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| Atuação da fisioterapia em lesões musculares da coxa nos jogadores de futebol: revisão integrativa (F 324) | Lucas Dias Amaro | FISIOTERAPIA |
Atuação da fisioterapia em lesões musculares da coxa nos jogadores de futebol: revisão integrativa (F 324)
Descrição
INTRODUÇÃO: O futebol atualmente é a modalidade esportiva mais praticada no mundo, tornando-se o esporte mais popular, no entanto, estar entre os esportes com maior taxa de lesões, portanto, os jogadores de futebol correm um risco substancial de desenvolver lesões frequentes. Em média, um jogador de futebol de elite sofre de 1,5 a 7,6 lesões a cada mil horas de treinamento e de 12 a 35 lesões por mil horas de jogo. OBJETIVO: Identificar, através de uma revisão integrativa, as principais intervenções fisioterapêuticas no tratamento de jogadores de futebol com lesões musculares na coxa. METODOLOGIA: A presente pesquisa consiste em uma revisão integrativa de caráter descritivo, o qual a buscas foi realizada nas plataformas Pubmed, SciELO, PEDro e Lilacs. A coleta dos dados foram no período de setembro a outubro de 2024. Para tanto, foram utilizados os seguintes descritores: “Futebol”, “Lesões Musculares”, “Tratamento de lesões”, “Reabilitação”, e em inglês, respetivamente: “Soccer”, “Muscle Injuries”, “Injury treatment” e “Rehabilitation”. Os mesmos foram correlacionados utilizando o operador booleano “AND”. RESULTADOS E DISCUSSÃO: A presente revisão contou com 6 artigos, sendo possível evidenciar programas de reabilitação para lesões em musculaturas da coxa, bem como evidências sobre as técnicas utilizadas nas lesões musculares destes atletas. Através da análise dos estudos foi possível identificar que 50% das lesões musculares em jogadores de futebol estão associadas ao reto femoral, o qual os outros 50% estão divididos entre adutor longo com 16,6%, semitendinoso 16,6% e lesão de quadríceps (considerando o grupo como um todo) também com 16,6%. O qual os programas de reabilitação entre 6 e 12 semanas, com exercícios de fortalecimento, alongamento, mobilidade entre outros foram efetivos na recuperação. CONSIDERAÇÕES FINAIS: Quanto as técnicas empregadas na reabilitação destas lesões, sua aplicabilidade sofre interferência direta da gravidade da lesão e o estágio de recuperação, no entanto, as principais técnicas evidenciadas foram: Terapias manuais e liberação miofascial com o objetivo de diminuir a dor e tensão, técnicas de mobilização e flexibilidade através do alongamento muscular e ganho de amplitude de movimento, exercícios funcionais e técnicos que incluíram corrida, saltos e exercícios de pivô, bem como o fortalecimento muscular. Autor(s) Lucas Dias Amaro Orientador(s) Dyony Francisco Bezerra da Silva Ano de Publicação 2024 Palavra Chave Futebol. Lesões Musculares. Reabilitação. Curso FISIOTERAPIA Baixar |
| Atuação da fisioterapia em pacientes com disfunções sexuais: uma revisão integrativa de literatura (F 319) | Maria Vitória Freire Gomes | FISIOTERAPIA |
Atuação da fisioterapia em pacientes com disfunções sexuais: uma revisão integrativa de literatura (F 319)
Descrição
Introdução: A disfunção sexual por sua vez, está relacionada a fatores psicológicos,
biológicos, socioculturais e relacionais, tendo em vista a relação de algumas patologias inclusas
que afetam direta ou indiretamente nesse fator, resultando uma diminuição da atividade sexual
e da libido e da resposta sexual, lubrificação vaginal e a dispareunia. Além disso, alguns
fármacos têm consequências significativas por obterem efeitos inibitórios na função sexual.
