| Título | Autor | Curso | Visualizar |
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| Holding familiar como instrumento no planejamento sucessório (D 284) | Inna Carolina Lima Diógenes | DIREITO |
Holding familiar como instrumento no planejamento sucessório (D 284)
Resumo
Este Trabalho de Conclusão de Curso tem como objetivo analisar a Holding Familiar como instrumento jurídico eficaz no planejamento sucessório, com ênfase na preservação patrimonial, na continuidade das atividades empresariais e na prevenção de litígios entre herdeiros. A pesquisa adota abordagem qualitativa e método dedutivo, fundamentando-se em levantamento bibliográfico e documental, com destaque para a legislação brasileira, doutrina especializada e dados estatísticos atualizados. O estudo inicia-se com a conceituação e a importância do planejamento sucessório, abordando seus fundamentos legais e os instrumentos mais utilizados para a organização da sucessão hereditária; em seguida, explora-se o conceito de holding, suas modalidades e aplicações no contexto societário, culminando na análise da Holding Familiar enquanto ferramenta de governança patrimonial e sucessória. A centralização dos bens em uma única pessoa jurídica, associada à antecipação da sucessão por meio da doação de quotas ou ações com cláusulas restritivas, confere segurança jurídica e estabilidade à gestão do acervo familiar. Destaca-se, ainda, a relevância do modelo para empresas familiares brasileiras, com recorte específico para a região do Vale do Jaguaribe, no Ceará, onde a predominância de empreendimentos familiares torna a adoção da holding um mecanismo estratégico de continuidade econômica. Autor(s) Inna Carolina Lima Diógenes Orientador(s) Gabrielly Araújo dos Santos Ano de Publicação 2025 Palavra Chave Holding Familiar. Planejamento Sucessório. Governança Patrimonial. Empresas Familiares. Direito Societário. Curso DIREITO Baixar |
| Homicídio no trânsito causado por condutor na direção de veículo automotor sobre os efeitos do álcool: dolo eventual ou culpa consciente? (D 109) | Régis Adriano Cosme de Amorim | DIREITO |
Homicídio no trânsito causado por condutor na direção de veículo automotor sobre os efeitos do álcool: dolo eventual ou culpa consciente? (D 109)
Resumo
Um dos desafios na atualidade é a busca da imputação correta na condenação ao agente
causador do homicídio no trânsito sobre o efeito de álcool, sob o olhar da legislação e
jurisprudência brasileira. A decisão de elevar essa conduta a um crime foi motivada por relatos
de que mais de 70% dos acidentes de trânsito ocorriam devido ao consumo de álcool pelos
condutores. Diante desses fatos, o legislador se viu obrigado a tomar medidas para enfrentar
essa situação. Porém, como problematizar, no prisma do Direito Penal, a atuação do agente
delitivo que pratica homicídio no trânsito decorrente de estar sob influência de álcool e na
direção de veículo automotor? Feito uma pesquisa de estudos bibliográficos, método indutivo,
se baseando na generalização de propriedades comuns encontradas em um número específico
de casos que podem ser observados em todas as ocorrências futuras de eventos semelhantes.
