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| Práticas docentes direcionadas para o desenvolvimento de habilidades de discentes do curso de enfermagem (CD-ROM PÓS 58) | Dezy Helena Leandro dos Santos Carvalho | PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU |
Práticas docentes direcionadas para o desenvolvimento de habilidades de discentes do curso de enfermagem (CD-ROM PÓS 58)
Descrição
O ensino superior é alicerce para a construção do processo de formação profissional, um
conjunto de práticas pedagógicas à luz da pesquisa científica que perpassa por fase de transição
histórica e evolutiva. Com o objetivo de relatar a experiência vivenciada por docente do curso
de graduação em Enfermagem de uma Universidade privada, na transição do processo de ensino
aprendizagem remoto para o presencial. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica, descritiva e
qualitativa, de tipologia relato de experiência vivenciado pela docente do curso de Enfermagem
de universidade privada. Observou-se que a prática docente em sala de aula culminou em
resultados importantes para a construção do saber e do sujeito como: a eficiência do processo
de ensino – aprendizagem ocorreu pela conexão afetiva vivenciada pela professora e alunos
integralmente; A sala de aula invertida, o uso de tecnologias e práticas pedagógicas
possibilitaram melhor motivação, assimilação dos conteúdos e potencialidade. Destacam-se os
desafios: a aula em turno noturno após dia de trabalho exaustivo, o sono, a má alimentação e o
cansaço dos alunos pelo deslocamento em transporte público para a instituição reduziam
significativamente o rendimento e o interesse pela disciplina. Portanto, é importante que mais
metodologias ativas sejam implementadas nos ambientes de aprendizagem do ensino superior,
mediante a realidade de cada turma e suas atividades sejam facilitadoras e efetivas no ensino
aprendizagem. Compreende-se que os desafios são existentes e servem como mediadores na
escolha e/ou troca do método a ser utilizado. Autor(s) Dezy Helena Leandro dos Santos Carvalho Orientador(s) Maria Erilúcia Cruz Macêdo Ano de Publicação 2024 Palavra Chave Ensino superior. Transformação. Habilidades. Curso PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU Baixar |
| Práticas dos enfermeiros da atenção básica na prevenção da gravidez na adolescência (E 522) | Bruna Kely Carneiro Vieira | ENFERMAGEM |
Práticas dos enfermeiros da atenção básica na prevenção da gravidez na adolescência (E 522)
Descrição
A gravidez na adolescência constitui-se num desafio e um sério problema de saúde pública
enfrentado na sociedade atual. Esta, ocorre por inúmeros fatores e motivos, no entanto, a falta
de educação, informações, práticas de promoção da saúde e prevenção com métodos
contraceptivos são os mais destacados. Na adolescência, a gravidez, acarreta diversos desafios
tanto para a gestante e feto quanto para as equipes de saúde responsáveis pela mesma,
sobretudo, os enfermeiros que atuam na Atenção Básica. Diante desse contexto, objetivou-se
analisar as práticas dos enfermeiros da Atenção Básica na prevenção da gravidez na
adolescência. Trata-se de um estudo exploratório, descritivo com abordagem qualitativa,
realizado com seis enfermeiros que atuam na Unidade de Atenção Primária à Saúde do
município de Jaguaribe, Ceará. A coleta de dados se deu no mês de junho de 2023, por meio de
uma entrevista semiestruturada. Todas as informações coletadas foram submetidas à técnica de
análise de conteúdo. A pesquisa seguiu as recomendações da Resolução 466/12 e foi aprovada
pelo Comitê de Ética e Pesquisa do Centro Universitário Dr. Leão Sampaio com o parecer de
nº 6.060.512. Em relação aos resultados, após o agrupamento dos conteúdos similares,
nasceram cinco categorias temáticas. A primeira apresenta a percepção que os enfermeiros têm
sobre a gravidez na adolescência, onde os mesmos apontam que se trata de um sério problema,
não só de saúde, mas, também uma questão social, cultural, econômica e familiar. Destacam
ainda que mesmo com tantas ações desenvolvidas o número de adolescentes grávidas só tem
aumentado. Na segunda categoria tem-se exposto a percepção dos participantes em relação ao
Programa Saúde na Escola e sua importância para as ações desenvolvidas com os adolescentes.
