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| Violência física contra crianças no âmbito familiar (SS 139) | Dalvirlene Gomes Felix | SERVIÇO SOCIAL |
Violência física contra crianças no âmbito familiar (SS 139)
Resumo
O presente estudo tem por objetivo abordar o tema violência física contra crianças no âmbito
familiar, e as conseqüências pela qual a criança é submetida no sistema vigente. Para maior
compreensão do tema, definimos alguns conceitos básicos, destacando como é o atual sistema
voltado para a prevenção da violência contra crianças, a fim de garantir a efetivação de seus
direitos, bem como conscientizar a sociedade em geral de que devemos preservar as crianças
das formas violentas de relacionamentos familiares e sociais, pelos quais deixam traumas e
sequelas resultantes da violência sofrida. Autor(s) Dalvirlene Gomes Felix Orientador(s) Rita Stellamaris Pereira Gonçalves Ano de Publicação 2014 Palavra Chave Violência. Criança. Conscientizar. Sociedade. Curso SERVIÇO SOCIAL |
| Violência física e psicológica intrafamiliar contra crianças e seus impactos no desenvolvimento psicossocial (P 327) | Nivia Jordania Lima Viana | PSICOLOGIA |
Violência física e psicológica intrafamiliar contra crianças e seus impactos no desenvolvimento psicossocial (P 327)
Resumo
O presente estudo tem como foco discutir acerca da violência física e psicológica
intrafamiliar contra crianças e seus impactos no desenvolvimento psicossocial. Pretende-se
também compreender a atuação do profissional de psicologia frente à temática. Teve como
objetivo compreender sobre a dimensão da violência intrafamiliar sob o ponto de vista da
psicologia com foco na infância. O presente estudo partiu de uma revisão bibliográfica
integrativa, de cunho qualitativo, exploratório. Utilizou-se como fontes de pesquisas as
plataformas Google acadêmico e SciELO, com os descritores: “Violência doméstica infantil”,
“Psicologia” e o operador booleano "AND", com a pesquisa foi recuperado 190 trabalhos, após
delimitar o tempo de 5 anos, apareceram nas buscas apenas 98 trabalhos científicos que foram
incluídos para pré-análise, após este momento apenas 14 trabalhos permaneceram dentro dos
critérios de inclusão e exclusão. Desta forma, a pesquisa aponta que crianças vítimas de
violências tendem a sofrer impactos que irão repercutir durante toda sua vida, podendo se tornar
um indivíduo agressivo através do espelhamento que acontece como uma forma de
aprendizagem de atos vivenciados. Nesse sentido, o estudo evidencia que é necessário voltar a
atenção da sociedade para esta problemática e desconstruir atos agressivos como forma de
educar as crianças. Autor(s) Nivia Jordania Lima Viana Orientador(s) Isabela Bezerra Ribeiro Ano de Publicação 2024 Palavra Chave Criança. Família. Psicologia. Violência. Curso PSICOLOGIA Baixar |
| Violência física intrafamiliar contra crianças e adolescentes e a busca pela efetivação dos seus direitos (SS 193) | Lailma Luana Bezerra da Silva | SERVIÇO SOCIAL |
Violência física intrafamiliar contra crianças e adolescentes e a busca pela efetivação dos seus direitos (SS 193)
Resumo
O presente estudo trata da violência física intrafamiliar contra Crianças e
Adolescentes, com o objetivo de avaliar o trabalho realizado pela equipe multidisciplinar
do Centro de Referência Especializado da Assistência Social – CREAS no
enfrentamento desta demanda, destacando com isso o trabalho do Assistente Social. A
pesquisa foi realizada no CREAS do município de Jaguaribe-CE. Quanto aos processos
metodológicos, utilizou-se a pesquisa qualitativa, pois o objetivo não foi quantificar a
violência, mas sim obter conhecimentos acerca da atuação profissional no processo de