Sua aplicação é imprescindível, pois permite a obtenção de conhecimentos passíveis de
comprovação e verificação, ampliando as possibilidades de avanço e validação no campo
científico. A implementação do §3º do artigo 302 do Código de Trânsito Brasileiro pela Lei nº
13.546/17 trouxe a figura do homicídio no trânsito causado por agente sob influência de álcool
ou outras substâncias psicoativas que determinam dependência. Em contextos em que o
condutor, estando embriagado, dirige um veículo automotor e resulta na morte de terceiros,
sempre houve debate em relação ao elemento subjetivo que caracterizaria sua conduta, ou seja,
se agiu com culpa consciente ou dolo eventual. Observa-se que os Tribunais não têm
posicionamento definitivo quanto a existência de dolo eventual ou culpa consciente no caso de
homicídio por agente embriagado em veículo automotor. Buscam-se analisar caso a caso,
observando as circunstâncias, uma busca por uma somatória ou não, de atitudes do condutor
para definir se sua conduta foi praticada com dolo eventual ou culpa consciente. Autor(s) Régis Adriano Cosme de Amorim Orientador(s) José Ewerton Bezerra Alves Duarte Ano de Publicação 2023 Palavra Chave Embriaguez ao volante. homicídio no trânsito. dolo eventual. culpa consciente. Curso DIREITO Baixar |
| Homofobia e mundo do trabalho: as barreiras do preconceito e o impedimento ao exercício de cidadania - um estudo exploratório realizado com os jovens pertencentes a comunidade LGBTT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais) do município de Cedro-CE (SS 248) | Gelzemir Silva De Lima | SERVIÇO SOCIAL |
Homofobia e mundo do trabalho: as barreiras do preconceito e o impedimento ao exercício de cidadania - um estudo exploratório realizado com os jovens pertencentes a comunidade LGBTT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais) do município de Cedro-CE (SS 248)
Resumo
Este estudo aborda a temática das relações de gênero no mundo de trabalho, mais
precisamente discute sobre a homofobia, a intolerância, e a discriminação contra
homossexuais em seus espaços ocupacionais, e a compreensão dessa realidade como uma
problemática social. Tem como objetivo analisar a dificuldade que os jovens pertencentes a
comunidade LGBTT sofrem para adentrarem no mercado de trabalho. Foi um estudo
exploratório realizado no município de Cedro-Ce, sendo identificado uma carência de jovens
homossexuais inseridos no mercado de trabalho desse município. Uma amostra aleatória da
população LGBTT, foi o objeto de estudo dessa pesquisa e traçando um perfil
socioeconômico desses jovens pode-se aprofundar-se melhor de suas diferentes realidades. Na
revisão de literatura contextualizamos sobre a historicidade da homossexualidade,
conceituando o preconceito e a homofobia, elaboramos o contexto histórico da Política de
Assistência na efetivação dos direitos sociais, e analisamos a realidade do mercado de
trabalho brasileiro. Como metodologia, o método utilizado foi o dialético, com uma
abordagem qualitativa, utilizando da entrevista como coleta de dados. Para compreender os
resultados, analisamos as opiniões dos entrevistados, discutindo sobre as relações do
preconceito quanto ao impedimento da efetivação dos direitos inerentes a estes. Autor(s) Gelzemir Silva De Lima Orientador(s) Nayana Lima Santos Ano de Publicação 2015 Palavra Chave Homofobia. Trabalho. Direitos. Curso SERVIÇO SOCIAL |
| Homofobia na escola: Discussão sobre gênero e sexualidade no cenário escolar (P 117) | Tamirys de Paula Almeida | PSICOLOGIA |
Homofobia na escola: Discussão sobre gênero e sexualidade no cenário escolar (P 117)
Resumo
O tema homofobia é um conceito discutido nos cenários sociais, e um grande número de
pessoas vem sofrendo esse tipo de discriminação constantemente. A homofobia é uma
violência ou agressão verbal contra pessoas que possuem uma opção sexual diferenciada
do que é pregado e cobrado normativamente pela sociedade. Tendo em vista essa discussão
procurou-se compreender como esta aparece dentro do contexto educacional e escolar. A
