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| Violência física e psicológica intrafamiliar contra crianças e seus impactos no desenvolvimento psicossocial (P 327) | Nivia Jordania Lima Viana | PSICOLOGIA |
Violência física e psicológica intrafamiliar contra crianças e seus impactos no desenvolvimento psicossocial (P 327)
Descrição
O presente estudo tem como foco discutir acerca da violência física e psicológica
intrafamiliar contra crianças e seus impactos no desenvolvimento psicossocial. Pretende-se
também compreender a atuação do profissional de psicologia frente à temática. Teve como
objetivo compreender sobre a dimensão da violência intrafamiliar sob o ponto de vista da
psicologia com foco na infância. O presente estudo partiu de uma revisão bibliográfica
integrativa, de cunho qualitativo, exploratório. Utilizou-se como fontes de pesquisas as
plataformas Google acadêmico e SciELO, com os descritores: “Violência doméstica infantil”,
“Psicologia” e o operador booleano "AND", com a pesquisa foi recuperado 190 trabalhos, após
delimitar o tempo de 5 anos, apareceram nas buscas apenas 98 trabalhos científicos que foram
incluídos para pré-análise, após este momento apenas 14 trabalhos permaneceram dentro dos
critérios de inclusão e exclusão. Desta forma, a pesquisa aponta que crianças vítimas de
violências tendem a sofrer impactos que irão repercutir durante toda sua vida, podendo se tornar
um indivíduo agressivo através do espelhamento que acontece como uma forma de
aprendizagem de atos vivenciados. Nesse sentido, o estudo evidencia que é necessário voltar a
atenção da sociedade para esta problemática e desconstruir atos agressivos como forma de
educar as crianças. Autor(s) Nivia Jordania Lima Viana Orientador(s) Isabela Bezerra Ribeiro Ano de Publicação 2024 Palavra Chave Criança. Família. Psicologia. Violência. Curso PSICOLOGIA Baixar |
| Violência intrafamiliar: consequências para o desenvolvimento infantil (P 349) | Geovanna Carlos De Souza | PSICOLOGIA |
Violência intrafamiliar: consequências para o desenvolvimento infantil (P 349)
Descrição
O trabalho pretende discutir os efeitos e consequências da violência intrafamiliar na infância e suas repercussões no desenvolvimento psicossocial. Destaca-se que o desenvolvimento de crianças expostas a violências durante a infância, pelos pais ou alguém da família, têm apresentado prejuízos segundo a literatura. A família tem o papel fundamental durante a infância, fase marcada pelas rápidas transformações, bem como o desenvolvimento da sua personalidade, desempenhando uma função central no desenvolvimento infantil. Tipos de violências como discussões dos pais que a criança presencia, violência físicas e sexuais podem ser apontadas como os tipos de violência intrafamiliar mais comum. Utilizou-se da Terapia Cognitivo Comportamental como aporte teórico. O estudo evidencia que ainda são comuns situações de violência intrafamiliar no cotidiano brasileiro, ressaltando a necessidade de mais intervenções a nível de políticas públicas e novas estratégias que possam abarcar essas famílias e vítimas. Autor(s) Geovanna Carlos De Souza Orientador(s) Davi Sampaio Cardoso Ano de Publicação 2024 Palavra Chave Violência intrafamiliar. Família. Infância. Desenvolvimento. Curso PSICOLOGIA Baixar |
| Violência no ambiente escolar: Uma revisão integrativa acerca das estratégias de enfrentamento na educação básica brasileira (P 108) | Maria Géssica de Lima | PSICOLOGIA |
Violência no ambiente escolar: Uma revisão integrativa acerca das estratégias de enfrentamento na educação básica brasileira (P 108)
Descrição
A escola é o segundo espaço após a casa e a família que mais contribui para o
desenvolvimento de socialização de crianças e jovens. Mas na realidade atual tem sido palco
de diversas manifestações de violência, que vem crescendo em proporções desmedidas.