enfrentamento desta expressão da questão social. O estudo foi de caráter bibliográfico,
no qual possibilitou um embasamento teórico adequado em seu processo de
construção. O material utilizado foram livros e artigos científicos. Buscou-se direcionar
para o estudo de caso, no qual se estabeleceu maior compreensão e proximidade da
prática, foi aplicado um questionário com 09 questões para todos os profissionais da
equipe. Quanto aos procedimentos éticos, utilizou-se o Termo de Consentimento Livre
e Esclarecido (TCLE), no qual todos os entrevistados assinaram, obedecendo todos
preceitos. Através da pesquisa e respostas dos profissionais, pôde-se concluir que o
trabalho da equipe do CREAS é fundamental no processo de enfrentamento da
violência, uma vez que há o acompanhamento psicossocial da vítima, agressor e
família. É importante destacar as Instituições articuladas no processo: Ministério
Público, Conselho Tutelar, Polícia, Saúde e Educação, buscando a efetivação dos
direitos da infância e juventude. A atuação do Assistente Social é fundamental, no que
se diz respeito a intervenção e enfrentamento dos casos, pois é o profissional que
possui o conhecimento específico das políticas públicas, um olhar diferenciado diante
dos fatos, a partir do seu conhecimento teórico-metodológico. E existem atribuições que
se direcionam apenas para o profissional, como a realização de Estudo Social, Parecer
Social, Relatório Social, dentre outros. Conclui-se que a atuação do profissional de
Serviço Social no CREAS, bem como a equipe multiprofissional são de total relevância
no processo de ruptura da violência e busca pela garantia dos direitos da Criança e do
Adolescente. Autor(s) Lailma Luana Bezerra da Silva Orientador(s) Katiana Bezerra Bastos Ano de Publicação 2014 Palavra Chave Violência. Violência Intrafamiliar. Criança e Adolescente. Proteção Especial. Curso SERVIÇO SOCIAL |
| Violência intrafamiliar contra a pessoa idosa no Brasil (D 41) | Cícera Laís Ribeiro Paiva | DIREITO |
Violência intrafamiliar contra a pessoa idosa no Brasil (D 41)
Resumo
A violência intrafamiliar contra a pessoa idosa é um fenômeno alarmante e preocupante, e este
estudo busca fornecer uma visão abrangente sobre essa questão no contexto brasileiro. Serão
examinadas as diferentes formas de violência que podem ser perpetradas contra os idosos,
como violência física, psicológica, financeira e negligência, com o objetivo de entender a
gravidade e a extensão desse problema. Este trabalho tem como objetivo geral realizar uma
análise sobre a violência intrafamiliar praticada contra a pessoa idosa no Brasil. Para atingir
esse objetivo, foram explorados objetivos específicos que visam identificar as formas de
violência praticadas contra os idosos, estudar as políticas públicas de proteção desenvolvidas
no país, apontar as relações parentais entre os agressores e as vítimas, e compreender como o
ordenamento jurídico brasileiro responsabiliza os agressores por meio da legislação vigente.
A metodologia utilizada para elaboração deste estudo foi do tipo básica dirigida, com estudo
do tipo revisão de literatura, abordagem qualitativa e por meio do método dedutivo. Além
disso, foi realizado um estudo das políticas públicas de proteção ao idoso desenvolvidas no
Brasil. Foram analisadas as medidas adotadas pelo governo para prevenir, combater e intervir
nos casos de violência contra os idosos, a fim de avaliar a eficácia dessas políticas e
identificar possíveis lacunas ou desafios na sua implementação. Outro aspecto relevante
abordado neste trabalho foi a análise das relações parentais entre os agressores e as vítimas.
