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| Conhecimento dos profissionais da saúde sobre o autocuidado em hanseníase (F 160) | Débora Ferreira Angelim | FISIOTERAPIA |
Conhecimento dos profissionais da saúde sobre o autocuidado em hanseníase (F 160)
Resumo
INTRODUÇÃO: A hanseníase é uma doença crônica de origem infectocontagiosa causada
pelo vírus Mycobacterium Leprae, também conhecido como bacilo de Hansen, que ocasiona
modificações imunológicas, levando a manifestação de alterações neurológicas, cutâneas,
oculares e viscerais. O nível de informação dos profissionais sobre os fatores gerais e
específicos da hanseníase e da prática do autocuidado deve ser satisfatório para que haja
qualidade na assistência e no serviço de atendimento ao indivíduo com diagnóstico da doença,
visando promover uma melhora nas deformidades e incapacidades físicas e consequentemente
melhorando a qualidade de vida do indivíduo. OBJETIVO: Avaliar como se apresenta o
conhecimento prévio dos profissionais de saúde acerca do autocuidado em hanseníase nas
Estratégias de Saúde da Família do município de Icó-CE. METODOLOGIA: Trata-se de um
estudo de campo, exploratório de abordagem quantitativa e qualitativa que foi realizado
durante os meses de janeiro e fevereiro de 2021 na cidade de Icó, localizada na região Centro-Sul do estado do Ceará. RESULTADOS E DISCUSSÕES: A amostra foi constituída por 11
profissionais da saúde que acompanham pacientes com Hanseníase de oito Estratégias de
Saúde da Família da cidade de Icó-CE, houve predominância do sexo feminino (11,1%
homens e 88,8 % mulheres). Destaca-se que 88,8% dos entrevistados já tinham algum curso
ou conhecimento sobre a hanseníase. Os dados obtidos com este estudo, assemelham-se à
literatura, revelando aspectos educacionais e práticos falhos acerca da hanseníase, o que
permitiram conhecer o nível de conhecimento dos profissionais de saúde sobre a doença, bem
como entender sobre as repercussões que podem ser ocasionados nos pacientes com
hanseníase devido a falha da gestão em saúde no processo de educação permanente e
atualizações. CONSIDERAÇÕES FINAIS: Reconhecer estas limitações e ter estratégias
para transformá-las a favor de uma formação contínua de educação em saúde e atualizações
entre os membros da equipe interprofissional são desafios para que se torne possível fazer
avanços acerca das práticas do autocuidado e autonomia do paciente hansênico em relação ao
tratamento e à doença. Autor(s) Débora Ferreira Angelim Orientador(s) Jeynna Suyanne Pereira Venceslau Ano de Publicação 2021 Palavra Chave Autocuidado. Hanseníase. Profissionais da Saúde. Sistema Único de Saúde. Curso FISIOTERAPIA Baixar |
| Conhecimento e prática da equipe de enfermagem acerca da imunização de idosos (E 393) | Cintia Raquel Diógenes Saldanha | ENFERMAGEM |
Conhecimento e prática da equipe de enfermagem acerca da imunização de idosos (E 393)
Resumo
A imunização, considerada importante ferramenta para o controle e prevenção de doenças,
começou a ser implementada no Brasil, a partir do século XIX. Contudo, mesmo com o aumento
significativo da população idosa, a implementação das ações de imunização destinada a esse
grupo só efetivou-se a partir da década de 60. Objetivou-se por meio desta pesquisa
compreender os saberes e prática da equipe de enfermagem sobre a imunização de idosos no
contexto da atenção básica. Trata-se de um estudo descritivo de abordagem qualitativa. O
estudo foi realizado com 10 profissionais da equipe de enfermagem, atuantes nas Unidades de
Atenção Primária à Saúde da zona urbana do município de Jaguaribe- CE. Como instrumento
de coleta foi utilizado um roteiro de entrevista semiestruturada. Os dados coletados foram
tratados pelo método Análise de Conteúdo, obedecendo a Resolução 466/12 do Conselho
Nacional de Saúde, recebeu aprovação com o registro 4.545.916. A partir das questões
relacionadas à temática, foram elaboradas três categorias; a importância da vacinação para os
idosos na concepção dos profissionais: os profissionais trazem uma conceituação satisfatória
sobre esse assunto; rotina, acompanhamento e monitoramento da vacinação dos idosos: a rotina