Durante anos a violência na escola era tida apenas como violência patrimonial como o
contexto histórico bem retrata, mas ao longo do tempo foram surgindo vários tipos e formas
de manifestar-se. Assim, a escola tem perdido de fato seu real significado, e tem sido
impedida de realizar e concretizar sua função, que é de oferecer um espaço acolhedor e
formar cidadãos conhecedores de seus direitos e da sociedade, críticos, tolerantes e
respeitosos. O objetivo deste estudo é identificar por meio da literatura estratégias
pedagógicas de enfrentamento contra a violência escolar na educação básica brasileira. Tratase de uma revisão integrativa, onde foi realizada uma busca nas seguintes bases de dados:
Scielo, Pepsic e BVS. Os termos utilizados para obter os achados foram: Serviços de Saúde
Escolar, Violência, Prevenção Primária, e a junção desses descritores utilizando a expressão
AND. Oito artigos compuseram a amostra final desse estudo, sendo todos em língua
portuguesa. Após ter sido feita uma leitura minuciosa dos achados, foi possível reunir alguns
estudos que concordaram ao afirmar que a presença da violência no âmbito escolar é
motivada por vários fatores e acarreta em prejuízos significativos a vida de todos, seja aluno,
professores, demais profissionais, e a própria instituição. Desta forma, verificou-se na leitura
a existência de várias iniciativas que tem como objetivo a prevenção de situações de
violência, ambas corroboram no sentido de implicar a comunidade escolar em todas as ações,
tendo uma vista a democracia que cerca esse processo. Os estudos apontam que a violência é
um fenômeno complexo e multicausal, e destacam a importância do trabalho pautado na
interdisciplinaridade, numa equipe multiprofissional e na intersetorialidade. Autor(s) Maria Géssica de Lima Orientador(s) Hérico Maciel de Amorim Ano de Publicação 2018 Palavra Chave Violência. Serviços de Saúde Escolar. Prevenção Primária. Curso PSICOLOGIA Baixar |
| Violência obstétrica como expressão da violência institucional: impactos e desafios vivenciados por mulheres negras (D 270) | Jhulia da Costa Alves de Macêdo | DIREITO |
Violência obstétrica como expressão da violência institucional: impactos e desafios vivenciados por mulheres negras (D 270)
Descrição
Este trabalho analisou os impactos da violência obstétrica como expressão da violência institucional vivenciada por mulheres negras no Brasil, com foco nas interseccionalidades entre racismo estrutural, gênero e sistema jurídico. Diante disso, a pesquisa abordou as práticas abusivas, negligentes e discriminatórias presentes no atendimento obstétrico, evidenciando como o racismo institucional contribui para a perpetuação dessas violações, agravando a vulnerabilidade das mulheres negras. Assim, a ausência de legislação específica e a ineficácia dos aparatos jurídicos foram identificadas como fatores que dificultam a proteção e o acesso a um atendimento digno e humanizado. Ainda, por meio de metodologia qualitativa e análise bibliográfica, o estudo revelou que a violência obstétrica ultrapassa o âmbito individual e está inserida em um contexto de desigualdades históricas e estruturais, que naturalizam o sofrimento dessas mulheres e desconsideram seus direitos. Ademais, casos emblemáticos ilustram a omissão estatal e a necessidade urgente de políticas públicas antirracistas e interseccionais para a garantia da dignidade e integridade física e emocional das mulheres negras. Dessa forma, conclui-se que o enfrentamento efetivo da violência obstétrica requer transformação institucional, formação ética dos profissionais de saúde, tipificação penal adequada e a implementação de práticas humanizadas e equitativas. Por fim, este trabalho contribui para o debate sobre a necessidade de abordagens interseccionais nas políticas de saúde e justiça, reforçando a importância do respeito aos direitos a saúde da mulher negra no contexto obstétrico. Autor(s) Jhulia da Costa Alves de Macêdo Orientador(s) Layana Dantas de Alencar Ano de Publicação 2025 Palavra Chave Violência obstétrica. Racismo institucional. Mulheres negras. Direito a saúde. Políticas públicas. Curso DIREITO Baixar |
