da enfermagem sobre administração de medicamentos em um hospital da rede pública (E 159) | Danielle Alexandre Nascimento | ENFERMAGEM |
Percepção da enfermagem sobre administração de medicamentos em um hospital da rede pública (E 159)
Resumo
A administração de medicamentos é uma atividade frequente dentro de o ambiente
hospitalar, sendo uma das muitas atividades desempenhada pelos trabalhadores da
enfermagem é uma das mais complexas e importante que a enfermagem desenvolve, pois
além de demandar parte significativa do tempo de trabalho dos profissionais exigir
conhecimento especifico e alto nível de atenção que essa atividade envolve. Haja vista que
todo medicamento pode ser ao mesmo tempo uma forma de tratamento é uma droga letal.
Sendo a melhor ou pior resposta depende exatamente da forma como é prescrita e
administrada. O presente estudo teve como objetivos analisar a percepção da enfermagem
sobre a administração de medicamentos, Caracterizar o perfil sócio demográfico, Conhecer
como a enfermagem prepara, e administra as medicações injetáveis, Analisar o
conhecimento da enfermagem sobre o armazenamento e validade das medicações abertas e
Identificar os fatores que predispõem a erros na administração de medicações na óptica da
equipe de enfermagem. A pesquisa do tipo exploratória, descritiva e qualitativo de caráter
pesquisa de campo. Realizada no Hospital Doutor Manuel Batista de Oliveira, seguindo os
preceitos éticos da pesquisa com seres humanos garantidos na resolução 466/2012 do conselho
nacional de saúde. A coleta de dados ocorreu nos meses de abril a maio 2017, onde foi realizada
segundo as orientações de Bardin conforme observado no estudo, percebeu-se que a percepção
da enfermagem sobre administração de medicamentos é o ato de dar ou aplicar ao cliente uma
medicação previamente prescrita, utilizando técnicas especificas. Dessa maneira o manejo dos
profissionais de enfermagem inadequado tem chamado a atenção, principalmente por suas
consequências á segurança do paciente na terapêutica medicamentosa. Com isso esse estudo
vem para contribui para os profissionais de saúde, acadêmicos despertando assim para novas
abordagens e atitudes relacionados com a temática. Autor(s) Danielle Alexandre Nascimento Orientador(s) Luzenir Alves de Lima. Ano de Publicação 2017 Palavra Chave Medicamentos. Enfermagem. Administração de medicação. Curso ENFERMAGEM |
| Percepção da equipe de enfermagem sobre a importância dos EPI´S no setor de urgência e emergência (E 160) | Arleudiana de Lima Assis | ENFERMAGEM |
Percepção da equipe de enfermagem sobre a importância dos EPI´S no setor de urgência e emergência (E 160)
Resumo
Sabe-se que o uso de EPIs é um dos pontos importantes a serem utilizados
em qualquer ambiente de trabalho, principalmente no meio hospitalar e muitas das vezes o
profissional de enfermagem mesmo sabendo dos riscos e consequências, não usam de uma
forma adequada. Durante o exercício do trabalho, o trabalhador estar submetido a vários
riscos e acidentes de trabalhos, tornando-o muitas vezes incapaz de realizar as suas atividades.