Logo, podemos observar através das falas que os enfermeiros conhecem o programa e sabem
de sua importância, mas, apontam que o mesmo não tem alcançado resultados positivos em
relação a prevenção da gravidez na adolescência. Já a terceira categoria exibe as principais
ações desenvolvidas pelos enfermeiros para a prevenção da gravidez na adolescência, sendo
constatada a realização de palestras educativas, orientações, rodas de conversa, atividades em
grupos na unidade de saúde e nas escolas e o atendimento individual. A categoria quatro já traz
as dificuldades enfrentadas pelos enfermeiros para desenvolver as ações de prevenção da
gravidez na adolescência, tendo por destaque a não adesão dos adolescentes às ações
desenvolvidas. A falta de um espaço propício para a realização das atividades também apareceu
como uma dificuldade. Na última categoria, foi apresentado a percepção dos enfermeiros sobre
sua atuação frente às ações desenvolvidas com os adolescentes no Programa Saúde na Escola,
sobretudo, a prevenção da gravidez na adolescência. Nesta, pode-se evidenciar que os
profissionais mesmo enfrentam vários desafios, buscam trabalhar as ações dentro de suas
possibilidades. Diante do exposto conclui-se que, os profissionais enfermeiros têm um papel
importante frente às práticas de prevenção da gravidez na adolescência. Todavia, estes precisam
de capacitação continuada voltadas à saúde do adolescente, locais apropriados para o
desenvolvimento das atividades, disponibilidade de outros profissionais de saúde, bem como o
acesso a matérias e insumos. Ressalta-se a importância da parceria com os pais e/ou
responsáveis, para juntos buscarem novas formas de trabalhar com os adolescentes a saúde
sexual. Portanto, a escola ainda é o local mais favorável para o desenvolvimento das atividades
educativas e o acolhimento do profissional torna-se imprescindível para a adesão dos
adolescentes às ações voltadas à prevenção da gravidez na adolescência. Autor(s) Bruna Kely Carneiro Vieira Orientador(s) Rafael Bezerra Duarte Ano de Publicação 2023 Palavra Chave Adolescente. Atenção Básica. Enfermeiro. Gravidez na Adolescência. Prevenção. Curso ENFERMAGEM Baixar |
| Práticas integrativas e complementares na atenção básica de saúde (E 369) | Douglas Batista Custodio | ENFERMAGEM |
Práticas integrativas e complementares na atenção básica de saúde (E 369)
Descrição
O Sistema Único de Saúde (SUS), começou a ofertar a toda e qualquer pessoa brasileira o
acesso gratuito, integral e universal a melhoria da qualidade de vida. Com o passar dos anos,
foi criado o Núcleo Ampliado de Saúde da Família (NASF), formado por uma equipe
multiprofissional, que devem atuar de modo integral e incentivar os grupos de Saúde da Família
e Atenção Básica. As Práticas Integrativas e Complementares (PICs), são intervenções que
utilizam mecanismos para o tratamento de doenças, fundamentados em saberes tradicionais,
regressado para precaver diversas patologias, como: hipertensão e depressão, dentre outras.