| Violência obstétrica: responsabilização penal dos profissionais de saúde no contexto do parto e pós-parto (D 276) | Layza Gabriela Moreira de Holanda | DIREITO |
Violência obstétrica: responsabilização penal dos profissionais de saúde no contexto do parto e pós-parto (D 276)
Descrição
Este trabalho teve como foco a análise da violência obstétrica, entendida como uma prática que viola os direitos humanos das mulheres e compromete sua dignidade, autonomia e integridade física e psicológica. Apesar de historicamente ignorada, essa forma de violência tem ganhado espaço nos debates sociais e jurídicos, sobretudo no Brasil, onde a precariedade dos serviços de saúde agrava ainda mais essa realidade. A pesquisa teve como objetivo geral examinar as condutas que caracterizam a violência obstétrica, bem como discutir a possibilidade de responsabilização penal dos profissionais de saúde que cometem tais práticas. Especificamente, busca compreender os direitos da parturiente assegurados pela legislação brasileira, identificar os atos que afrontam esses direitos e avaliar a efetividade das normas penais aplicáveis. A metodologia adotada foi de caráter qualitativo, com abordagem exploratória, baseada em levantamento bibliográfico e análise documental, utilizando o método dedutivo. A escolha do tema se fundamentou na urgência de enfrentar práticas desumanas no ambiente obstétrico, que, mesmo sem previsão penal específica, podem ser enquadradas em tipos penais já existentes. O estudo pretendeu, portanto, contribuir para o fortalecimento da proteção jurídica das mulheres e para a ampliação dos debates sobre a responsabilização penal no enfrentamento da violência obstétrica. Conclui-se que a violência obstétrica, sem tipificação penal específica, dificulta a responsabilização dos agentes, exigindo avanços legislativos e políticas públicas que assegurem o respeito e os direitos das mulheres. Autor(s) Layza Gabriela Moreira de Holanda Orientador(s) Layana Dantas de Alencar Ano de Publicação 2025 Palavra Chave Violência obstétrica. Direitos da mulher. Responsabilização penal. Direitos humanos. Parturiente. Curso DIREITO Baixar |
| Violência psicológica contra a mulher por parceiros íntimos e os impactos na saúde mental (P 223) | Julianne Alves Silva de Souza | PSICOLOGIA |
Violência psicológica contra a mulher por parceiros íntimos e os impactos na saúde mental (P 223)
Descrição
Este trabalho tem o enfoque na violência psicológica contra a mulher por parceiros íntimos,
esse tipo de violência está baseado nas relações de gênero, que pode desencadear nas
mulheres agravos na saúde física, psicológica, social e afetiva. Esse fenômeno é reproduzido
através de crenças e valores obtidos por meio do patriarcalismo,onde se estabelece uma
relação desigual de poder, podendo ser manifestadas por familiares (violência doméstica) ou
por parceiros íntimos. Dando enfoque maior à violência psicológica, esta se desenvolve de
maneira silenciosa, podendo evoluir para uma violência física, porém a violência psicológica
pode ser enxergada como um tipo de violência negligenciada. Diante disso, o presente
trabalho buscou compreender quais os prejuízos e riscos que a violência psicológica pode
trazer à saúde dessas mulheres. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica, de caráter