Os EPIs destacam roupas especiais, luvas, óculos protetores, máscaras entre outros
dispositivos. Esses instrumentos devem ser utilizados diariamente pelo o profissional
enfermeiro, à medida que os mesmos estão exercendo sua função e estão em contato
diretamente com os pacientes. OBJETIVO GERAL: Analisar a percepção da equipe de
enfermagem sobre a importância dos EPIs no setor de urgência e emergência
METODOLOGIA: Este trabalho é caracterizado como pesquisa de exploratória e descritiva
com abordagem qualitativa com dados obtidos por meio de entrevista semiestruturada com
questões objetivas e subjetivas. A entrevista foi escutada cuidadosamente e transcritas na
integra. Para coleta dos dados foi aplicado uma entrevista semiestruturada com questões
objetivas e subjetivas onde foi gravado através de aparelho Iphone e depois será transcrita na
integra abordando todos objetivos e assuntos que nortearam a pesquisa. Os sujeitos da
pesquisa foram os enfermeiros e técnicos de enfermagem que trabalham no setor da urgência
e emergência abordando os conhecimentos e adesão dos EPI – Equipamento de proteção
individual, durante ao atendimento ao paciente. Nesse setor foram entrevistados 11
profissionais, 4 enfermeiros e 7 técnicos de enfermagem. Os dados obtidos foram observados,
interpretados e analisados de acordo com a técnica de Bardin. ANÁLISE DE DADOS:
Observa-se que, de forma unânime os profissionais da enfermagem do setor de urgência e
emergência conhecem a importância da utilização dos EPIs, e ainda se verifica a preocupação
na prevenção de doenças e contaminações o que vai de encontro com os autores estudados. O
presente estudo trouxe informações que irão favorecer o aumento do conhecimento bem como
poderá despertar novas pesquisas e novas descobertas no âmbito acadêmico no que diz
respeito ao uso de EPIs. CONSIDERAÇÕES FINAIS: Na pesquisa verificou-se que no
Hospital Municipal de Jaguaribe não existe programas de direcionados a utilização dos EPIs,
o que nos mostra uma certa liberdade dos profissionais de usarem ou não esses equipamentos,
que por muitas vezes, por rotina, falta de atenção, e/ou falta de conhecimento dos riscos que a
não utilização pode trazer, acabam por esquecendo de utilizarem os EPIs, trazendo inúmeros
para os mesmos. O presente estudo trouxe informações que irão favorecer o aumento do
conhecimento bem como poderá despertar novas pesquisas e novas descobertas no âmbito
acadêmico no que diz respeito ao uso de EPIs. Autor(s) Arleudiana de Lima Assis Orientador(s) Douglas vieira Braga Ano de Publicação 2017 Palavra Chave Equipamento de Proteção Individual. Equipe de Enfermagem. Riscos ocupacionais Curso ENFERMAGEM |
| Percepção da equipe de enfermagem sobre o uso de equipamentos de proteção individual no ambiente hospitalar (E 58) | Thais Mourão Pinheiro de Queiroz | ENFERMAGEM |
Percepção da equipe de enfermagem sobre o uso de equipamentos de proteção individual no ambiente hospitalar (E 58)
Resumo
Os profissionais de enfermagem estão cada vez mais expostos a riscos de acidentes de
trabalho durante a realização de procedimentos no ambiente hospital. Tais riscos podem ser
amenizados através do uso de Equipamentos de Proteção Individual, sendo assim não
colocando em risco sua saúde e prezando pela integridade física dos pacientes. O presente
trabalho tem como objetivo analisar a percepção sobre o uso dos EPI pela equipe de
enfermagem no ambiente hospitalar. Foi realizada no Hospital de pequeno porte localizado na
cidade de Jaguaribe com a Equipe de Enfermagem que atua em todos os setores do referido
hospital. Os dados foram coletados através da técnica de entrevista com perguntas abertas e
fechadas com finalidade de contemplar os objetivos propostos. O período da coleta de dados
se deu nos meses de fevereiro a março do ano de 2015. Para analise dos dados,empregou-se a
avaliação com base na Análise de Conteúdo de Bardin, sendo desenvolvida de acordo com a
Resolução N° 466/2012, do Conselho Nacional de Saúde/Ministério da Saúde, que aborda as
pesquisas envolvendo seres humanos. Em relação à percepção sobre os EPI, os participantes
demonstraram um conhecimento limitado sobre a importância do uso, mas reconheceram que
estão submetidos a riscos de saúde pelo não uso. Entre os EPI mais utilizados pela equipe de
enfermagem destacaram-se as luvas e máscaras. As justificativas alegadas pelo fato de existir
alguma dificuldade na utilização dos EPI, foram associadas ao fato do EPI ser desconfortável,
prejudicar o procedimento a ser realizado, falta de hábito e disciplina, sendo que esses fatores
contribuem para uma proteção adequada. Portanto,os resultados dessa pesquisa terão
importância para os futuros profissionais e acadêmicos de enfermagem demonstrando que
ainda falta uma implementação maior das noções básicas e educativas sobre medidas de