Objetivo: Compreender como a fisioterapia atua nas disfunções sexuais femininas. E objetivos
específicos: Descobrir quais são as principais disfunções relatadas na literatura; verificar quais
são instrumentos da fisioterapia utilizados para tratar essas disfunções; investigar os recursos
de avaliação que a fisioterapia dispõe para identificar disfunções; Metodologia: O estudo foi
realizado através de uma pesquisa bibliográfica, do tipo revisão integrativa de literatura e
abordagem qualitativa, utilizamos estratégias de buscas de artigos, recorremos as bases de
dados eletrônicas Scielo, Pubmed e BVS; Resultados: Após a aplicação dos filtros e avaliação
quanto aos critérios de inclusão, apenas 6 estudos atenderam aos critérios de elegibilidade e
foram selecionados para a síntese. A amostra final foi composta por 4 estudos localizados na
MEDLINE e 2 estudos localizados na LILACS. As principais disfunções sexuais encontradas
em nossa pesquisa foram: Dispareunia, vestibulodinia, anorgásmicas. Identificamos que a
maioria dos estudos utilização para a construção deste trabalho utilizam a escala Female Sexual
Function Index (FSI) e escala numérica de classificação (NRS). Entre os principais recursos
para o tratamento de disfunção sexuais estão: a cinesioterapia, massoterapia, dilatadores e
educação sexual. Conclusão: Diante dos estudos revisados podemos concluir que a fisioterapia
tem um impacto importante no tratamento das disfunções sexuais femininas. Autor(s) Maria Vitória Freire Gomes Orientador(s) Rauany Barrêto Feitoza Ano de Publicação 2024 Palavra Chave Disfunções sexuais femininas. fisioterapia. qualidade de vida. Curso FISIOTERAPIA Baixar |
| Atuação da fisioterapia na cicatrização de lesão por pressão – uma revisão integrativa (F 290) | Ana Beatriz da Silva Bastos | FISIOTERAPIA |
Atuação da fisioterapia na cicatrização de lesão por pressão – uma revisão integrativa (F 290)
Descrição
Lesão por pressão é um dano localizado na pele e/ou tecidos moles subjacentes, ocorre quando
há pressão prolongada ou intensa sobre uma proeminência óssea, ou dispositivos médicos. A
LP é uma complicação multifatorial, decorrente da permanência do indivíduo na mesma
posição por períodos prolongados, combinada a fricção, e/ou cisalhamento nos tecidos. A
intervenção fisioterapêutica no processo ulcerativo almeja acelerar o período de cicatrização,
tornando possível uma melhora rápida do quadro clínico dos pacientes, reduzindo o sofrimento
e os custos. Almejando analisar a atuação da fisioterapia na cicatrização de LP a partir de uma
revisão integrativa, realizou-se uma revisão integrativa acerca do tema “Atuação da fisioterapia
na cicatrização de lesão por pressão – uma revisão integrativa”, foram analisados 06 artigos
pesquisados em 04 bases de dados, Pubmed, Medline, Lilacs e Scielo. Os 6 estudos utilizaram
tratamentos diferentes. Dois estudos utilizaram fototerapia, LED de 630 e 940 nm e laser, dois
estudos foram correntes elétricas, correntes pulsadas monofásicas de alta tensão anódicas e
catódicas e micro corrente pulsada monofásica, um estudo utilizou a membrana plasma rico em
plaquetas (PRF) autóloga e um estudo fez uso de terapia por pressão negativa. Os 6 estudos
utilizaram tratamentos diferentes. Todos os estudos analisados, demonstraram efeitos na
cicatrização das lesões por pressão, com redução no tamanho da lesão ou cicatrização completa. Autor(s) Ana Beatriz da Silva Bastos Orientador(s) Carolina Gonçalves Pinheiro Ano de Publicação 2024 Palavra Chave Cicatrização. Fisioterapia. Lesão por pressão. Tratamento. Curso FISIOTERAPIA Baixar |
| Atuação da fisioterapia na incontinência urinaria durante o pós-menopausa: uma revisão de literatura (F 307) | Ana Beatriz Peixoto da Silva | FISIOTERAPIA |
Atuação da fisioterapia na incontinência urinaria durante o pós-menopausa: uma revisão de literatura (F 307)
Descrição
A incontinência urinária pode ocasionar impacto negativo sobre a qualidade de vida do
portador, especialmente as mulheres, que são mais afetadas pela disfunção. Diversas estruturas
da região pélvica possuem participação importante no mecanismo da contenção urinária e a