educação é indispensável para a construção de cidadania de cada indivíduo, dessa forma a
escola acaba sendo a maior ferramenta para formação de discussões, valores,
comunicações e convívio social. Sexo é o biológico, gênero o social, e ambos são
compostos pelas diferentes culturas existentes. O gênero então e muito mais do que o sexo,
sendo que não seria a genitália com que o mesmo nasceu ou os seus cromossomos que
definem realmente o que o indivíduo é, importando também como cada um se percebe, em
seu corpo em sua expressão social como homem ou mulher. A metodologia utilizada neste
trabalho será do tipo bibliográfico, sistemático e exploratório. Sendo utilizada também a
análise do conteúdo para o estudo do material coletado. Dentro dos resultados analisados
foi possível ver que nas escolas existem pouca ou nenhuma discursão sobre gênero e
sexualidade, acarretando uma falha que deveria ser analisada pelos órgãos responsáveis
pela educação, pois qualquer coisa que fuja do padrão imposto pela sociedade sofre
hostilização e é vista como errado, diante deste seria importante que existissem grupos que
discutam sobre o assunto, a inserção deste conteúdo em salas de aulas. Autor(s) Tamirys de Paula Almeida Orientador(s) Antoniel dos Santos Gomes Filho Ano de Publicação 2019 Palavra Chave Homofobia. Gênero. Escola. Curso PSICOLOGIA |
| Homossexualidade e sociedade: Ótica dos discentes do sexo masculino do curso de serviço social de uma IES do município de Icó-Ceará (SS 167) | Teodata Rogelia Alves de Queiroz | SERVIÇO SOCIAL |
Homossexualidade e sociedade: Ótica dos discentes do sexo masculino do curso de serviço social de uma IES do município de Icó-Ceará (SS 167)
Resumo
Neste estudo discute-se o gênero como uma construção sócio-histórica dos
indivíduos, onde as experiências vivenciadas e experimentadas ao longo de sua vida
são constituintes de matrizes que possibilitam o indivíduo a delinear uma percepção
do que é ser menino ou menina, homem ou mulher, masculino ou feminino em sua
subjetividade. Assim o estudo tem como objetivo analisar os contextos sobre
homossexualidade na atualidade, através da ótica dos discentes do sexo masculino
do 8º semestre do curso de Serviço Social de uma Instituição de Ensino Superior do
município de Icó-CE. Para o desenvolvimento do mesmo utilizou-se inicialmente de
uma revisão de literatura, posteriormente foi utilizado um questionário
semiestruturado com a seguinte pergunta: Quais são as relações entre
homossexualidade e sociedade no contexto atual?. Para analise do conteúdo
expressado pelos informantes utilizou-se do método dialético, dando um caráter
qualitativo para o estudo. Percebeu-se no conteúdo que os discentes envolvem
questões correlacionadas ao modo como a sociedade lida com a questão da
homossexualidade, além do preconceito enfrentado pela população, e das lutas
sociais que buscam desconstruir uma visão errônea acerca da homossexualidade. Autor(s) Teodata Rogelia Alves de Queiroz Orientador(s) Antoniel dos Santos Gomes Filho Ano de Publicação 2014 Palavra Chave Homossexualidade. Sociedade. Sexo. Gênero. Sexualidade Curso SERVIÇO SOCIAL |
| Humanização da assistência de enfermagem ao idoso (E 388) | Jeruzia Pinheiro Torres | ENFERMAGEM |
Humanização da assistência de enfermagem ao idoso (E 388)
Resumo
O envelhecimento é um processo sequencial, individual e irreversível. É uma etapa da vida
marcada por progressivas transformações. Nos dias atuais este processo é compreendido como
um desafio para a saúde pública mundial, visto o acentuado aumento da população idosa.
Portanto, é imprescindível a assistência da enfermagem na terceira idade, pois sabe-se que são
usuários que necessitam de uma atenção em saúde maior que as demais faixas etárias. Visto
que, o enfermeiro é um dos principais responsáveis por promover o cuidado, seu papel em
ofertar a assistência de forma humana se torna fundamental. Objetivou-se com este estudo
analisar a produção científica acerca da humanização da assistência de enfermagem ao idoso.