Dessa forma, o estudo objetiva investigar o conhecimento da equipe do Núcleo Ampliado de
Saúde da Família acerca das Práticas Integrativas e Complementares. A pesquisa foi
desenvolvida através de um estudo de campo, exploratório, descritivo com abordagem
qualitativa. O estudo foi realizado na Estratégia Saúde da Família, com os profissionais do
NASF no município de Orós/Ce, que totalizam 12 participantes. Os achados foram coletados
mediante um roteiro semiestruturado. Após a transcrição das entrevistas gravadas, o material
foi conferido, organizado e separado, mediante a análise de conteúdo de Bardin (2011),
acompanhando os princípios éticos e legais da Resolução 466/12, sendo aprovado através do
parecer da Plataforma Brasil de número 4.546.740. Nesta análise, percebe-se que no município
estudado, há uma maior presença de profissionais da faixa etária dos 20 a 29 anos; Observa-se
que o público feminino apresenta uma maior adesão na equipe do NASF; Constata-se que o
grupo multiprofissional possuem especialização na área da Saúde coletiva; Repara-se que os
analisados apresenta um tempo entre 1 a 10 anos de atuação na Atenção Primária a Saúde
(APS); Identifica-se que toda equipe conversada não possui nenhuma formação e/ou
qualificação em PICs. Dessa forma, obteve-se as seguintes categorias: Os profissionais têm
conhecimento quanto às PICs. Pode observar que, enquanto alguns têm sua ideologia formada
sobre o uso ou não das PICs, outros aderem e utilizam-se dessas práticas como forma de
tratamento alternativo. Evidenciou-se que existem diversas formas de cuidados oferecidos aos
pacientes, quando se relaciona com os modelos terapêuticos para a recuperação da saúde.
Destaca-se que os aspectos aos quais envolvem dificuldades na realização das terapias exercidas
no cotidiano, o conhecimento das práticas, o saber e a execução, são fatores evidentes para a
realização de uma nova abordagem interventiva. Foi possível observar a curiosidade de
conhecer primeiramente as PICs, para que logo em seguida possam colocá-las em prática.
Apontou-se que a vontade de buscar o conhecimento quanto às PICs, como forma de
aprimoramento do processo de recuperação do paciente é evidente pelos entrevistados.
Portanto, a equipe multiprofissional atua efetivamente nas PICs, mas os profissionais devem
manter seu compromisso em buscar qualificação na área para que suas ações possam trazer
melhorias aos usuários da APS. Autor(s) Douglas Batista Custodio Orientador(s) Cleciana Alves Cruz Ano de Publicação 2021 Palavra Chave Terapias Complementares. Estratégia Saúde da Família. Saúde Pública Curso ENFERMAGEM Baixar |
| Práticas integrativas e complementares no câncer de mama: conhecimentos e habilidades dos enfermeiros na atenção básica (E 345) | Janaine Gonçalves de Lima | ENFERMAGEM |
Práticas integrativas e complementares no câncer de mama: conhecimentos e habilidades dos enfermeiros na atenção básica (E 345)
Descrição
As Práticas Integrativas e Complementares são tratamentos terapêuticos embasados em
conhecimentos tradicionais, com objetivo de prevenir vários tipos de doenças. O câncer de
mama, é o perfil de doença oncológica que mais acomete o público feminino, e tem como
resultado a formação de um tumor na mama feminina, no entanto, pode acontecer no homem
também, porém, nas mulheres sua incidência é maior. O estudo tem como objetivo geral:
Compreender o uso de práticas integrativas e complementares no câncer de mama. E,
específicos, Identificar o conhecimento Enfermeiros da Atenção Básica de Saúde sobre as
práticas integrativas e complementares; Conhecer o uso e habilidades dos participantes do
estudo sobre práticas integrativas e complementares no tratamento do câncer de mama;
Identificar potencialidades e fragilidades no conhecimento e uso dos enfermeiros da Atenção
Básica de Saúde sobre práticas integrativas e complementares. A pesquisa trata-se de um estudo
de campo, exploratória, descritiva, com abordagem qualitativa. Será realizada na cidade Icó -
Ce na Estratégia Saúde da Família. Os dados serão coletados através de uma entrevista
semiestruturada com 06 Enfermeiros, seguindo o critério de saturação das respostas, no período
de dezembro de 2020, após aprovação do Comitê de Ética e Pesquisa. A análise de dados será
realizada por meio da análise de conteúdo de proposta por Bardin, após as transcrições e