fisioterapia pode contribuir para reduzir ou eliminar sintomas da incontinência urinária,
melhorando assim a qualidade de vida. Nesse sentido, o presente estudo foi desenvolvido com
o objetivo de investigar a contribuição da fisioterapia no tratamento da incontinência urinária
durante o período da pós-menopausa, por meio de uma revisão de literatura. Metodologia: As
buscas foram realizadas na biblioteca virtual em saúde - BVS, utilizando os descritores
“physiotherapy”, “urinary incontinence”, “post-menopause” e “menopause”. Foram
selecionados somente os estudos publicados entre 2019 e 2024, em idioma português ou inglês,
contendo no título ou no resumo pelo menos um dos descritores. Foram excluídos os artigos
incompletos ou trabalhos de conclusão de curso, como monografias e dissertações. Após a
aplicação dos filtros de pesquisa e análise dos estudos quanto ao foco temático, somente 3
artigos contemplaram os critérios de elegibilidade. Resultados: Após a leitura integral dos
estudos, foram identificadas a população foco, sendo mulheres com incontinência urinaria na
sua faixa etária correspondente, entre seus 55 a 65 anos. Foi identificado que o tipo de
incontinência urinaria estava mais acometia essas mulheres, foi a incontinência urinaria de
esforço. Foram identificadas técnicas fisioterapêuticas mais utilizadas no tratamento da
incontinência urinaria, como cinesioterapia, terapia comportamental e cones vaginais, que
levaram a resultados positivos em todos os estudos analisados. Foi possível identificar recursos
e protocolos que tiveram efeitos positivos no tratamento da incontinência urinaria e
consequentemente uma melhora na qualidade de vida dessas mulheres pós-menopausadas.
Conclusão: Diante do exposto conclui-se que a fisioterapia dispõe de recursos eficazes para
tratamento da incontinência urinária feminina e promoção da qualidade de vida, os quais
também podem ser úteis à educação e prevenção. Autor(s) Ana Beatriz Peixoto da Silva Orientador(s) Rauany Barreto Feitoza Ano de Publicação 2024 Palavra Chave Fisioterapia. Incontinencia Urinaria. Pós-menopausa. Curso FISIOTERAPIA Baixar |
| Atuação da fisioterapia na unidade de terapia intensiva com ênfase na mobilização precoce: uma revisão integrativa (F 306) | Alyne Marya Felipe Saraiva | FISIOTERAPIA |
Atuação da fisioterapia na unidade de terapia intensiva com ênfase na mobilização precoce: uma revisão integrativa (F 306)
Descrição
INTRODUÇÃO: O Brasil obteve um elevado desenvolvimento científico e tecnológico na
área da saúde, especialmente nas Unidade de Terapia Intensiva (UTIs), na qual os pacientes
necessitam de atendimentos especiais, por se tratar de graves condições que se encontram e
precisam de assistências qualificadas e especializadas, aumentando a probabilidade de
recuperação e sobrevivência. OBJETIVO: Compreender a atuação da fisioterapia na unidade
de terapia intensiva com ênfase na mobilização precoce. METODOLOGIA: O atual estudo
trata-se de uma revisão integrativa da literatura. As buscas foram executadas pela base de dados
eletrônicos PUBMED (National Center for Biotechnology Information), SCIELO (Scientific
Electronic Library Online) e LILACS (Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências
da Saúde), realizado no mês de abril de 2024 a julho de 2024. RESULTADOS E
DISCUSSÃO: Durante a busca inicial na literatura, foram identificados 137 artigos nas 3 bases
de dados PUBMED, SCIELO e LILACS. Após aplicação de filtros com restrição de publicação
entre 2014-2024, reduziu esse número para 104 artigos. Ao final do processo, 9 artigos foram
incluídos nesta revisão, distribuídos entre Scielo (2); Pubmed (4) e Lilacs (3). Entre as
principais estratégias abordadas no processo de mobilização precoce, destaca-se a utilização do
cicloergômetro e a mobilização precoce direcionada por metas, refletindo ainda uma abordagem
inovadora e progressiva no tratamento intensivo. CONSIDERAÇÕES FINAIS: O
fisioterapeuta exerce um papel fundamental na promoção da reabilitação precoce no ambiente
de terapia intensiva. Conforme destacado através da análise dos estudos incluídos nesta revisão,
o fisioterapeuta não só lidera a implementação da prática de mobilização precoce, mas também