se dá por meio da demanda livre e espontânea e o acompanhamento é feito por meio dos ACS;
dificuldades da adesão nos serviços de vacinação e estratégias de enfrentamento: a maior
dificuldade está estritamente ligada à vacina da influenza, principalmente pela
contrainformação propagada em meio a população, dessa forma os profissionais acreditam que
a melhor estratégia seria aumentar a propagação de informações relacionadas aos benefícios da
vacinação para os idosos e seus cuidadores. Assim, os resultados expressos neste estudo
apontam para a necessidade de ampliar ações voltadas para o programa de imunização dos
idosos, bem como direcionar um maior investimento nos processos de qualificação e na
educação permanente dos profissionais, tendo em vista que a saúde do idoso e as atividades de
imunização são processos muito dinâmicos e exigem atualizações constantes. Autor(s) Cintia Raquel Diógenes Saldanha Orientador(s) Roberta Peixoto Vieira Ano de Publicação 2021 Palavra Chave Unidades de Atenção Primárias à Saúde. Vacinação de idosos. Equipe de enfermagem. Conhecimento. Práticas. Curso ENFERMAGEM Baixar |
| Conhecimento e prática de mulheres senis sobre o exame papanicolau (E 216) | Lillian Miriany de Sousa Lima | ENFERMAGEM |
Conhecimento e prática de mulheres senis sobre o exame papanicolau (E 216)
Resumo
O
envelhecimento é considerado como um processo da vida do ser humano moldado por
diversos fatores e transformações. Em meio a este processo, o senil se torna mais frágil e susceptível as
diversas doenças e agravos à saúde. No caso das mulheres senis, o Câncer do
Colo de Útero (CCU) é uma das doenças a qual estão expostas. Devido às
altas taxas de morbimortalidade, o CCU é tido como um problema de saúde
pública, ainda que seja passível de prevenção e controle. Um dos principais
métodos para o rastreamento e controle deste problema é a realização do exame
Papanicolau. Este estudo objetivou analisar o conhecimento e prática de mulheres senis sobre o Exame
Papanicolau. Trata-se de um estudo exploratório, descritivo com
abordagem quantitativa. O estudo foi realizado na Estratégia Saúde da Família
(ESF) Cidade Nova I, no Município de Icó-Ce. Participaram da
pesquisa 50 senis. A coleta de dados foi feita por meio de questionário
estruturado com questões fechadas. A coleta ocorreu
durante o período de Fevereiro a Abril de 2018. Os dados foram agrupados,
organizados e analisados utilizando o Software Excel 2010, posteriormente foram discutidos a luz
da literatura. O estudo foi desenvolvido de acordo com a Resolução
466/12 do Conselho Nacional de Saúde e teve aprovação do Comitê de Ética e Pesquisa do Centro
Universitário Dr. Leão Sampaio - UNILEÃO, pelo Parecer de Número: 2.475.708. Após análise
dos dados foi possível observar que, 54% das senis se encontravam na faixa etária entre 60-69 anos, 62% eram
casadas/união estável, 50% possuíam o Ensino fundamental incompleto. Em relação
à profissão/ocupação, 66% eram aposentadas. Sobre o conhecimento do exame
Papanicolau, verificou-se que 80% tanto
tinham conhecimento quanto sabia qual finalidade mesmo. Quando verificado
se as senis já tinham feito o exame Papanicolau, 62% responderam que sim e 38% não. Sobre a frequência, 26% das senis
realizavam o exame pelo menos uma vez ao ano. Das participantes, 26% apontaram ter realizado o exame a
mais de um ano. A
propósito dos motivos que levaram as senis a realizarem o exame, 50% apontaram
a prevenção do CCU. Os
dados ainda mostraram que, 20% nunca realizaram o exame por falta de
conhecimento e 14% por terem vergonha. Quando
verificado se as senis já havia recebido alguma informação em relação ao exame
Papanicolau, 80% afirmaram que sim, e que essa informação foi recebida através
dos profissionais de saúde. Os dados ainda mostram que, 62% tinham recebido
incentivos para realizar o exame e 38% não. E quando verificado de que fonte
elas tinham recebido esse incentivo, 54% apostaram os profissional de saúde e
que 38% nunca receberam incentivo algum. Em síntese, conclui-se que, deve-se ter uma incessante preocupação em
fortalecer as ações de promoção da saúde, valorizando a educação em saúde.