Trata-se de um estudo exploratório-descritivo, do tipo Revisão Integrativa de Literatura (RIL),
compreendendo estudos nacionais publicados entre 2011 e 2020, no portal da Biblioteca Virtual
de Saúde (BVS). O levantamento dos artigos ocorreu durante o período de maio a junho de
2021. A busca dos artigos foi realizada por meio do cruzamento de descritores e uso do operador
booleano: “Assistência de enfermagem” and “Idoso” and “Humanização”, onde pode-se obter
um total de 160 artigos, após aplicação dos filtros restaram 68 para análise. Posteriormente
leitura, análise e aplicação dos critérios de inclusão e exclusão sob os 68 estudos, restaram para
compor a amostra final dessa RIL 26 artigos. Depois da análise dos estudos, foi possível
identificar duas dimensões de assistência, uma relacionada a assistência de enfermagem ao
idoso no âmbito da Atenção Básica, e a outra, acerca da assistência de enfermagem ao idoso no
âmbito hospitalar. Ao analisar os estudos que abordava a assistência ao idoso na área da
Atenção Básica pode-se identificar duas categorias: 1 - Assistência humanizada da enfermagem
à pessoa idosa no âmbito da Atenção Básica e; 2 - Principais obstáculos enfrentados pelos
enfermeiros para ofertar assistência ao idoso de forma humanizada na Atenção Básica. Na
análise dos achados acerca da assistência ao idoso no ambiente hospitalar evidenciou-se
também duas categorias: 1 - Assistência humanizada da enfermagem à pessoa idosa
hospitalizada e; 2 - Obstáculos enfrentados pelos enfermeiros para ofertar assistência
humanizada ao idoso hospitalizado. Nas duas áreas de assistência pode-se identificar a
importância da assistência humaniza a pessoas idosa, mas, algumas dificuldades ainda limitam
a atuação do enfermeiro, impedindo a oferta de uma assistência mais humanizada, como a falta
de formação especializada na área da geriatria e gerontologia, carga de trabalho pesada, ações
governamentais ineficazes e outros obstáculos que impedem que os idosos recebam cuidados
diferenciados e específicos. Os dados revelaram, que os enfermeiros compreendem a
necessidade de uma atenção humanizada à pessoa idosa, porém, as grandes demandas da
profissão tornam a sua assistência mecanizada e tecnicista. Portanto, conclui-se que, é
necessário mudar as atitudes e efetividade dos profissionais, assim como, se faz necessário a
garantia das políticas públicas para satisfazer as recomendações especificas de prioridade as
pessoas idosas, com vista a garantir o cuidado humanizado e o bem-estar da pessoa idosa,
possibilitaria um envelhecimento mais tranquilo, saudável e de qualidade. Autor(s) Jeruzia Pinheiro Torres Orientador(s) Rafael Bezerra Duarte Ano de Publicação 2021 Palavra Chave Assistência de enfermagem. Idoso. Humanização. Curso ENFERMAGEM Baixar |
| Humanização do cuidado em unidade terapia intensiva: percepção do enfermeiro sobre a importância e aplicabilidade (E 472) | Bárbara Oliveira Costa | ENFERMAGEM |
Humanização do cuidado em unidade terapia intensiva: percepção do enfermeiro sobre a importância e aplicabilidade (E 472)
Resumo
A humanização busca proporcionar o conforto físico, psíquico e espiritual do ser humano, seja
ele, paciente, familiar ou profissional. Prontamente, humanizar incide em dar auxílio
individual diante da necessidade de cada um. O cuidado humanizado em UTIs está
relacionado à necessidade de manutenção da dignidade do ser humano e o respeito por seus
direitos em todas as fases da vida. Contudo, este tema também envolve a forma de conduzir as
ações de trabalho em saúde para o alcance de melhorias, não só individuais, mas também
coletivas, pessoais e estruturais nas instituições de saúde. O estudo objetivou-se analisar as
produções cientificas acerca da percepção do enfermeiro sobre a importância e aplicabilidade
do cuidado humanizado em Unidade de terapia Intensiva. O estudo realizado é do tipo
bibliográfico, do tipo revisão integrativa de literatura (RIL), tendo com base de dados a
biblioteca virtual de Saúde (BVS), através dos descritores em ciência da saúde (DeCS) :
Humanização; Unidade de Terapia Intensiva; Enfermagem. O levantamento ocorreu durante o
período de fevereiro à abril de 2022. Foram selecionados para compor a amostra desse estudo,
14 artigos. Os dados foram analisados a partir da análise de conteúdo proposto por Bardin.