biossegurança no contexto hospitalar para conscientizar os profissionais de que o uso
adequado dos EPI pode diminuir os riscos de contaminação e contração de doenças aos
trabalhadores e aos pacientes. Autor(s) Thais Mourão Pinheiro de Queiroz Orientador(s) Luzenir Alves de Lima Ano de Publicação 2015 Palavra Chave EPI, segurança do trabalho, acidentes de trabalho. Curso ENFERMAGEM |
| Percepção das gestantes acerca do aleitamento materno exclusivo (E 226) | Milena Brasil de Sousa | ENFERMAGEM |
Percepção das gestantes acerca do aleitamento materno exclusivo (E 226)
Resumo
O aleitamento materno exclusivo é uma prática de suma importância para a saúde da criança
durante os seis primeiros meses de vida, pois, o leite contém tudo o que bebê precisa para se
desenvolver durante esse período, além de proporcionar uma melhor imunidade e
consequentemente a diminuição de adoecimentos. Mediante os destaques e elevação dos
discursos sobre o aleitamento materno, surgiu o interesse pela temática em estudo. O interesse
pela temática se deu por perceber durante os estágios supervisionados que ainda existem
muitas gestantes que não sabem dos benefícios que o aleitamento materno traz para o binômio
mãe-filho, sendo necessária, uma ação por parte dos profissionais de saúde para que as
gestantes desenvolvam essa pratica. O presente estudo visa averiguar os conhecimentos que as
gestantes têm sobre o aleitamento materno exclusivo. O desmame precoce é um problema
constante que afeta a maioria das crianças hoje no mundo inteiro, os fatores que incluem a
dificuldade das mães amamentar se dão pela falta de apoio familiar, mistos e mercado de
trabalho. A assistência das gestantes durante o pré-natal consiste uma pratica importante para
sanar todas as dificuldades, referente a processo de amamentar, pois proporciona orientações
importantes, que a mesma irá vivenciar durante todo o período gestacional, sensibilizando-as
para que amamentarem seus filhos até seis meses de vida é importante. Segundo as
características socioeconômicas das mulheres entrevistadas, a frequência de idade em relação
à faixa etária de 18 a 22 anos foi (25%), de 23 a 27 anos (37,5%) e 28 a 32 anos (37,5%). Em
relação ao estado civil, (62,5%) são solteiras e (37,5) são casadas. Quanto à escolaridade,
(37,5%) têm fundamental incompleto, (25,0%) fundamental completo, (25,0%) 2° grau
incompleto e (12,5%) 2° completo. Quanto à renda familiar, (75%) apresentaram renda de
menos de um salário e (25%) entre um e dois salários. No que se refere ao número de
gestações anteriores, foram (50%) primíparas e (50%) multíparas. O aleitamento materno é
uma condição para a qualidade de vida das pessoas ao longo de suas existências. As medidas
de incentivo são as gestantes serem cuidadas na ótica de suas necessidades individuais; as de
apoio são para criar subsídios a fim de que elas se sintam apoiadas para amamentar, sendo os
grupos de apoio de gestantes nas UBS um exemplo; as de proteção são para garantir
benefícios para elas, como leis que garantam o direito a amamentar. O presente estudo tem
grande importância de cunho acadêmico e social, pois através desse estudo buscamos
fortalecer a metodologia do aleitamento materno exclusivo, ampliando o conhecimento da
sociedade cientifica bem como para a sociedade no que se diz respeito a proporcionar um
melhor conhecimento quanto ao aleitamento materno exclusivo. Autor(s) Milena Brasil de Sousa Orientador(s) José Geraldo de Alencar Santos Júnior Ano de Publicação 2018 Palavra Chave Aleitamento materno. Gestante. Percepção. Curso ENFERMAGEM |
| Percepção das gestantes acerca dos tipos e preparação para o parto (E 286) | Morgâna Vilarouca da Silva | ENFERMAGEM |
Percepção das gestantes acerca dos tipos e preparação para o parto (E 286)
Resumo
Nas práticas assistenciais pode-se observar que algumas mulheres ainda têm pouco
conhecimento sobre os tipos de parto, intensificando as incertezas e angústias que podem
acompanhar o processo de decisão sobre o parto, sendo importante a reflexão sobre a
reformulação do modelo de assistência ao parto, principalmente de forma a contribuir para a
redução da concepção intervencionista presente neste processo. O objetivo do estudo foi
analisar a percepção de gestantes acerca dos tipos e preparação para o parto. Para isso, foi
realizada a pesquisa de caráter descritivo, exploratório com abordagem qualitativa, com 15
gestantes cadastradas na ESF Alto Manoel Mariano I, em Icó-Ce. A pesquisa foi realizada
através de uma entrevista semiestruturada, sendo a coleta de dados foi concluída por meio da
saturação das falas, que foram analisadas por meio da análise de conteúdo. A pesquisa
obedeceu aos preceitos éticos e legais e foi aprovado pelo CEP parecer nº 3.263.679/ 2019.