Ainda, tem muito a se trabalhar com a população senil, no que se refere à
importância da realização do exame Papanicolau, principalmente por que a
perspectiva de vida tem aumentado trazendo á tona a expressão: jovem país, de
cabelos brancos. Autor(s) Lillian Miriany de Sousa Lima Orientador(s) Rafael Bezerra Duarte Ano de Publicação 2018 Palavra Chave Conhecimento. Exame Papanicolau. Saúde da mulher. Senil. Curso ENFERMAGEM |
| Conhecimento em primeiros socorros na parada cardiorrespiratória por professores de ensino fundamental (E 630) | Láyza Kauanne Batista Pereira | ENFERMAGEM |
Conhecimento em primeiros socorros na parada cardiorrespiratória por professores de ensino fundamental (E 630)
Resumo
A parada cardiorrespiratória é caracterizada pela interrupção súbita da atividade cardíaca e respiratória, sendo evidenciada clinicamente pela ausência de pulso, inconsciência e respiração agônica ou ausente. Trata-se de um evento de alta morbimortalidade, com prevalência crescente, especialmente em ambientes extra-hospitalares, onde a identificação e o atendimento inicial costumam ser realizados por leigos. O ambiente escolar é um dos locais em que mais ocorrem situações de urgência com crianças e adolescentes, o que torna essencial o preparo dos professores em primeiros socorros. Dessa forma, objetivou-se analisar os conhecimentos dos professores de ensino fundamental sobre os primeiros socorros na parada cardiorrespiratória a luz da literatura científica. Trata-se de uma Revisão Integrativa de Literatura, com abordagem qualitativa, sendo norteada pela seguinte questão norteadora: quais os conhecimentos dos profissionais de ensino fundamental em primeiros socorros na parada cardiorrespiratória? a busca ocorreu nas bases: Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), Literatura Latino Americana e do Caribe em Ciência da Saúde (LILACS), Banco de Dados de Enfermagem (BEDENF), Medical Literature Analysis and Retrieval System Online (PUBMED) e Scientifc Eletronic Library Online (SCIELO), utilizando os descritores: “Faculty”, “Heart Arrest” e “First Aind”, seguindo os critérios de inclusão: conteúdos disponíveis nos idiomas inglês, espanhol e português, e com ano de publicação de 2019 a 2025, e de exclusão: artigos repetidos, pagos e resumos. Os dados foram organizados de acordo com o fluxograma PRISMA, foram identificados: 2.329 artigos e, após aplicação dos filtros restaram 6 artigos que compuseram a amostragem final. A coleta ocorreu no período de fevereiro a abril de 2025, ainda na análise dos dados foram efetuadas em níveis de Evidência (NE) que compuseram a amostra em seis níveis, com predomínio do nível 4 de evidência científica. Foram identificados através dos descritores utilizados seis estudos que remeteram sobre o conhecimento de primeiros socorros pela comunidade escolar, por professores e alunos, com isso elencou-se para análise descritiva duas categorias temáticas: os primeiros socorros na parada cardiorrespiratória e percepção dos professores no ensino fundamental a respeito dos primeiros socorros na parada cardiopulmonar. Conclui-se que a implementação de programas de formação em primeiros socorros no ambiente escolar é essencial para aumentar a segurança e o preparo dos professores frente a emergências, promovendo uma cultura de prevenção e resposta eficaz à PCR. Autor(s) Láyza Kauanne Batista Pereira Orientador(s) Layane Ribeiro Lima Ano de Publicação 2025 Palavra Chave Parada Cardiorrespiratória. Primeiros Socorros. Ambiente Escolar. Suporte Básico De Vida. Professores. Curso ENFERMAGEM Baixar |