Diante dos achados, emergiram-se quatro categorias: 1- Importância da assistência de
enfermagem no cuidado humanizado em Unidade de Terapia Intensiva. 2- Caracterizando os
processos assistências da Unidade de Terapia Intensiva. 3- Dificuldades encontradas pelos
profissionais para realizarem um atendimento Humanizado na unidade de terapia intensiva.
Onde foi possível evidenciar a importância que é o método, que por muitas vezes fazem o
enfermeiro se aproximar do paciente e deixar o cuidado mais leve, fazendo um efeito tão bom
quanto aos medicamentosos, como também os processos onde foi visto a importância da
comunicação do acolhimento e do estreitamento de relação, e por fim as dificuldades onde a
falta de conhecimento ou o medo de fazer uma nova técnica por estar abaixo do enfermeiro.
Prontamente, concluiu-se que ainda existe poucos artigos e pouco conhecimento sobre
humanização em uma UTI, Tendo uma carência sobre tal questão, porem contemplando que é
necessário um cuidado mais empático com um olhar mais o holístico, respeitando a
individualidade de cada paciente. Autor(s) Bárbara Oliveira Costa Orientador(s) Layane Ribeiro Lima Ano de Publicação 2022 Palavra Chave Humanização, UTI, Enfermagem, Cuidado. Curso ENFERMAGEM Baixar |
| Humanização do cuidado no ambiente hospitalar: Uma revisão integrativa (E 256) | Rosângela Danila de Souza | ENFERMAGEM |
Humanização do cuidado no ambiente hospitalar: Uma revisão integrativa (E 256)
Resumo
A humanização é compreendida como um conjunto de diretrizes e princípios que garantem à
valorização dos envolvidos no processo de produção de saúde dos usuários, trabalhadores e
gestores, incluindo ações de trabalho mediante as rodas de conversa, oficinas e estímulos às
atividades coletivas, além da autonomia e o protagonismo, corresponsabilidade, os vínculos
solidários, a participação coletiva, a identificação com a ambiência e com o melhoramento das
condições de trabalho para seus profissionais. Diante disto, esta pesquisa buscou analisar a
produção cientifica sobre a humanização da assistência de enfermagem no ambiente
hospitalar, durante o período de 2012 a 2017, visando compreender a concepção dos
enfermeiros a respeito da humanização, verificar os fatores que interferem na prática do
atendimento humanizado apontados pelos profissionais e identificar os recursos utilizados
para promoção da humanização no ambiente hospitalar. A referida pesquisa consiste em uma
revisão integrativa da literatura de abordagem qualitativa, realizada por intermédio de uma
revisão bibliográfica, com base em literaturas científicas já publicadas nas bases de diferentes
diretórios on-line. A pesquisa ocorreu durante de julho a agosto de 2018 na Biblioteca Virtual
de Saúde, utilizando-se 17 artigos com disponibilidade de texto completo para análise, no
idioma português, retratando a temática de humanização na enfermagem hospitalar,
publicados no período de 2012 a 2017, visto que se buscou as publicações mais recente dos
últimos 5 anos. Foram excluídos os artigos de revisão que apresentavam duplicidade de
conteúdo. Os resultados foram analisados a partir da técnica de Análise de Conteúdo de
Bardin, constituída de três fases distintas, pré-análise, exposição do material e tratamento dos
resultados. Com relação aos resultados do estudo, obteve-se que a maior parte dos trabalhos
publicados na área, foram em 2013, a maioria estudos qualitativos. Para as discussões, foram
criadas três categorias: a visão dos enfermeiros sobre a humanização na assistência de
enfermagem hospitalar, de onde se pode destacar que as enfermeiras apresentavam amplo
conhecimento acerca da temática, entretanto, baixa capacidade de implementá-lo; Dificuldade
dos profissionais de enfermagem no atendimento humanizado, de onde se revelou que
questões envolvendo infraestrutura, desvalorização profissional e dificuldade de