Foi investigado o vínculo familiar existente entre os idosos e seus agressores, buscando
compreender os possíveis fatores subjacentes que contribuem para a ocorrência da violência
intrafamiliar.Por fim, foi realizado um estudo sobre como o ordenamento jurídico brasileiro
responsabiliza os agressores por meio da legislação vigente. Foram examinadas as leis e os
mecanismos legais disponíveis para a punição e a prevenção da violência contra os idosos,
buscando compreender o papel do sistema jurídico na proteção dos direitos dos idosos e na
promoção da justiça. Autor(s) Cícera Laís Ribeiro Paiva Orientador(s) Maria Beatriz Souza de Carvalho Ano de Publicação 2023 Palavra Chave violência contra os idosos. violência intrafamiliar. políticas públicas. Curso DIREITO |
| Violência intrafamiliar: consequências para o desenvolvimento infantil (P 349) | Geovanna Carlos De Souza | PSICOLOGIA |
Violência intrafamiliar: consequências para o desenvolvimento infantil (P 349)
Resumo
O trabalho pretende discutir os efeitos e consequências da violência intrafamiliar na infância e suas repercussões no desenvolvimento psicossocial. Destaca-se que o desenvolvimento de crianças expostas a violências durante a infância, pelos pais ou alguém da família, têm apresentado prejuízos segundo a literatura. A família tem o papel fundamental durante a infância, fase marcada pelas rápidas transformações, bem como o desenvolvimento da sua personalidade, desempenhando uma função central no desenvolvimento infantil. Tipos de violências como discussões dos pais que a criança presencia, violência físicas e sexuais podem ser apontadas como os tipos de violência intrafamiliar mais comum. Utilizou-se da Terapia Cognitivo Comportamental como aporte teórico. O estudo evidencia que ainda são comuns situações de violência intrafamiliar no cotidiano brasileiro, ressaltando a necessidade de mais intervenções a nível de políticas públicas e novas estratégias que possam abarcar essas famílias e vítimas. Autor(s) Geovanna Carlos De Souza Orientador(s) Davi Sampaio Cardoso Ano de Publicação 2024 Palavra Chave Violência intrafamiliar. Família. Infância. Desenvolvimento. Curso PSICOLOGIA Baixar |
| Violência no ambiente escolar: Uma revisão integrativa acerca das estratégias de enfrentamento na educação básica brasileira (P 108) | Maria Géssica de Lima | PSICOLOGIA |
Violência no ambiente escolar: Uma revisão integrativa acerca das estratégias de enfrentamento na educação básica brasileira (P 108)
Resumo
A escola é o segundo espaço após a casa e a família que mais contribui para o
desenvolvimento de socialização de crianças e jovens. Mas na realidade atual tem sido palco
de diversas manifestações de violência, que vem crescendo em proporções desmedidas.
Durante anos a violência na escola era tida apenas como violência patrimonial como o
contexto histórico bem retrata, mas ao longo do tempo foram surgindo vários tipos e formas
de manifestar-se. Assim, a escola tem perdido de fato seu real significado, e tem sido
impedida de realizar e concretizar sua função, que é de oferecer um espaço acolhedor e
formar cidadãos conhecedores de seus direitos e da sociedade, críticos, tolerantes e
respeitosos. O objetivo deste estudo é identificar por meio da literatura estratégias
pedagógicas de enfrentamento contra a violência escolar na educação básica brasileira. Tratase de uma revisão integrativa, onde foi realizada uma busca nas seguintes bases de dados:
Scielo, Pepsic e BVS. Os termos utilizados para obter os achados foram: Serviços de Saúde
Escolar, Violência, Prevenção Primária, e a junção desses descritores utilizando a expressão
AND. Oito artigos compuseram a amostra final desse estudo, sendo todos em língua
portuguesa. Após ter sido feita uma leitura minuciosa dos achados, foi possível reunir alguns
estudos que concordaram ao afirmar que a presença da violência no âmbito escolar é
motivada por vários fatores e acarreta em prejuízos significativos a vida de todos, seja aluno,
professores, demais profissionais, e a própria instituição. Desta forma, verificou-se na leitura