| Conhecimentos de acadêmicos de enfermagem sobre a hipertensão arterial sistêmica e seus fatores de risco (E 360) | Felipe de Deus Ribeiro Ricarto | ENFERMAGEM |
Conhecimentos de acadêmicos de enfermagem sobre a hipertensão arterial sistêmica e seus fatores de risco (E 360)
Resumo
INTRODUÇÃO: A HAS é uma das principais e mais importantes DCNT, cujo são
responsáveis das maiorias dos números de mortalidade do mundo. É sabido que a idade é um
fator de risco relacionado à hipertensão, contudo, na contemporaneidade, está cada mais
comum a hipertensão está relacionada ao público jovem, tendo em vista que seus hábitos de
vida estão acarretando problemas de saúde e consequentemente o desenvolvimento do
aumento pressórico. Esse aumento nos números em pessoas mais jovem, tendem a aumentar,
com isso faz-se necessário o aumento de informalidade sobre essa temática. É apontado que o
meio universitário assume um papel importante em relação a essa temática, seja como
importante meio de informação e elucidação desta patologia, mas como também podendo ser
apontada como uma possível causa na ajuda no desenvolvimento da patologia, tendo em vista
as alimentações e hábitos dos acadêmicos. OBJETIVO: Avaliar os conhecimentos dos
acadêmicos de enfermagem sobre a Hipertensão Arterial Sistêmica e seus fatores de risco.
METODOLOGIA: Estudo do tipo qualitativo, de caráter descritivo realizado nos meses de
março a abril no município de Icó – CE. Participaram 21 acadêmicos de enfermagem do
Centro Universitário Vale do Salgado (UNIVS). Foi utilizado como instrumento de coleta um
roteiro de entrevista do tipo semiestruturada. As entrevistas da pesquisa ocorreram de maneira
remota, com gravação de áudios para perguntas e respostas por meio da plataforma virtual
denominada @Whatsapp. A análise dos dados coletados ocorreu mediante a aplicação da
técnica denominada Análise de Conteúdo, empregando-se mais especificadamente a
categorização temática dos dados. Salienta-se que o estudo obteve parecer favorável do
Comitê de Ética em Pesquisa sob nº 4.578.154. RESULTADOS: Os resultados das entrevistas
permitiram constatar que os estudantes compreendem as alterações da patologia,
relacionando-as a níveis pressóricos alterados e condições clínicas. Além disso, referem os
valores pressóricos considerados limítrofes, o que está de acordo com as diretrizes
contemporâneas. No que diz respeito aos fatores de risco, destacam principalmente
alimentação inadequada, falta de exercícios físicos, sedentarismo, alcoolismo, tabagismo,
excesso de sal e fatores genéticos. CONSIDERAÇÕES FINAIS: O conhecimento sobre
hipertensão arterial sistêmica é fundamental para sua detecção e redução de eventos
cardiovasculares. Consequentemente, se facilita o diagnóstico precoce e é possível intervir no
seu desenvolvimento com a adoção de hábitos saudáveis Autor(s) Felipe de Deus Ribeiro Ricarto Orientador(s) João Paulo Xavier Silva Ano de Publicação 2021 Palavra Chave Hipertensão. Doenças não transmissíveis. Enfermagem cardiovascular. Curso ENFERMAGEM Baixar |
| Conhecimentos de acadêmicos de enfermagem sobre o tratamento de feridas (E 372) | Rayane Peixoto Moreira | ENFERMAGEM |
Conhecimentos de acadêmicos de enfermagem sobre o tratamento de feridas (E 372)
Resumo
Sabe-se que as lesões são um agravo na saúde pública desde a antiguidade, e o enfermeiro
possui um papel de tamanha importância no tratamento dessas lesões. Para que o profissional
de enfermagem ofereça esse cuidado é necessário que o mesmo seja capacitado com o
conhecimento científico e prático, pois o enfermeiro é responsável por desenvolver medidas
para a prevenção do surgimento de lesões, avaliação, prescrição de cuidados e tratamento.