exploratório, com abordagem qualitativa, sendo a revisão de literatura de cunho integrativa. A
busca de dados foi realizada por meio de artigos relacionados ao tema, com busca na Scielo e
Lilacs, com os descritores: “violência psicológica”, “violência contra a mulher”, “violência de
gênero”,” violência doméstica e familiar”,” violência contra a mulher por parceiros íntimos”,
“políticas públicas e violência contra a mulher”,” o papel do psicólogo na violência contra
mulheres” e “consequências da violência psicológica”. Ademais, a violência psicológica
contra a mulher ocorre de maneira cíclica, e causa grandes prejuízos à saúde da mulher que é
acometida pela violência doméstica. Portanto, diante deste cenário observa-se a importância
das políticas públicas no enfrentamento à violência contra a mulher e especialmente a
relevância do papel do Psicólogo neste contexto. Autor(s) Julianne Alves Silva de Souza Orientador(s) Weydna Silva Freitas Ano de Publicação 2021 Palavra Chave Violência contra a mulher. Violência de gênero. Violência psicológica. Curso PSICOLOGIA Baixar |
| Violência sexual infantil no âmbito intrafamiliar: análise da (in) eficácia do ordenamento jurídico brasileiro e do ECA na proteção das vítimas (D 266) | Roberta da Silva Oliveira | DIREITO |
Violência sexual infantil no âmbito intrafamiliar: análise da (in) eficácia do ordenamento jurídico brasileiro e do ECA na proteção das vítimas (D 266)
Descrição
A violência sexual infantil no contexto intrafamiliar é uma grave violação dos direitos fundamentais da criança, afetando seu desenvolvimento físico, psicológico e social. A atuação do ordenamento jurídico brasileiro, especialmente do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), é indispensável para proteger as vítimas e responsabilizar os agressores. Analisar a (in)eficácia do ordenamento jurídico brasileiro, especialmente do ECA, na prevenção e combate à violência sexual infantil intrafamiliar. Qual a eficácia do ordenamento jurídico brasileiro e do ECA na proteção das crianças vítimas de violência sexual intrafamiliar, considerando a proteção das vítimas e a punição dos agressores? O tema é social e academicamente relevante, além de refletir o interesse da pesquisadora em compreender como as leis protegem as crianças, buscando identificar avanços e fragilidades na efetivação dos direitos infantojuvenis. Pesquisa qualitativa bibliográfica, com análise de 14 estudos das bases Scielo, Google Acadêmico e Lilacs, usando os descritores “Violência Sexual Infantil”, “Estatuto da Criança e do Adolescente” e “Ordenamento Jurídico Brasileiro”. A proteção dos direitos das crianças evoluiu com a Constituição de 1988 e o ECA. A violência sexual intrafamiliar, praticada por pessoas próximas, causa danos físicos e psicológicos graves e ocorre frequentemente de forma oculta. O ordenamento jurídico prevê punições rigorosas, porém enfrenta desafios como subnotificação, revitimização e fragilidade nas políticas públicas e na atuação dos órgãos de proteção. A legislação é adequada, mas sua eficácia depende do fortalecimento das políticas públicas, capacitação dos profissionais e melhor integração dos órgãos responsáveis para proteger as vítimas e responsabilizar os agressores. Autor(s) Roberta da Silva Oliveira Orientador(s) José Erbeson Lemos da Silva Ano de Publicação 2025 Palavra Chave Violência sexual infantil. Estatuto da criança e do adolescente. Poder público. Curso DIREITO Baixar |
| Violência sofrida pelo idoso durante a pandemia da covid 19 (E 569) | Matheus Pereira Saldanha | ENFERMAGEM |
Violência sofrida pelo idoso durante a pandemia da covid 19 (E 569)
Descrição