a existência de várias iniciativas que tem como objetivo a prevenção de situações de
violência, ambas corroboram no sentido de implicar a comunidade escolar em todas as ações,
tendo uma vista a democracia que cerca esse processo. Os estudos apontam que a violência é
um fenômeno complexo e multicausal, e destacam a importância do trabalho pautado na
interdisciplinaridade, numa equipe multiprofissional e na intersetorialidade. Autor(s) Maria Géssica de Lima Orientador(s) Hérico Maciel de Amorim Ano de Publicação 2018 Palavra Chave Violência. Serviços de Saúde Escolar. Prevenção Primária. Curso PSICOLOGIA Baixar |
| Violência obstétrica como expressão da violência institucional: impactos e desafios vivenciados por mulheres negras (D 270) | Jhulia da Costa Alves de Macêdo | DIREITO |
Violência obstétrica como expressão da violência institucional: impactos e desafios vivenciados por mulheres negras (D 270)
Resumo
Este trabalho analisou os impactos da violência obstétrica como expressão da violência institucional vivenciada por mulheres negras no Brasil, com foco nas interseccionalidades entre racismo estrutural, gênero e sistema jurídico. Diante disso, a pesquisa abordou as práticas abusivas, negligentes e discriminatórias presentes no atendimento obstétrico, evidenciando como o racismo institucional contribui para a perpetuação dessas violações, agravando a vulnerabilidade das mulheres negras. Assim, a ausência de legislação específica e a ineficácia dos aparatos jurídicos foram identificadas como fatores que dificultam a proteção e o acesso a um atendimento digno e humanizado. Ainda, por meio de metodologia qualitativa e análise bibliográfica, o estudo revelou que a violência obstétrica ultrapassa o âmbito individual e está inserida em um contexto de desigualdades históricas e estruturais, que naturalizam o sofrimento dessas mulheres e desconsideram seus direitos. Ademais, casos emblemáticos ilustram a omissão estatal e a necessidade urgente de políticas públicas antirracistas e interseccionais para a garantia da dignidade e integridade física e emocional das mulheres negras. Dessa forma, conclui-se que o enfrentamento efetivo da violência obstétrica requer transformação institucional, formação ética dos profissionais de saúde, tipificação penal adequada e a implementação de práticas humanizadas e equitativas. Por fim, este trabalho contribui para o debate sobre a necessidade de abordagens interseccionais nas políticas de saúde e justiça, reforçando a importância do respeito aos direitos a saúde da mulher negra no contexto obstétrico. Autor(s) Jhulia da Costa Alves de Macêdo Orientador(s) Layana Dantas de Alencar Ano de Publicação 2025 Palavra Chave Violência obstétrica. Racismo institucional. Mulheres negras. Direito a saúde. Políticas públicas. Curso DIREITO Baixar |
| Violência obstétrica e a apuração de responsabilidades (D 16) | Vitória Layza Leandro Gomes | DIREITO |
Violência obstétrica e a apuração de responsabilidades (D 16)
Resumo
O presente estudo científico tem como escopo analisar a violência obstétrica no Brasil
abordando o tema desde as primeiras intervenções históricas até o cenário atual onde vem
ganhando destaque no campo teórico e prático, debatendo-se o direito à saúde das mulheres
no processo do parto e no estado puerpério. Após a realização de pesquisa sobre o tema em
comento foi identificado a prática do abuso e da violência obstétrica, mas também a falta de
consenso de seu conceito nos dias hodiernos. Desta forma, para a finalidade do estudo
realizado, a violência obstétrica pode ser conceituada como sendo todo ato praticado contra
as mulheres no seu exercício sexual e reprodutivo, cometido por profissionais da saúde,
sejam eles de instituição ou órgão público ou privado. Apontando, nesta pesquisa, a
necessidade de entender essa violência como sendo física, psicológica, moral, patrimonial
contra as mulheres em todas as fases do parto e pós-parto, sofrendo a violação dos seus
direitos principalmente pelo sistema público de saúde. A metodologia utilizada se deu por