As participantes são, em sua maioria, jovens, com o ensino médio incompleto, são mulheres
de baixa renda, sendo prevalente a renda inferior a um salário mínimo. As gestantes
mostraram conhecimento adequado sobre os tipos de parto, embora, superficial; a escolha
sobre um tipo de parto é influenciada por fatores como dor, associado ao parto normal, que
para elas apresenta vantagens, como recuperação rápida e retomada às atividades domésticas,
mais seguro para a bebê e para a mãe. Viu-se também que a escolha pelo parto cesáreo estava
relacionada à necessidade de fazer laqueadura ou indicação médica. Sobre a contribuição de
profissionais de saúde para o conhecimento e escolha do parto, a maioria relatou que não
recebe orientação a respeito. Mostra-se no estudo, que as informações recebidas durante o
pré-natal, acabam tendo uma influência determinante na escolha do tipo de parto e na
segurança da gestante, de um modo geral. Conclui-se este estudo constatando o quão se faz
necessária uma assistência pré-natal de qualidade, voltado para o atendimento, acolhimento e
escuta dessas mulheres, sendo um momento também de trabalhar a educação em saúde, tão
difundida pelo Ministério da Saúde. Isso porque o estudo mostrou que apesar de mostrarem
conhecimento sobre os tipos de partos, falta-lhes orientação profissional adequada, o que leva
a constatação de lacunas no modelo de assistência pré-natal da qual fazem parte. Autor(s) Morgâna Vilarouca da Silva Orientador(s) Roberta Peixoto Vieira Ano de Publicação 2019 Palavra Chave Saúde da Mulher; Gestação; Parto. Curso ENFERMAGEM |
| Percepção das gestantes e puérperas quanto aos riscos do tabagismo durante a gestação (E 79) | Ítala Alencar Braga Victor | ENFERMAGEM |
Percepção das gestantes e puérperas quanto aos riscos do tabagismo durante a gestação (E 79)
Resumo
O tabagismo tem se tornado um problema de saúde pública, principalmente se tratando do
período gestacional/puerperal, pelos riscos acarretados à saúde da mãe e do feto. Dentre esses
riscos estão: maior risco de aborto, aumento da pressão arterial, taquicardia, redução da
circulação fluxo-placentária, comprometimento da nutrição fetal, retardo do crescimento
intrauterino, alteração no desenvolvimento do sistema nervoso central entre outros, devendo
assim, haver o desencorajamento do uso dessa droga lícita pelas gestantes. Portanto, tem-se
como objetivo geral: Analisar a percepção das gestantes e puérperas quanto aos riscos do uso
do cigarro durante a gestação. Para isso foi realizado uma pesquisa exploratória, descritiva,
com abordagem qualitativa, tendo como participantes 4 gestantes e 4 puérperas fumantes. A
coleta dos dados se deu nos municípios de Icó e Cedro/Ceará, de setembro a outubro de 2015
por meio da entrevista semiestruturada. A análise e interpretação se deu com base na literatura
de Minayo, através da análise de conteúdo. Pôde-se verificar que a maioria das participantes
estavam na faixa etária de 18-20 anos, tinham baixo nível de escolaridade, viviam com
companheiro, possuíam mais de 3 filhos e não exerciam atividade econômica. Sobre o perfil
obstétrico: todas eram multigestas, apenas 1 pariu pré-termo, 3 tiveram abortos prévios, 3
tiveram intercorrências na gestação atual, o índice de baixo peso entre os filhos anteriores não
foi significante, porém foram evidenciados problemas após o nascimento. Analisou-se que as
participantes possuem pouco conhecimento sobre os riscos do tabagismo para gestação, sendo
que as mesmas possuíam um conhecimento mais amplo sobre os malefícios do tabagismo
para o feto. O estudo identificou alguns fatores considerados como dificultadores do
abandono do cigarro para as participantes, dentre eles os mais citados foram a ansiedade,
irritabilidade, aumento de peso e o estresse. Verificou-se que todas as participantes receberam
orientações de profissionais da saúde (enfermeiro/médico) no pré-natal, porém as orientações
não foram consideradas suficientes para a compreensão das participantes quanto aos risco de
fumar na gravidez. Consideramos importante a divulgação do estudo, para que os
profissionais, que tem interesse pela temática, possam realizar uma melhor abordagem às
gestantes/puérperas tabagistas e para que mais estudos possam surgir para ampliar a temática. Autor(s) Ítala Alencar Braga Victor Orientador(s) José Evaldo Gomes Junior Ano de Publicação 2015 Palavra Chave Gestantes. Hábito de fumar. Cuidado Pré-Natal. Estratégia Saúde da Família Curso ENFERMAGEM |
| Percepção das gestantes frente ao trabalho de parto: uma revisão de literatura (F 189) | Marina da Silva Lima | FISIOTERAPIA |
Percepção das gestantes frente ao trabalho de parto: uma revisão de literatura (F 189)
Resumo
A gestação é de suma importância e de caráter singular na vida das mulheres, pois, durante este
período diversos tipos de mudanças sejam elas de cunho físico, psíquico ou emocional irão surgir.