adapta as intervenções, visando a independência funcional. A contribuição do fisioterapeuta é
fundamental para a formulação e execução de protocolos de mobilização precoce de forma
personalizada, assim considerando as restrições potenciais. Autor(s) Alyne Marya Felipe Saraiva Orientador(s) Ryana Karla Ferreira Paulino Ano de Publicação 2024 Palavra Chave Especialidade de fisioterapia. Mobilização precoce. Unidade de terapia Intensiva. Curso FISIOTERAPIA Baixar |
| Atuação da fisioterapia no tratamento de câncer de mama: revisão integrativa (F 313) | Daniel Souza Silva | FISIOTERAPIA |
Atuação da fisioterapia no tratamento de câncer de mama: revisão integrativa (F 313)
Descrição
O câncer de mama é reconhecido como uma enfermidade aguda de rápido avanço fatal, as taxas
de mortalidade no Brasil continuam elevadas devido ao diagnóstico avançados e a sua evolução
decorre de condições de impossibilidade de cura, ainda surgem sinais e sintomas que afligem
os pacientes como dores físicas, mudanças de rotina e fragilidade mental, os cuidados prestados
ao paciente com câncer de mama deixam de ser curativos e passam a ser paliativos. Com o
objetivo de Revisar na literatura a Atuação de tratamento fisioterápico relacionado ao câncer
de mama. Os casos desse tipo de câncer têm aumentando de forma assustadora, se tornando até
um caso de saúde pública, casos novos como o número de óbitos em mulheres de todas as
idades. Essas situações acontecem na maioria das vezes devido a educação deficiente das
mulheres em relação aos fatores de risco e a demora em procurar atendimento, seja por falta de
acesso, seja por medo ou negação da doença. Diante desta doença, a mulher passa por completa
mudança em suas relações sociais, familiares e com ela mesma. Requer, portanto, além de uma
assistência médico-hospitalar, assistência humanizada, capaz de vê-la como pessoa que sofre,
mas que não perdeu sua essência. A atuação da fisioterapia disponibiliza de técnicas que podem
ser utilizadas em pacientes oncológicos, como a eletroterapia, cinesioterapia, termoterapia,
crioterapia e entre outras, em conjunto com outros profissionais visando o bem estar e uma
assistência. Apresentarmos como ocorre as vivências de mulheres com câncer de mama, a fim
de construir para um melhor entendimento dos impactos do tratamento na fisioterapia
oncológica, mostramos também que as técnicas fisioterápicas tem apresentado resultados
positivos na recuperação dessas mulheres. Autor(s) Daniel Souza Silva Orientador(s) Dyego Francisco Bezerra da Silva Ano de Publicação 2024 Palavra Chave Fisioterapia. Neoplasias. Fisioterapia oncológica. Mastectomia. Curso FISIOTERAPIA Baixar |
| Atuação da fisioterapia no tratamento de incontinência urinária por esforço feminina: uma revisão integrativa (F 318) | Luzia da Silva Borges | FISIOTERAPIA |
Atuação da fisioterapia no tratamento de incontinência urinária por esforço feminina: uma revisão integrativa (F 318)
Descrição
Introdução: A Incontinência Urinária (IU) é uma condição recorrente que afeta em grande
parte as mulheres. Existem 3 tipos principais: A IUE é caracterizada pelo aumento da pressão
abdominal em situações como tossir, espirrar, durante um esforço ou prática de atividades
físicas, devido a fraqueza do esfíncter uretral. A IUU é quando há uma sensação inadiável de ir
ao banheiro por causa do aumento da atividade do detrusor. A IUM é a junção das duas situações
de esforço e urgência. A Sociedade Internacional de Continência (ICS) preconiza que o
tratamento conservador para mulheres que têm incontinência urinária seja uma das primeiras
intervenções que devem ser feitas. A reabilitação do assoalho pélvico é um recurso eficiente na
melhora da qualidade de vida das pessoas acometidas com tal disfunção. Objetivo: Analisar os
tratamentos fisioterapêuticos, relatados na literatura para mulheres com incontinência urinária
por esforço. Metodologia: As buscas pela pesquisa, foram executadas pelas bases de dados
eletrônicas PubMed e Scielo, utilizando os descritores: “Urinary Incontinence”,
“Physiotherapy”, “Treatment”. Em seguida foram aplicados os critérios de inclusão e exclusão.