Objetivou-se analisar o conhecimento dos acadêmicos de enfermagem no tratamento das
feridas. Trata-se de um estudo exploratório, descritivo, com abordagem quantitativa. O estudo
foi realizado no município do Icó-Ce, na instituição de ensino superior Centro Universitário
Vale do Salgado (UniVS), os participantes da pesquisa foram os acadêmicos de enfermagem
que cursavam do 7° até 10° semestre, nos turnos manhã e noite. Os critérios de inclusão foram:
estar matriculado no curso de enfermagem e estar cursando, do 7° ao 10° semestre do curso de
enfermagem e que aceitem fazer parte da pesquisa, assinando o termo de consentimento livre
esclarecido; Critérios de exclusão: pessoas com alguma incapacidade que impossibilite de
responder o instrumento de coleta de dados, como pessoas com deficiência visual, cognitiva,
que não possua celular/computador, e os critérios de descontinuidade serão expressão do desejo
de não mais participar do estudo. Os dados coletados foram analisados mediante estatística
descritiva, média, desvio padrão e distribuição de frequência, valores absolutos e relativos.
Possibilitou-se analisar que os acadêmicos de enfermagem são em sua maioria do sexo feminino
e jovens adultos. Ressalta-se a presença de um raso conhecimento sobre instrumentos para
avaliação, agentes de limpeza, escolha da cobertura adequada e outros temas relevantes no
tratamento de feridas influenciando negativamente no manejo clínico. Desta maneira, as
inseguranças poderiam ser amenizadas com uma maior oferta de conteúdos relacionados ao
tema durante a formação acadêmica, como por exemplo a adoção de disciplinas específicas,
cursos e projetos de extensão. Com os resultados obtidos é notório que o profissional de
enfermagem deve ser habilitado para prestar assistência a pacientes com lesões, e a graduação
tem um papel importante em oferecer o suporte necessário para que esse conhecimento seja
assimilado, pois o ensino acadêmico e as atividades extracurriculares devem oferecer preparo
para o acadêmico lidar com as diferentes situações, tornando-o um profissional qualificado. Autor(s) Rayane Peixoto Moreira Orientador(s) Rayanne de Sousa Barbosa Ano de Publicação 2021 Palavra Chave Acadêmicos de enfermagem. Papel do enfermeiro. Tratamento de feridas Curso ENFERMAGEM Baixar |
| Conhecimentos de enfermeiros da estratégia saúde da família sobre avaliação e tratamento de feridas (E 405) | Virginia Kelly Dezinho Cardoso | ENFERMAGEM |
Conhecimentos de enfermeiros da estratégia saúde da família sobre avaliação e tratamento de feridas (E 405)
Resumo
As feridas são caracterizadas como lesões que comprometem a integridade da pele,
apresentando diversas causas como: agentes físicos, químicos ou biológicos. Com relação ao
tempo de permanência no corpo as feridas podem ser classificadas como agudas ou crônicas.