codificação das entrevistas atribuindo a inicial do nome de cada enfermeiro. Depois, deverão
seguir as fases de análise dos discursos à luz da literatura pertinente. Esse estudo obedecerá aos
preceitos éticos da resolução 466/12, de 12 de dezembro de 2012 segundo o Conselho Nacional
de Saúde, sob o parecer de número 4.385.611. Os dados foram agrupados, organizados e
apresentados em forma de tabela. Começando pelo o perfil profissional, onde pode-se perceber
que, a maioria das profissionais possui um perfil de idade mais avançada, com isso contribui
para uma maior experiência e vivencias na área, principalmente ao que se referi aos cuidados
em pacientes oncológicos usando as práticas integrativas. Em contra partida, foi visto que as
profissionais, em sua maioria não possui especialização na área de Praticas Integrativas e
Completares. Durante a entrevista foi relatado pelas profissionais que nas UBS são poucos os
casos de câncer de mama e para as que tem algum curso na área de práticas, falta o material
para realização do procedimento. Foram elaboradas as seguintes categorias: Conhecimento
sobre Práticas Integrativas e Complementares; O uso das práticas integrativas como
complementares no tratamento do câncer de mama; A utilização das práticas integrativas e
complementares na assistência ofertada aos pacientes com câncer de mama; A opinião sobre
a utilização das práticas integrativas pelo os pacientes com câncer de mama; Os desafios e
potencialidades para utilização das PICs no câncer de mama nível de Atenção Básica. Dessa
forma, o estudo propõe que possa haver pesquisas com mais profissionais para a melhor
compressão sobre a relação entre práticas integrativas com o câncer e outras patologias. Autor(s) Janaine Gonçalves de Lima Orientador(s) Cleciana Alves Cruz Ano de Publicação 2021 Palavra Chave Cuidados de Enfermagem. Neoplasias da Mama. Terapias Complementares. Curso ENFERMAGEM Baixar |
| Práticas pedagógicas na educação física escolar: reflexões acerca de gênero (EF 82) | Jaqueline Pereira Clementino | EDUCAÇÃO FÍSICA |
Práticas pedagógicas na educação física escolar: reflexões acerca de gênero (EF 82)
Descrição
Essa pesquisa se justifica por meio de várias observações durante os períodos de vivências no
curso de graduação em licenciatura em Educação Física na escola, percebendo-se dessa forma
uma grande distinção nas atividades direcionadas aos meninos e as meninas. A partir dessas
colocações, a pesquisa sugere o seguinte questionamento: Que modelos de práticas
pedagógicas podem ser aplicadas para garantir a participação de ambos os gêneros no
ambiente escolar? O objetivo geral proposto trata-se de: Refletir sobre modelos/práticas
pedagógicas aplicadas para garantir a participação de ambos os gêneros no ambiente escolar.
A metodologia priorizada nesse estudo é descrita com uma abordagem qualitativa e
bibliográfica, seguida pela revisão integrativa da literatura. Nos achados, percebe-se que o
grande desafio dos docentes em obter êxito na participação de forma afetiva de ambos os
gêneros podem ser superadas com as formas de adequações das regras dos esportes para o
âmbito escolar, debates com os (as) discentes sobre atitudes de preconceitos e desigualdades
que são vivenciadas no ambiente escolar, fazendo-se necessário a implementação de uma
proposta para discussão dos temas relacionados a gênero na educação. Autor(s) Jaqueline Pereira Clementino Orientador(s) Erika Suyanne Sousa Silva Ano de Publicação 2021 Palavra Chave Práticas pedagógicas. Educação física. Igualdade de gênero. Curso EDUCAÇÃO FÍSICA Baixar |
| Preconceito diante de pessoas com transtornos mentais: Práticas no âmbito da saúde mental no enfrentamento ao preconceito (P 106) | Beatriz de Aquino Alves | PSICOLOGIA |
Preconceito diante de pessoas com transtornos mentais: Práticas no âmbito da saúde mental no enfrentamento ao preconceito (P 106)
Descrição
O preconceito frente às pessoas com transtorno mental é algo ainda visível nos dias atuais e é
um acontecimento que atribui ao sujeito uma carga de sofrimento, podendo assim representar
uma barreira às realizações pessoais desse indivíduo e a inserção na comunidade do mesmo, o
que é um objetivo do modelo atual das práticas do cuidado à pessoa com transtorno mental. O
processo que envolve o preconceito vem desde longe, o sujeito com transtorno mental pode se
sentir estigmatizado por ser enxergado como diferente diante das demais pessoas da sociedade.