Resultados: Foram selecionados 8 artigos que englobam condutas como: treinos hipopressivos,
correção postural, mudanças de hábitos, treino muscular do assoalho pélvico, TMAP associado
a contração do TrA, inervação magnética extracorpórea, biofeedback e pilates. Conclusão: A
fisioterapia parece ser eficaz para o tratamento de mulheres com IUE, uma vez que em todos
os estudos, as intervenções com a fisioterapia apresentaram melhorias na sintomatologia das
mulheres acometidas. Autor(s) Luzia da Silva Borges Orientador(s) Wanderleia Sannya David Alencar Ano de Publicação 2024 Palavra Chave Incontinência Urinária de Esforço. Tratamento. Fisioterapia. Músculos do Assoalho Pélvico. Curso FISIOTERAPIA Baixar |
| Atuação da fisioterapia nos cuidados paliativos no ambiente hospitalar: uma revisão integrativa (F 311) | Beatriz de Souza Albuquerque | FISIOTERAPIA |
Atuação da fisioterapia nos cuidados paliativos no ambiente hospitalar: uma revisão integrativa (F 311)
Descrição
INTRODUÇÃO: O número de doenças crônicas que ameaçam a continuidade da vida
(terminais) vem aumentando significativamente dia após dia. Paliativismo ou Cuidados
Paliativos (CP) são um conjunto de práticas de apoio, controle de sintomas e assistência ao
paciente sem cura com objetivo de oferecer-lhe dignidade humana e compassiva. Paliar é uma
dimensão do cuidado que precisa acontecer não somente no ambiente domiciliar, como também
no hospitalar, visto que, com a dificuldade de manejo de sintomas e tratamento do paciente, as
instituições hospitalares passam a ser indispensáveis. OBJETIVO: Enfatizar a importância da
atuação da fisioterapia nos cuidados paliativos principalmente no ambiente hospitalar.
MÉTODOS: O presente estudo consiste em uma pesquisa do tipo qualitativa, de cunho de
exploração, compondo uma revisão integrativa de literatura, sendo iniciada no mês de fevereiro
de 2024. A pesquisa de estudos foi realizada nas seguintes bases de dados: PubMed, Scientific
Electronic Library Online (SciELO) e LILACS, MEDLINE. Serão utilizados critérios de
elegibilidade, sendo os critérios de inclusão: artigos publicados nos últimos 10 anos, na língua
portuguesa e inglesa, que tivessem como ideia de temática a atuação da fisioterapia nos
cuidados paliativos no ambiente hospitalar. E critérios de exclusão: artigos duplicados e estudos
que não correspondem a temática em questão. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Diante dessas
considerações, é fundamental ressaltar a importância de futuras pesquisas que abordem lacunas
identificadas, estudos com desenhos mais robustos e amostras mais representativas, a fim de
fornecer evidências mais sólidas sobre a eficácia das intervenções fisioterapêuticas em
pacientes em cuidados paliativos. CONSIDERAÇÕES FINAIS: Uma das principais
conclusões desses estudos é que a fisioterapia desempenha um papel crucial na promoção do
bem-estar físico e psicológico dos pacientes, bem como na melhoria da funcionalidade e
independência, contribuindo assim para uma melhor qualidade de vida durante o processo de
cuidados paliativos. Autor(s) Beatriz de Souza Albuquerque Orientador(s) Galeno Janhssen Bezerra de Menezes Ferreira Ano de Publicação 2024 Palavra Chave Cuidados paliativos. Hospitais. Assistência hospitalar. Fisioterapia. Curso FISIOTERAPIA Baixar |
| Atuação da fisioterapia pélvica no tratamento de mulheres com incontinência urinaria de esforço e os impactos na qualidade de vida: uma revisão de literatura (F 338) | Ana Priscila Nunes Gomes | FISIOTERAPIA |
Atuação da fisioterapia pélvica no tratamento de mulheres com incontinência urinaria de esforço e os impactos na qualidade de vida: uma revisão de literatura (F 338)
Descrição
