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Conhecimento das gestantes a respeito da citológia oncótica na gestação: Mitos e verdades (E 290) | Raylinne Alencar de Oliveira | ENFERMAGEM |
Conhecimento das gestantes a respeito da citológia oncótica na gestação: Mitos e verdades (E 290)
Resumo
Na gestação torna-se importante as orientações sobre a realização do exame Papanicolau para
detectar alterações que possam vir a apresentar nesse período e através disso promover uma
assistência adequada a mulher nesse momento. Para a concretização do exame citopatológico
nas gestantes segue-se as mesmas orientações sobre sua regularidade e idade estimada,
diferenciando apenas o modo de coleta do material, sendo preferível realizar até o sétimo mês
de gestação, utilizando apenas a coleta da ectocérvice com uso da espátula de Ayre. Com isso
objetivou-se compreender o conhecimento das gestantes acerca da relevância da citologia
oncótica no período gestacional, com isso foi realizado um pesquisa do tipo exploratória,
descritiva e com abordagem qualitativa em uma ESF do município de Icó-Ceará. Participaram
da pesquisa 16 gestantes. A coleta de dados foi realizada nos meses de Maio e Junho de 2019
por meio de uma entrevista semiestruturada e questionário sócio demográfico e os dados
quantificáveis foram analisados, dispostos em tabela e as seguintes as falas foram examinadas
por meio da análise de conteúdo de Bardin, dispondo das seguintes categorias: 1- Conhecimento
das gestantes acerca da citologia oncótica. Nessa categoria buscou-se mostrar o conhecimento
das gestantes a respeito da citologia oncótica, se as mesmas podem realizar esse exame, e
importância quanto a realização. 2- Adesão das gestantes quanto a realização da citologia
oncótica no período gestacional e os principais mitos, desafios e desconfortos vivenciados.
Onde abordará sobre a busca das gestantes durante o pré-natal para a concretização do exame
Papanicolau. 3- Educação em saúde como estratégia para promoção e orientação em saúde.
Aborda a respeito das orientações em saúde realizadas pelos profissionais diante a busca pela
efetivação da citologia oncótica durante o processo gestacional, assim, em virtude das
problemáticas identificadas sobre a percepção das gestantes na realização do exame preventivo
onde as mesmo apresentam o conhecimento o quanto se torna importante realizar o preventivo
durante o período gestacional, porém não buscam a unidade de saúde para concretiza-lo. Diante
desse contexto é visto a necessidade constante de educação em saúde para gestantes enfatizando
a importância da busca do Papanicolau para a desmistificação de seus medos na realização
desse exame, pois só dessa maneira consegue-se alcançar uma maior adesão dessas mulheres
durante o processo gestacional. Autor(s) Raylinne Alencar de Oliveira Orientador(s) Layane Ribeiro Lima Ano de Publicação 2019 Palavra Chave Citopatológico. Conhecimento. Gestantes Curso ENFERMAGEM |
Conhecimento das gestantes sobre o parto humanizado (E 324) | Isabelly Alves Lacerda | ENFERMAGEM |
Conhecimento das gestantes sobre o parto humanizado (E 324)
Resumo
O parto humanizado traz a evolução de um parto vaginal, buscando práticas humanizadoras
visando o bem-estar da gestante. Esta humanização pode ser ofertada em outros tipos de
parto, seu principal objetivo é proporcionar a mulher sensação de conforto e segurança durante esta etapa única em sua vida. Atualmente, muitas mulheres ainda não têm informação
como ocorre essa assistência ao parto humanizado. Contudo, este estudo ajudará os profissionais de saúde, na identificação da realidade local para um melhor atendimento dessas gestantes. O estudo teve como objetivo geral: Analisar o conhecimento de gestantes sobre o
parto humanizado; E, como específicos: Caracterizar o perfil sociodemográfico das gestantes; Identificar o conhecimento de mulheres primíparas que estejam gestantes sobre o parto
humanizado; Conhecer os desafios percebidos pelas entrevistadas para realização do parto
humanizado. O estudo trata-se de uma pesquisa de campo, exploratória, descritiva, com abordagem qualitativa. Será realizado na Unidade Básica de Saúde Vila Esperança, localizado na