meio de pesquisa bibliográfica e documental, sendo empregado o descritor “violência
obstétrica” nos sítios de busca. Autor(s) Vitória Layza Leandro Gomes Orientador(s) Iasmine Saraiva de Sousa Ano de Publicação 2022 Palavra Chave Direito à saúde. Violência. Direito sexual e reprodutivo. Curso DIREITO |
| Violência obstétrica e adolescência (P 144) | Ionara Gomes de Souza | PSICOLOGIA |
Violência obstétrica e adolescência (P 144)
Resumo
A violência obstétrica, quando ocorrida em adolescentes parturientes, acarreta além de
sofrimento físico e psicológico, prejuízos significativos no decorrer de suas vidas. O interesse
pelo tema em questão se deu a partir do conhecimento por meio de leituras, onde observou-se
a ocorrência da violência obstétrica. Com esse estudo objetivou-se, analisar a violência
obstétrica e seus efeitos em adolescentes, como objetivos específicos: discutir a gravidez na
adolescência; descrever a violência obstétrica, e suas formas; apontar os efeitos da violência
obstétrica em adolescentes. O estudo se caracterizou como uma revisão narrativa, pois buscou
analisar os dados através de uma revisão bibliografia. O estudo ocorreu em ambiente virtual,
através de plataformas, com acervos literários e artigos científicos que abordam o tema, onde
foi possível construir uma narrativa dos dados apresentados. A pesquisa define a realidade
vivenciada por adolescentes que sofrem violência obstétrica. Diante disso foi possível
observar que é necessário um trabalho de conscientização sobre a ocorrência desse tipo de
violência, assim como orientar as famílias para um melhor acompanhamento, oferecendo
proteção a essas jovens, evitando o aumento de casos de violência e sofrimento na hora do
parto. Autor(s) Ionara Gomes de Souza Orientador(s) Leda Mendes Pinheiro Gimbo Ano de Publicação 2019 Palavra Chave Adolescente. Obstetrícia. Violência. Curso PSICOLOGIA |
| Violência obstétrica: responsabilização penal dos profissionais de saúde no contexto do parto e pós-parto (D 276) | Layza Gabriela Moreira de Holanda | DIREITO |
Violência obstétrica: responsabilização penal dos profissionais de saúde no contexto do parto e pós-parto (D 276)
Resumo
Este trabalho teve como foco a análise da violência obstétrica, entendida como uma prática que viola os direitos humanos das mulheres e compromete sua dignidade, autonomia e integridade física e psicológica. Apesar de historicamente ignorada, essa forma de violência tem ganhado espaço nos debates sociais e jurídicos, sobretudo no Brasil, onde a precariedade dos serviços de saúde agrava ainda mais essa realidade. A pesquisa teve como objetivo geral examinar as condutas que caracterizam a violência obstétrica, bem como discutir a possibilidade de responsabilização penal dos profissionais de saúde que cometem tais práticas. Especificamente, busca compreender os direitos da parturiente assegurados pela legislação brasileira, identificar os atos que afrontam esses direitos e avaliar a efetividade das normas penais aplicáveis. A metodologia adotada foi de caráter qualitativo, com abordagem exploratória, baseada em levantamento bibliográfico e análise documental, utilizando o método dedutivo. A escolha do tema se fundamentou na urgência de enfrentar práticas desumanas no ambiente obstétrico, que, mesmo sem previsão penal específica, podem ser enquadradas em tipos penais já existentes. O estudo pretendeu, portanto, contribuir para o fortalecimento da proteção jurídica das mulheres e para a ampliação dos debates sobre a responsabilização penal no enfrentamento da violência obstétrica. Conclui-se que a violência obstétrica, sem tipificação penal específica, dificulta a responsabilização dos agentes, exigindo avanços legislativos e políticas públicas que assegurem o respeito e os direitos das mulheres. Autor(s) Layza Gabriela Moreira de Holanda Orientador(s) Layana Dantas de Alencar Ano de Publicação 2025 Palavra Chave Violência obstétrica. Direitos da mulher. Responsabilização penal. Direitos humanos. Parturiente. Curso DIREITO Baixar |