relacionamento interpessoal, representam as principais dificuldades na humanização; e, os
instrumentos utilizados para promover a humanização hospitalar, onde se destaca que o apoio
acadêmico na formação profissional, melhorias estruturais dos hospital, visão holística dos
pacientes, apoio aos acompanhantes e o tratamento com carinho dos pacientes, foram
apresentados como os principais meios de promover a humanização. Por meio da aplicação do
traçado metodológico correto, foi possível alcançar os objetivos desta pesquisa de maneira
satisfatória. Mas que muitos avanços precisam ser tomados rumo às melhorias na
humanização da assistência de enfermagem. Autor(s) Rosângela Danila de Souza Orientador(s) Rayanne de Sousa Barbosa Ano de Publicação 2018 Palavra Chave Enfermagem. Hospital. Humanização Curso ENFERMAGEM Baixar |
| Humanização e cuidados paliativos: o papel da psicologia no luto hospitalar em UTI (P 339) | Maria Laís Da Silva Paulino | PSICOLOGIA |
Humanização e cuidados paliativos: o papel da psicologia no luto hospitalar em UTI (P 339)
Resumo
Este trabalho aborda a importância dos cuidados paliativos e do processo de humanização em Unidades de Terapia Intensiva (UTI), com foco no papel da psicologia hospitalar. O estudo explora como o suporte psicológico contribui para o enfrentamento do luto antecipatório e o acolhimento dos familiares de pacientes terminais. A pesquisa é uma revisão integrativa de literatura, visando compreender como a atuação do psicólogo pode auxiliar na qualidade de vida dos pacientes em terminalidade, promovendo um ambiente mais humanizado e sensível às necessidades emocionais e psicológicas. Conclui-se que a psicologia hospitalar desempenha um papel essencial no apoio ao paciente e aos familiares, além de colaborar com a equipe multiprofissional para uma assistência integrada e compassiva. Este trabalho destaca a relevância de uma abordagem empática e qualificada para os cuidados paliativos, que respeite a dignidade e as subjetividades dos envolvidos no processo de morte e morrer. Autor(s) Maria Laís Da Silva Paulino Orientador(s) Maria Conceição Lucas Soares Ano de Publicação 2024 Palavra Chave Cuidados Paliativos. Psicologia Hospitalar. Luto Antecipatório. Humanização. UTI. Curso PSICOLOGIA Baixar |
| Humanização na gestão hospitalar no setor da pediatria (um estudo de caso) (A 47) | Gilvana Vieira Clementino Temóteo | ADMINISTRAÇÃO |
Humanização na gestão hospitalar no setor da pediatria (um estudo de caso) (A 47)
Resumo
O presente trabalho de conclusão de curso, tem por finalidade fazer um estudo de caso sobre a humanização no setor da pediatria, cujo objetivo é identificar um estudo sobre as dificuldades enfrentadas pela gestão hospitalar, enfocando a pratica da humanização hospitalar, visando à melhoria da assistência com qualidade para clientes pacientes. Este trabalho tem a gestão hospitalar como referencial, pois alem de administrar as questões hospitalar e social dentro da organização de saúde, tem como meta principal o desenvolvimento e adequação de técnicas que facilitem a pratica do cuidado humanizado que esta ligada a assistência pela equipe de saúde. Verificou-se na pesquisa que o ato de humanizar na assistência ao paciente é uma pratica da gestão, pelos profissionais de saúde. Esta estratégia administrativa possibilita a expressão das necessidades peculiares das diferentes categorias profissionais que precisam ser consideradas quando se almeja a execução do trabalho conjunto de forma harmoniosa e esta ciente das características de pessoas a ser atendida, aumenta a possibilidade do vinculo profissional /cliente, um aspecto essencial da assistência humanizada. Autor(s) Gilvana Vieira Clementino Temóteo Orientador(s) Marcos Aurélio Alves Ano de Publicação 2009 Palavra Chave Gestão Hospitalar. Humanização. Curso ADMINISTRAÇÃO |