O sentimento de se tornar mãe aflora e junto com ele as dúvidas começam a surgir, como por
exemplo, como será o momento do parto, isso pode lhes trazer uma maior preocupação durante
este momento. Tem como Objetivo: Revisar na literatura como as gestantes veem o momento do
trabalho de parto. O presente estudo trata-se de uma revisão sistemática da literatura (RSL) de
caráter descritivo, com abordagem qualitativa sobre a temática: percepção das gestantes frente ao
trabalho de parto. O estudo busca obter como resultados, conseguir conhecer qual a percepção que
as gestantes têm sobre o seu trabalho de parto. Para obter o objetivo da pesquisa foram levantados
alguns dados bibliograficos, nas bases de dados MEDLINE e LILACS, identificou 20 artigos,
destes foram selecionados 3 para essa revisão, levando em consideração os critérios de inclusão e
exclusão estabelecidos para esse estudo. Foi possivel identificar que os fatores associados ao medo
do parto vaginal pode ir muito além da dor, causas como a mulher se sentir incapaz, frustações de
partos anteriores, complicações durante a gestação ou no pós parto, no caso das gestantes
multiparas, negligencia médica, alterções fisicas após o nascimento e entre outros, todos estes
aspectos vem desencadear uma série de senções e apreensão, fazendo com que influenciem estas
mulheres a optar por outra via de parto, como a cesaria eletiva. Autor(s) Marina da Silva Lima Orientador(s) Rauany Barrêto Feitoza Ano de Publicação 2022 Palavra Chave Parto natural. medo. parto. Curso FISIOTERAPIA Baixar |
| Percepção das gestantes sobre a assistência do enfermeiro no pré-natal na estratégia saúde da família no município de Jaguaribe - CE (E 170) | Késsia Valéska Barbosa Negreiros | ENFERMAGEM |
Percepção das gestantes sobre a assistência do enfermeiro no pré-natal na estratégia saúde da família no município de Jaguaribe - CE (E 170)
Resumo
gestação é uma experiência excepcional na vida de cada mulher, no entanto, ao longo desse período que corpo se adapta as mudanças fisiológicas. O pré-natal é de fundamental importância no período gestacional, no qual oferece um conjunto de procedimentos clínicos e educativos. Durante as consultas de pré-natal o enfermeiro deverá orientar a gestante quanto à importância do acompanhamento gestacional para que não haja nenhum risco durante o desenvolvimento fetal, executando ações preventivas associadas ás doenças maternas. Conhecer a percepção das gestantes sobre a assistência do enfermeiro no pré-natal na Estratégia Saúde da Família. Trata-se de uma pesquisa de caráter exploratória descritiva com abordagem qualitativa, que foi realizada com gestantes que realizam o pré-natal e que estão cadastradas na ESF, sendo utilizada como coleta de dados uma entrevista semiestruturada no qual foi gravada e as falas foram transcritas na Integra. Os dados coletados foram organizados por meio da proposta de analise de conteúdo de Bardin, a pesquisa foi realizada dentro dos preceitos da resolução 466/12 do Conselho Nacional de Saúde. Fol solicitada a autorização da pesquisa à Secretaria de Saúde do Município de Jaguaribe-CE, através do Termo de Anuência, no qual foi respeitado o anonimato das participantes. Diante da análise dos dados constatou-se que faixa etária variou entre 18 e 39 anos sendo observado que a maioria 07 (63,6%) das gestantes se encontra com idade entre 21 e 29 anos, foi identificado que 03 (27,3%) eram solteiras, 03 (27,3%) eram casadas e 05 (45,4%) tinham união estável, foi observado que 05 (45,4%) possuíam ensino fundamental, 03 (27,3%) com ensino médio, 03 (27,3%) com ensino médio incompleto, no que diz respeito a renda familiar 06 (54,6%) das mulheres tinha até um salário mínimo, mulheres