Mediante esse contexto, surge a necessidade de investigação a partir da seguinte questão
norteadora: Qual o conhecimento de enfermeiros da Estratégia Saúde da Família sobre
avaliação e tratamento de feridas? O interesse por desenvolver a pesquisa surgiu pela
afinidade da pesquisadora quanto aos cuidados prestados ao paciente com feridas agudas e
crônicas desde avaliação, escolha do tipo de tratamento e cicatrização adequada das lesões,
assim como julgar válido também o desenvolvimento da pesquisa em um ambiente de
Atenção Primária à Saúde, pois se acredita que os Enfermeiros que atuam nesse nível de
atenção comporiam uma amostra satisfatória para a execução do estudo, uma vez que faz
parte da rotina dos mesmos essa assistência. Objetivando identificar o conhecimento dos
enfermeiros da atenção primária à saúde sobre avaliação e conhecimentos dos profissionais.
Trata-se de um estudo descritivo, especificamente uma Revisão Integrativa da Literatura, com
abordagem qualitativa, a busca dos dados aconteceu na Biblioteca Virtual em Saúde e no
Google Acadêmico, utilizando os descritores: Cuidados de Enfermagem and lesões and
atenção primária a saúde, a coleta ocorreu em setembro a novembro de 2021. Realizando os
cruzamentos dos descritores, foram identificados: BVS: 70 estudos, Google acadêmico 5440
estudos. O processo de filtragem ocorreu nas etapas: idioma (português), assunto principal e
recorte temporal 2017 a 2021. A amostra final foi composta por 9 artigos, todos publicados no
Brasil. Quanto aos instrumentos de coleta de dados, a predominância foi através de revisão de
literatura. Os estudos que compuseram os resultados da revisão, buscaram analisar o
conhecimento dos enfermeiros sobre avaliação e tratamento de feridas: As dificuldades, a
falta de conhecimento e os desafios encontrados pelos profissionais. O estudo foi discutido
em 3 categorias: Conhecimento dos enfermeiros sobre a avaliação e tratamento de feridas;
Condutas de Enfermeiros na avaliação e tratamento de feridas e Dificuldades dos enfermeiros
na avaliação e tratamento de feridas. Percebeu-se que em torno de 60% dos enfermeiros não
domina ou não conhece o protocolo de feridas. Frente ao estudo foi possível compreender que
os enfermeiros da atenção primária com cursos de capacitação/aperfeiçoamento não têm
conhecimento e recursos suficientes para indicação. Autor(s) Virginia Kelly Dezinho Cardoso Orientador(s) Layane Ribeiro Lima Ano de Publicação 2021 Palavra Chave Cuidados de Enfermagem, lesões, atenção primária a saúde Curso ENFERMAGEM Baixar |
| Conhecimentos dos adolescentes sobre a saúde sexual (E 469) | Lucieli Alves da Silva | ENFERMAGEM |
Conhecimentos dos adolescentes sobre a saúde sexual (E 469)
Resumo
Introdução: A sexualidade na vida adolescente é um grande tabu pelo pouco conhecimento e
também uma grande descoberta, surgindo inúmeras dúvidas e indagações. Muitos pela falta de
conhecimento sexual, acabam cometendo imprudências decorrente de informações inverídicas.