Os equipamentos de substituição aos hospitais psiquiátricos, no caso os CAPS, têm um
importante papel de promover estratégias que busquem transformar a visão da sociedade diante
da loucura para que assim o preconceito seja superado e para que isso ocorra, inicialmente os
profissionais que atuam no serviço de saúde mental devem garantir reafirmar a cidadania das
pessoas que fazem uso dos serviços de saúde mental, tornando maior as discussões sobre os
direitos das pessoas com transtorno mental e serem anunciadores do quanto é necessário que o
estigma e o preconceito direcionado à pessoas com transtorno mental seja diminuído. O
presente trabalho tem o intuito de compreender as ações no campo da saúde mental para o
enfretamento ao estigma e preconceito às pessoas com transtornos mentais a partir da literatura
científica, onde para alcançar essa finalidade os objetivos específicos foram: identificar através
de publicações em base de dados quais as práticas dos profissionais de saúde mental no que
diz respeito aos impactos do preconceito na vida e cuidado das pessoas com transtornos
mentais, discutir as ações que têm sido realizadas pelos profissionais para lidar com o estigma
preconceito com pessoas com transtornos mentais. A pesquisa tem como metodologia a
abordagem qualitativa, do tipo exploratória, realizada a partir da revisão bibliográfica,
classificada como revisão de literatura. A pesquisa poderá assim, colaborar na redução do
preconceito/estigma mediante as pessoas com transtornos mentais e na reflexão sobre ações de
cuidado dos profissionais de saúde menta. Ao final da pesquisa foi possível compreender que
muita coisa mudou com a reforma psiquiátrica, que um novo modelo vem sendo desde então
erguido no âmbito da saúde mental, mas que em contrapartida se percebe que há certa
desproporção entre teoria e pártica, que é necessário uma desconstrução da idealização e da
cultura psiquiátrica que dividiu a doença da subjetividade do sujeito. Os profissionais da saúde
mental realizam ações que contribuem muito para a vida das pessoas com transtornos mentais,
mas que é perceptível que alguns acabam agindo ainda com desprezo, com ofensas fazendo
descaso aos usuários do serviço. Então se torna indispensáveis ainda mais ações que busquem
a diminuição do estigma e do preconceito, em especial para/pelos profissionais da rede. Autor(s) Beatriz de Aquino Alves Orientador(s) Welison de Lima Sousa Ano de Publicação 2018 Palavra Chave CAPS. Estigma. Equipe Muldisciplinar. Preconceito. Reforma psiquiátrica. Curso PSICOLOGIA Baixar |
| Prematuridade e o desenvolvimento infantil: uma revisão integrativa da literatura (E 534) | Pâmela Bezerra de Sousa | ENFERMAGEM |
Prematuridade e o desenvolvimento infantil: uma revisão integrativa da literatura (E 534)
Descrição
Introdução: A prematuridade é um fator que ocorre por diversos motivos, seja por idade
materna, condições sociais, fatores biológicos. Sendo considerado pela OMS como bebê
prematuro aquele que nasce com 37 semanas gestacionais, porém o que difere eles dos
demais bebês é a idade gestacional, com isso foi criado uma subclassificação dos RN
prematuros em prematuro tardio, muitos prematuros e prematuros extremos. Objetivo:
Identificar como a prematuridade pode afetar no desenvolvimento infantil. Metodologia:
O presente estudo caracteriza-se como uma Revisão de Integrativa da Literatura (RIL)
com uma abordagem qualitativa, desenvolvida através de uma revisão bibliográfica, com
embasamento em materiais científicos já publicados dados em plataformas on-line BVS,
LILACS , SCIELO e MEDLINE por meio do portal BVS, MEDLINE e SCIELO,
utilizando-se como Descritores em Ciência da Saúde (MeSH/DeCS) aplicado-se os
operadores booleanos “AND” e “OR”, “Recém-nascido prematuro AND
Desenvolvimento infantil AND”, no recorte temporal entre 2017 a 2023. Resultados:
Após a análise criteriosa dos materiais, foram selecionados 11 artigos. Os estudos
apresentaram que ás partes mais afetadas do desenvolvimento da criança nascido
prematura foram o desenvolvimento neuropsicomotor e o desenvolvimento linguístico,
ambas ás questões associadas e que passam a serem observadas durante seu crescimento
pelos pais ou no meio escolar. Os resultados possibilitaram a elaboração de duas
categorias: Desenvolvimento neuropsicomotor e Desenvolvimento linguistico.