O envelhecimento é um processo contínuo marcado por mudanças biológicas, fisiológicas,
psicológicas e funcionais que afetam a saúde e a qualidade de vida dos idosos. A pandemia da
COVID-19 agravou as condições de vida dessa população, expondo-os a maiores riscos de
violência física, psicológica e financeira. Este trabalho busca explorar a extensão e os fatores
que contribuem para a violência contra idosos no contexto da pandemia. O objetivo geral foi
analisar a literatura vigente acerca da violência sofrida pelos idosos no período de pandemia
da COVID-19, enquanto os objetivos específicos: analisar o impacto do isolamento social e
da pandemia da COVID-19 no aumento da violência contra idosos, identificar as principais
vulnerabilidades da população idosa exposta e intensificada pela pandemia e descrever o
perfil das vítimas e dos agressores de violência contra idosos durante a pandemia. Foi
realizada uma revisão integrativa de literatura com base em artigos publicados entre 2019 e
2024. As fontes de pesquisa incluíram bases de dados como BDENF, BVS, LILACS,
PubMed e SciELO. Foram aplicados critérios de inclusão e exclusão para selecionar os
estudos mais relevantes sobre o tema, onde, 6 artigos atenderam a todos os critérios. Os dados
foram coletados e analisados para identificar padrões e tendências na violência contra idosos
durante a pandemia. Os resultados mostraram que o isolamento social durante a pandemia
teve um impacto significativo no aumento da violência contra idosos. A falta de acesso a
redes de apoio e serviços de saúde, juntamente com a convivência forçada com agressores
potenciais, exacerbou as situações de abuso. As principais vulnerabilidades identificadas
incluem a fragilidade física, o isolamento social e a dependência financeira. O perfil das
vítimas e agressores revelou que a violência é frequentemente perpetrada por pessoas
próximas, dificultando a identificação e intervenção. A pandemia da COVID-19 aumentou a
violência contra idosos, devido ao isolamento social e falta de apoio. A convivência com
agressores e a fragilidade dos idosos intensificaram o problema. É crucial fortalecer políticas
públicas e capacitar profissionais de saúde para proteção e prevenção eficazes. Pesquisas
contínuas e medidas de prevenção são essenciais para enfrentar essa questão. Autor(s) Matheus Pereira Saldanha Orientador(s) Clélia Patrícia da Silva Limeira Ano de Publicação 2024 Palavra Chave Violência. COVID 19. Idoso. Curso ENFERMAGEM Baixar |
| Visita domiciliar do enfermeiro na estratégia saúde da família: sob o olhar do idoso (E 344) | Gismaria Bezerra Batista | ENFERMAGEM |
Visita domiciliar do enfermeiro na estratégia saúde da família: sob o olhar do idoso (E 344)
Descrição
Introdução: O envelhecimento da sociedade brasileira vem acontecendo de forma bem
acelerada nos últimos tempos. As transformações na estrutura etária no Brasil incidiram dentre
os anos 1940 e 1960, no qual a nação presenciou uma redução expressiva da mortalidade,
conservando a fecundidade em níveis elevados. O aumento da expectativa de vida, na realidade,
é uma conquista de qualquer nação. Todavia, só pode ser avaliado como amplo avanço na
proporção em que se acrescente qualidade de vida ao envelhecimento. Neste contexto, a
Estratégia Saúde da Família (ESF), a qual foi lançada como Programa Saúde da Família (PSF)
nasce para reorganizar o modelo assistencial da rede básica de saúde no Brasil. A Visita
Domiciliar (VD) constitui uma ação fundamental da ESF, desenvolvida pelos ACS, enfermeiros
e outros profissionais que atuam dentro da atenção básica. Objetivo: Identificar as percepções
dos idosos em relação à visita domiciliar realizada pelo enfermeiro da atenção básica de saúde.