É notório os estigmas e crenças que os adolescentes vivenciam em relação a maturação e
desenvolvimento sexual, com isso surgem inúmeras indagações e questionamentos. Frente a
isto elencou-se a seguinte questão norteadora: compreender o estado da arte sobre a saúde
sexual em idade escolar. Objetivo: O estudo tem por objetivo geral compreender o estado da
arte sobre saúde sexual de adolescentes. Metodologia: Esse estudo foi realizado através de uma
Revisão Integrativa da Literatura, de acordo com os seis passos para revisões integrativas
propostos por Mendes, Silveira e Galvão (2019): (1) Elaboração da pergunta da revisão; (2)
Busca e seleção dos estudos primários; (3) Extração de dados; (4) Avaliação crítica dos estudos
primários; (5) Síntese dos resultados da revisão; (6) Apresentação da revisão. A busca dos
estudos ocorreu durante os meses de fevereiro e março de 2022, conforme cronograma da
pesquisa, nas bases de dados eletrônicas: MEDLINE (Medical Literature Analysis and
Retrieval System Online) via Biblioteca Virtual de Saúde - BVS, LILACS (Literatura LatinoAmericana em Ciências da Saúde) IBECS (Índice Bibliográfico Español en Ciencias de la
Salud) e BDENF (Base de Dados da Enfermagem). Resultados e Discussão: Foram
recuperados 72 estudos, sendo excluídas 12 por serem duplicados, restando 58 publicações após
a leitura de títulos e resumos. Realizou-se leitura na íntegra de 32 estudos, dos quais foram
excluídos 20 estudos por não atenderem a proposta desta revisão. Foram elaboradas duas
categorias sobre o tema, sendo elas: (I) O conhecimento dos adolescentes acerca da saúde
sexual, onde essa categoria apresenta a contextualização do conhecimento dos adolescentes
sobre a sexualidade conforme a literatura investigada, onde foi evidente que os aspectos
culturais e da sociedade influenciam no comportamento sexual de risco através da baixa adesão
aos métodos contraceptivos e preventivos para Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST’s).
e (II) Principais limitações para a educação sexual dos adolescentes, onde essa categoria aborda
os principais achados acerca das limitações que repercutem em prejuízos para a educação sexual
dos adolescentes. Dentre os fatores atrelados, destacam-se a ausência dos familiares, falta de
acesso as informações educacionais sobre a sexualidade, preconceito, determinantes sociais e
baixa adesão e participação dos adolescentes nas ações dos serviços de saúde, bem como em
programas e projetos que foquem na abordagem dessa temática. Considerações finais: O
estudo mostrou resultados satisfatórios que contemplaram os objetivos e perspectivas referente
a abordagem do tema de educação sexual para o público adolescente. Percebe-se a maioria dos
estudos investigados aborda os desafios, prejuízos e limitações sobre a baixa adesão dos
adolescentes no processo de educação sobre a sexualidade. Autor(s) Lucieli Alves da Silva Orientador(s) Raimundo Tavares de Luna Neto Ano de Publicação 2022 Palavra Chave Adolescente. Educação Sexual. Saúde sexual. Curso ENFERMAGEM |
| Conhecimentos e expectativas de acadêmicos de enfermagem sobre a atuação em cuidados paliativos (E 356) | Stefhanny Monara Silveira Fernandes | ENFERMAGEM |
Conhecimentos e expectativas de acadêmicos de enfermagem sobre a atuação em cuidados paliativos (E 356)
Resumo
Os cuidados paliativos são realizados por meio das condutas terapêuticas que orientam o
profissional a identificar precocemente e fazer recomendações aos pacientes que necessitam de
atenção especializada, enfocando os diversos sintomas que causam sofrimento físico,
emocional, e mental e que reduzem a qualidade de vida dos indivíduos frente às doenças
potencialmente fatais por meio da prevenção, detecção precoce, avaliação, tratamento e alívio
da dor e demais sintomas. A justificativa para a realização desse estudo vem de uma motivação
pessoal após vivências em campo de estágio, levando a pesquisadora a desenvolver
inquietações e questionamentos relacionados aos CP na sua formação acadêmica. O estudo
possui relevância social, acadêmica e profissional. Permitiu desvelar os conhecimentos e