Conclusão: Faz-se necessário, atentar-se para as limitações na formação dessa pesquisa,
que são elencadas pelos poucos estudos disponíveis sobre a prematuridade e o
desenvolvimento infantil, porém reafirma que a prematuridade é multifatorial, e ás
alterações observadas afetam todo o contexto familiar, pois eles necessitam de suporte
para ajudar no desenvolvimento da criança prematura. Autor(s) Pâmela Bezerra de Sousa Orientador(s) Celestina Elba Sobral de Souza Ano de Publicação 2023 Palavra Chave Prematuridade. Desenvolvimento infantil. Multifatores. Curso ENFERMAGEM Baixar |
| Prematuridade: uma reflexão e análise acerca do adoecimento psíquico da mulher (P 261) | Bruna Yandra Moreira Barreto | PSICOLOGIA |
Prematuridade: uma reflexão e análise acerca do adoecimento psíquico da mulher (P 261)
Descrição
A precocidade é o nascimento antecipado de neonatos antes das 37 semanas. Este trabalho
destaca a negligência diante o amparo a mulher que sofreu um interrompimento gestacional
brusco e o quanto isso a adoece. Objetiva expor os fatores preponderantes e que influenciam
diretamente esse adoecimento mental, dialoga como as representações sociais e violências no
modelo atual obstétrico aumentam essas taxas. As bases de dados utilizadas foram: Scielo
(Scientific Electronic Library Online), BVS (Biblioteca Virtual de Saúde), Pepsic (Periódicos
Eletrônicos em Psicologia) e Lilacs (Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da
Saúde). Foram utilizados 39 materiais que compõem artigos e livros. O seguinte manuscrito
apresenta-se como análise de literatura, pesquisa exploratória, bibliográfica, qualitativa e de
revisão narrativa. Com o presente estudo fica exposto a necessidade de se debruçar mais adiante
desta temática, que é pouco abordada. As considerações deste trabalho propõem uma mudança
na perspectiva da assistência neonatal, que servirá como fator de proteção e a Psicologia como
integrante da equipe multidisciplinar obstétrica e na contextualidade da UTI neonatal,
agregando as decisões conjuntas da equipe o olhar humanizado e singular, voltado a cada
parturiente em sua particularidade. Autor(s) Bruna Yandra Moreira Barreto Orientador(s) Lucas Ledo Alves Ano de Publicação 2022 Palavra Chave Prematuridade; Mãe; Adoecimento psíquico da mulher; Saúde da mulher. Curso PSICOLOGIA Baixar |
| Prevalência da leishmaniose canina em Icó/Ceará: um estudo retrospectivo (DG- M.V 1) | Caio Cesar Nunes de Lima | MEDICINA VETERINÁRIA |
Prevalência da leishmaniose canina em Icó/Ceará: um estudo retrospectivo (DG- M.V 1)
Descrição
A leishmaniose visceral canina (LVC) é uma zoonose endêmica em diversas regiões do Brasil, representando um importante desafio para a saúde pública. Este trabalho teve como objetivo analisar a prevalência da LVC no município de Icó, Ceará, entre os anos de 2021 e 2024, com base nos dados de testagens realizadas por meio de testes imunocromatográficos rápidos. Ao longo do período analisado, foram realizados 8.844 testes, dos quais 352 apresentaram resultados positivos, representando uma média de 3,98% de positividade. Observou-se uma variação na taxa de prevalência ao