Metodologia: O estudo foi desenvolvido através de uma pesquisa de campo, com recursos e
procedimentos metodológicos qualitativos, por meio do uso dos instrumentos e técnicas:
questionário e observação. A unidade básica de saúde estudada foi a Estratégia Saúde da
Família São Geraldo, do município Icó- CE, no qual entrevistamos 10 idosos, durante o período
de novembro de 2020 a dezembro de 2020. E a partir de uma perspectiva teórico-crítica,
buscamos compreender, os caminhos viáveis a uma intervenção condizente com a
reorganização da Estratégia Saúde da Família que pressupõe a visita domiciliar como
possibilidades de interação no cuidado à saúde da pessoa idosa. Resultados: Como resultado o
estudo mostra a importância da oferta do enfermeiro no cuidar em saúde ao idoso no âmbito
familiar de forma a garantir ao usuário uma atenção qualificada. Como desafios foi possível
identificar as dificuldades frente às ações desenvolvidas na Visita Domiciliar que precisam ser
realizadas em caráter continuado de forma a garantir a melhoria da qualidade de vida da pessoa
idosa e acompanhar suas demandas em família. Conclusão: Pode-se concluir que é necessário
repensar as práticas das equipes de Atenção Básica para que a visita domiciliar seja vista como
possibilidade para que ações de promoção da saúde sejam implementadas. E que apesar dos
avanços ainda existe amplos desafios a serem superados para a oferta de uma assistência
humanizada fundada no acolhimento domiciliar. Autor(s) Gismaria Bezerra Batista Orientador(s) Clélia Patrícia da Silva Limeira Ano de Publicação 2021 Palavra Chave Visita domiciliar. Enfermeiro. Percepção do idoso Curso ENFERMAGEM Baixar |
| Vítimas de violência física, de ferimentos por arma branca e por arma de fogo (E 399) | Lucas Gomes da Silva | ENFERMAGEM |
Vítimas de violência física, de ferimentos por arma branca e por arma de fogo (E 399)
Descrição
A violência no Brasil hoje é uma realidade que trouxe muitos problemas de gestão e de saúde
pública. Além de um elevado número de mortes causado pela violência, altas somas do
dinheiro público são gastos no tratamento de pacientes acometidos, e muitas vezes, este
tratamento seguirá pelo resto de sua vida, no caso das lesões incapacitantes permanentes.
Este debate tem sido muito abordado em vários países do mundo, entre eles, o Brasil. O
estudo objetivou caracterizar o perfil das vítimas de violência física, de ferimentos por arma
de fogo e ferimento por arma branca. Tratou-se de um estudo descritivo, com abordagem
qualitativa e procedimento técnico de revisão integrativa, realizado na base de dados da
Biblioteca Eletrônica Científica Online (ScIELO) e na base de periódicos da coordenação de
aperfeiçoamento pessoal de nível superior (CAPES), no período de março a abril de 2021.
Foram usados os descritores “armas brancas”, “armas de fogo” e “violência” para iniciar a
pesquisa na literatura. A análise foi dividida em três etapas: pré-análise, exploração do
material e processamento dos resultados. A primeira etapa é o processo inicial de organização
da pesquisa o pensamento inicial é investigado por meio da seleção da literatura utilizada, da
estrutura hipotética e do índice de interpretação final, será definido o escopo da literatura e
selecionado o objeto de pesquisa. Após uma análise detalhada dos artigos selecionados,
surgiram duas categorias: perfil dos acometidos FAF e FAB; CATEGORIA 2- Verificar os
principais danos físicos e sequelas em pacientes acometidos por FAF e FAB. Diante disto, foi
diagnosticado um público com maior vulnerabilidade e probabilidade de cometer delitos e
aumentar os níveis de violência e criminalidade. O perfil dos acometidos em acidentes
envolvendo armas de fogo e armas brancas geralmente são adultos jovens do sexo masculino,
em idade entre 20 a 39 anos, de cor negra, com baixa escolaridade cursando na maioria das
vezes apenas o ensino fundamental ou menos, e que fizeram uso de bebidas alcóolicas ou de
drogas nas ultimas seis horas antes das ocorrências. Autor(s) Lucas Gomes da Silva Orientador(s) Josué Barros Júnior Ano de Publicação 2021 Palavra Chave Armas brancas. Armas de fogo. Violência. Curso ENFERMAGEM Baixar |