expectativas dos acadêmicos de enfermagem sobre os cuidados paliativos, construir o perfil
sociodemográfico dos acadêmicos de enfermagem; identificar se há fragilidades e/ou
potencialidades na compreensão dos acadêmicos de enfermagem sobre cuidados paliativos e
compreender de que forma o tema cuidados paliativos se faz presente durante a graduação em
enfermagem. Trata-se de um estudo qualitativo, com abordagem exploratória e descritiva,
realizado com 16 acadêmicos do curso de enfermagem do Centro Universitário Vale do Salgado
localizado na cidade de Icó-Ce. Aplicou-se uma entrevista semiestruturada em ambiente virtual
e os dados coletados foram analisados conforme análise categorial temática. Seguiram-se os
preceitos éticos e legais da pesquisa, sendo o projeto aprovado pelo Comitê de Ética e Pesquisa
sob parecer de nº 4.578.145. Os resultados das entrevistas permitiram a construção de três
categorias denominadas: Os conhecimentos de acadêmicos de enfermagem sobre os Cuidados
Paliativos; a abordagem teórico-prática sobre os Cuidados Paliativos na formação em
enfermagem sob a ótica de acadêmicos e as expectativas de acadêmicos de enfermagem para
sua atuação em Cuidados Paliativos: do preparo emocional às habilidades assistenciais. Na
primeira elucidou-se as concepções dos estudantes sobre o conhecimento em Cuidados
Paliativos. Na segunda, evidenciou-se discursos que relatam de que modo se dá a abordagem
da temática investigada na sua formação acadêmica. E na terceira categoria, salientou-se sobre
as dificuldades encontradas pelos estudantes para a inserção dos CP a pacientes e da integração
da família na elaboração das estratégias dos cuidados em situações clínicas e na assistência
domiciliar. Levando-se em consideração esses aspectos, o estudo aponta para novos horizontes
relacionados a atuação da enfermagem em cuidados paliativos, destacando que se faz necessário
aprimorar o processo formativo para potencializar a atuação assistencial. Autor(s) Stefhanny Monara Silveira Fernandes Orientador(s) João Paulo Xavier Silva Ano de Publicação 2021 Palavra Chave Cuidados de enfermagem. Cuidados paliativos. Educação em enfermagem Curso ENFERMAGEM Baixar |
| Constelação familiar e a violência doméstica contra a mulher: um conjunto tóxico (D 249) | Maria Lívia Souza de Freitas | DIREITO |
Constelação familiar e a violência doméstica contra a mulher: um conjunto tóxico (D 249)
Resumo
Este trabalho analisa a relação da Constelação Familiar, uma abordagem terapêutica que busca compreender as dinâmicas inconscientes, os padrões familiares e também a violência doméstica contra a mulher. Essa pesquisa tem como objetivo geral explorar como essa prática, quando aplicada sem rigor técnico e ético, pode se tornar um fator de vitimização e perpetuar ciclos de violência, ao invés de promover acolhimento e a superação de traumas, visto que a prática ao enfatizar a reconciliação com o agressor e a harmonia familiar, pode incluir a relativação de culpa e a romantização de relações abusivas, enfatizando a importância de uma prática responsável e a fundamentação científica. Para alcançar esse objetivo, foram estabelecidos 3 objetivos específicos: abordagem sistêmica da técnica da constelação familiar, avaliar a eficácia da legislação brasileira no combate a violência contra a mulher, desenvolver alternativas de enfrentamento da violência contra a mulher. O trabalho foi baseado em revisão de literatura, pesquisa descritiva de natureza bibliográfica e qualitativa. Conclui-se que a constelação familiar, quando realizada sem o devido rigor ético, pode acarretar a revitimização de mulheres em situação de violência doméstica. Portanto, é crucial que a prática leve em consideração as especificidades de cada caso, de modo a prevenir a revitimização e garantir a proteção e autonomia das mulheres. Autor(s) Maria Lívia Souza de Freitas Orientador(s) Èrika de Sá Marinho Albuquerque. Ano de Publicação 2024 Palavra Chave Constelação familiar. Violência doméstica. Violência contra a mulher. Curso DIREITO Baixar |