longo dos anos, com destaque para o aumento em 2024 (5,09%) e para a redução significativa nas eutanásias aplicadas aos animais positivos (de 87,39% em 2021 para 58% em 2024). A discussão dos dados foi realizada com base em literatura científica dos últimos 10 anos, apontando variações de prevalência em outras regiões do país, como Mossoró–RN (53%), Brasília–DF (9,19%), Patos–PB (11,33%) e Sobral–CE (5,7%). Também foi discutida a eficácia limitada da eutanásia como medida isolada de controle, sendo recomendadas estratégias integradas, como uso de coleiras inseticidas, tratamento medicamentoso e ações de educação sanitária. Conclui-se que os dados de Icó refletem a realidade de municípios do interior nordestino e reforçam a necessidade de políticas públicas mais eficientes, sustentáveis e eticamente fundamentadas no combate à LVC. Autor(s) Caio Cesar Nunes de Lima Orientador(s) Lorena de Carvalho Ramos Ano de Publicação 2025 Palavra Chave Flebotomíneos. Prevenção. Saúde Pública. Curso MEDICINA VETERINÁRIA Baixar |
| Prevalência de discinesia escapular em pacientes com escoliose (F 7) | Kayo Romain Feitoza Pinheiro | FISIOTERAPIA |
Prevalência de discinesia escapular em pacientes com escoliose (F 7)
Descrição
A coluna vertebral serve como eixo para o corpo, possui curvaturas fisiológicas
mantendo em perfeito alinhamento proporcionando estabilidade. A escoliose é uma
deformidade na coluna vertebral com presença de desvio lateral da coluna no plano
frontal, onde observa uma curvatura tridimensional e uma rotação das vertebras no
plano axial e sagital, classificada em estrutural e não estrutural. Levando alterações da
musculatura relacionada a escapula. A escapula tem como atividade principal exercer
um bom desempenho biomecânico dos membros superiores, adequando-se como uma
base de suporte para vários músculos. Este trabalho tem como objetivo analisar a
discinesia escapular em pacientes com escoliose. Trata-se de um estudo do tipo
quantitativo, transversal. Com 15 participantes que apresentassem discinesia escapular
associado a escoliose. Foi realizado a avaliação dos indivíduos através dos testes de
adams, flexão de joelho, translação anterior da cabeça do úmero e alamento escapular,
de forma aleatória sem subdivisão de grupos. Os dados coletados foram analisados
estatisticamente por meio do Software Statistical Package For The Social Sciences
(SPSS) versão 23.0. Após analises dos dados os mesmos foram disposto em tabelas
através do Microsoft Excel versão 2010. A pesquisa trás um numero 9 participantes que
apresentaram discinesia escapular associado a escoliose, apresentando relação
estatisticamente moderada, por motivo do pequeno numero da amostra. Apesar da
limitação do numero amostral e carência de estudos relacionados, a pesquisa afirma
que de maneira moderada existe uma ligação entre discinesia escapular e escoliose,
contribuindo para uma visão global do fisioterapeuta perante a alterações associadas. Autor(s) Kayo Romain Feitoza Pinheiro Orientador(s) Evandson Uchoa Lima Ano de Publicação 2018 Palavra Chave Fisioterapia. Discinesia Escapular. Escoliose. Curso FISIOTERAPIA Baixar |