que possuíam um salário >1 até 2 salários mínimos foram 05 (45,4%). Pode-se perceber que as gestantes participantes deste estudo possui algum conhecimento quanto a importância do acompanhamento pré-natal, onde percebeu-se que as entrevistas foram bem informadas quanto a alimentação e nutrição, verificou-se que as mesmas relatam serem bem acolhidas durante as consultas, e ter mais vinculo com a enfermeira da unidade. As gestantes relataram que os enfermeiros prestam uma assistência com orientações esclarecedoras contribuindo para um maior conhecimento sobre a importância das consultas. Portanto, espera-se que este estudo possa contribuir para o meio acadêmico, aperfeiçoamento científico sobre o tema, colaborando para que a sociedade em geral. Autor(s) Késsia Valéska Barbosa Negreiros Orientador(s) Douglas Vieira Braga Ano de Publicação 2017 Palavra Chave Enfermeiro. Gestantes. Pré-natal Curso ENFERMAGEM |
| Percepção das gestantes usuárias do sistema único de saúde quanto a humanização no parto natural (E 192) | Herica Cristiana Queiroz de Carvalho | ENFERMAGEM |
Percepção das gestantes usuárias do sistema único de saúde quanto a humanização no parto natural (E 192)
Resumo
O periodo gestacional é cercado por várias mudanças na vida da mulher, bem como na de seu parceiro e familiares, estas que afetam sua labilidade emocional. A humanização durante o atendimento aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) é uma das metas do Ministério da Saúde (MS) e a preparação do parto natural é um momento crucial para a gestante, pois caberá a mesma decidir o que será mais agradável e descartar o que não lhe agrada. O presente trabalho tem como objetivo geral verificar a percepção das gestantes usuárias do SUS do município de Orós Ceará quanto ao processo de humanização durante o parto natural. Trata-se de um estudo exploratório descritivo, com abordagem qualitativa e procedimento técnico do tipo estudo de campo realizado na Estratégia Saúde da Família (ESF) São Geraldo, Centro e São José, localizadas na sede do município de Orós-Ceará. A população da pesquisa foi integrada por 09 gestantes, com pré-natal (PN) ativo em todas as ESFs citadas do município supramencionado. Os dados foram coletados no mês de Outubro de 2017 através de uma entrevista semiestruturada. Observou-se que a maioria das gestantes expôs a rápida recuperação como maior argumento para a escolha do parto natural. Percebeu-se uma deficiência significante de conhecimentos referente à humanização e humanização no parto. Entretanto outras dão ênfase a qualidade do atendimento prestado pelos profissionais de saúde. Constatou-se que todas entrevistadas gostariam de ser tratadas bem pelos profissionais de saúde no processo do parto. Pode-se perceber que muitas gestantes referiram desconhecer seus direitos na parturição, muitas por ausência de orientação que devem ser repassadas desde o pré-natal, outras por falta de interesse em aprofundar-se no assunto. Fica evidente o papel da enfermagem na realização da assistência no pré-parto e parto, sendo indispensável um acolhimento humanizado a parturiente e acompanhante, explicando quanto aos procedimentos que serão ou poderão ser realizados. Concluiu-se que a humanização no parto na percepção das gestantes está relacionada ao formato de assistência prestada pelos profissionais de saúde, o repasse de orientações, ajuda, tranquilidade, são primordiais, bem como a atenção e o respeito a sua cultura e crenças e uma visão holística. Autor(s) Herica Cristiana Queiroz de Carvalho Orientador(s) Maria Jacielma Alves de Melo Araújo Ano de Publicação 2017 Palavra Chave Enfermagem. Gestante. Parto Humanizado. Sistema Unico de Saúde. Curso ENFERMAGEM |