INTRODUÇÃO: Segundo a Internacional Continence Society (ICSE) a incontinência urinaria (IU) é uma situação onde ocorre qualquer escape involuntário de urina. A incontinência urinária de esforço (IUE) é entendida por todo escape de urina sequente de algum esforço, seja sorrir, pular, correr ou tossir. Isso ocorre devido a uma pressão súbita na bexiga e na uretra, fazendo com que o esfíncter se abra brevemente. Nesse sentido, a fisioterapia atua por meio de condutas e técnicas para a melhora dos sintomas de IUE, impactando na qualidade de vida dessas pessoas acometidas por IU. OBJETIVO: Analisar a atuação da fisioterapia pélvica no tratamento de mulheres com incontinência urinária de esforço. METODOLOGIA: O presente estudo consistiu em uma pesquisa qualitativa, com cunho exploratório, sendo revisão integrativa de literatura, iniciada durante o segundo semestre do ano de 2024. A busca por artigos foi realizada em bases de dados tais como: National Institutes of Health (PubMed), Biblioteca Virtual de Saúde (BVS) e Scientific Electronic Library Online (SciELO), utilizando os seguintes descritores para a pesquisa Urinary Incontinence, Stress; Physical Therapy Modalities e Quality of Life. Foram estratificados os estudos nas bases de dados baseados nos critérios de elegibilidade, os critérios de inclusão são: estudos entre o período de 2016 a 2024, textos completos e gratuitos, em língua inglesa e português, além de estudos controlados e aleatorizados. Em contrapartida, quanto aos critérios de exclusão, textos duplicados, que não respondam aos objetivos, ou artigos do tipo revisão sistemática. RESULTADOS E DISCUSSÕES: Incialmente foram encontrados um total de 455 estudos como resultados em todas as bases de dados elencadas, e após a extração e seleção criteriosa de todos os estudos, restaram 4 estudos que basearam a pesquisa. Dentro dos resultados, é possível notar que os objetivos apresentados se fundamentam em demonstrar a eficácia das diversas técnicas usadas pela fisioterapia no tratamento da UIE, com análise sobre o treino do MAP com ou sem a contração do transverso do abdômen, bem como terapia por ondas de baixa intensidade extracorpórea. CONLUSÃO: Por fim, todas as técnicas citadas apresentaram desfechos positivos mediantes a redução dos sintomas da UIE, além de serem validados não somente pela percepção das pessoas submetidas a terapia, mas por escalas e escores, fora isso, todos os estudos elencaram ainda as repercussões na qualidade de vida, sendo estes os achados clínicos unanimes entre todos os estudos. Autor(s) Ana Priscila Nunes Gomes Orientador(s) Rauany Barrêto Feitoza Ano de Publicação 2025 Palavra Chave Distúrbios do Assoalho Pélvico. Saúde da Mulher. Modalidades de Fisioterapia. Curso FISIOTERAPIA Baixar |
| Atuação da fisioterapia respiratória em crianças com fibrose cística: revisão integrativa (F 344) | Sidielle Pereira Ramos | FISIOTERAPIA |
Atuação da fisioterapia respiratória em crianças com fibrose cística: revisão integrativa (F 344)
Descrição
fibrose cística (FC) é uma doença genética, crônica e progressiva que afeta múltiplos sistemas, com destaque para o comprometimento respiratório em crianças, levando a um ciclo de obstrução brônquica, infecção e inflamação. Nesse contexto, a fisioterapia respiratória surge como um pilar fundamental do tratamento. O objetivo deste estudo foi avaliar, por meio de uma revisão de literatura, a eficácia e o impacto das intervenções de fisioterapia respiratória na função pulmonar e na qualidade de vida de pacientes pediátricos com fibrose cística. Para isso, foi realizada uma revisão bibliográfica de abordagem qualiquantitativa e exploratória, com buscas nas bases de dados LILACS, SCIELO e PUBMED, utilizando os descritores “fibrose cística”, “criança” e “fisioterapia respiratória”. Os resultados demonstraram que a fisioterapia atua por meio de uma vasta variedade de técnicas, incluindo as de higiene brônquica (convencionais, modernas e instrumentais) e programas de reabilitação pulmonar. O exercício aeróbico destacou-se pelos seus efeitos na desobstrução das vias aéreas, no fortalecimento da musculatura respiratória e no condicionamento físico. A análise revelou, contudo, que a baixa adesão ao tratamento é um desafio significativo na prática clínica, apesar dos benefícios comprovados. Sendo assim, conclui-se que a fisioterapia respiratória é indispensável no manejo da FC, e o papel do fisioterapeuta é crucial não apenas na aplicação técnica, mas também na educação e motivação do paciente e da família para garantir a adesão e o autogerenciamento da doença a longo prazo, visando retardar a progressão da doença e melhorar a qualidade de vida. Autor(s) Sidielle Pereira Ramos Orientador(s) Myrla Nayra Cavalcante Ano de Publicação 2025 Palavra Chave Fibrose Cística. Criança. Fisioterapia Respiratória. Curso FISIOTERAPIA Baixar |