zona urbana do município de Acopiara-CE com as gestantes registradas na Estratégia Saúde
da Família (ESF) que totalizam em 45 participantes, seguindo o critério de saturação de respostas. Revelando os benefícios de realização dessa pesquisa a identificação sobre o conhecimento das gestantes acerca do parto humanizado e auxiliando na detecção de possíveis
falhas de assistência, assim como riscos o constrangimento e a intimidação das participantes
pelo local onde será gravada a pesquisa, na própria unidade de saúde, juntamente, com o
gravador de voz, garantindo o sigilo da pesquisa. O estudo será enviado ao Comitê de Ética
para após aprovação, ser iniciada a coleta de dados, conforme a Resolução 466/12. Conforme
os resultados da pesquisa encontrados pode-se identificar que todos os objetivos propostos
foram encontrados de forma eficaz, por vez identificado o conhecimento das participantes
sobre o parto humanizado, como também caracterizando essas mulheres como jovens, sendo
maioria delas com seu estado civil casada, com sua escolaridade de ensino médio completo,
se apresentavam na sua ocupação atual como donas de casa, com uma renda familiar mensal
inferior a 1 salário mínimo com predominância na religião católica de raça parda, residem
com marido e filhos grande maioria e apresentando partos anteriores, contudo, gestantes por
mais que sejam primíparas ainda ressurgem dúvidas. Ressaltando então o papel do enfermeiro como principal educador de saúde e de acompanhante profissional no pré-natal. Autor(s) Isabelly Alves Lacerda Orientador(s) Cleciana Alves Cruz Ano de Publicação 2020 Palavra Chave Humanização. Parto. Assistência de enfermagem. Curso ENFERMAGEM |
Conhecimento de acadêmicos de enfermagem sobre o plano de alta hospitalar (E 400) | Adriana Carlos Cavalcante | ENFERMAGEM |
Conhecimento de acadêmicos de enfermagem sobre o plano de alta hospitalar (E 400)
Resumo
O Plano de Alta Hospitalar (PA) resulta-se do planejamento de cuidados para a transição do
paciente do hospital para casa, é uma atividade integral tendo como principal objetivo promover
o cuidado continuado. A escolha do tema justifica-se com base no interesse pessoal, ao
vivenciar no período de estágio a realização de uma ação voltada para a educação em saúde
com pacientes internados, e por experiências como acompanhante de um familiar que passou
por um processo cirúrgico, possui relevância científica, social, acadêmica, profissional e na
gestão em saúde. A pesquisa tem por objetivo analisar o conhecimento dos acadêmicos da
graduação em Enfermagem sobre o plano de alta hospitalar. A presente pesquisa trata-se de um
estudo de caráter exploratório, descritivo, de abordagem quantitativa. A pesquisa foi realizada
no município de Icó-ce, o panorama do estudo passou-se no Centro Universitário Vale do
Salgado (UNIVS). O estudo foi realizado com acadêmicos do curso de graduação de
Enfermagem que estejam cursando do 6º ao 10º semestre no turno da manhã e noite. A coleta
de dados ocorreu entre os meses de setembro e outubro de 2021, após aprovação do Comitê de
Ética e Pesquisa (CEP) Nº 5.009.480. Nesta pesquisa foi utilizado como instrumento e coleta
de dados um formulário digital de caráter estruturado, as informações desenvolveram-se e
estruturaram-se através do Google Forms, por meio do auxílio da planilha do Excel 2010, para
melhor organização e estruturação das respostas obtidas, que posteriormente foram dispostas
em tabelas as informações quantitativas, que se procedeu pela abordagem estatística descritiva,
analisada de acordo com a literatura atual. Os participantes dessa pesquisa possuem idade entre
20 e 48 anos, a maioria possui entre 20 e 23 anos, correspondendo a 69,9%. Em relação ao
gênero houve predominância do perfil feminino com 78,2%. A ocupação atual predominante
foi de 56,3% para variável apenas estudam, com relação a faixa de renda familiar 51,7%
possuem de 1 a 2 salários mínimos, e o estado civil 75,9% eram solteiros, No que que concerne
os aspectos que englobam o plano de alta hospitalar, o conhecimento sobre esse processo influi
significativamente no planejamento a longo prazo, é imprescindível um olhar sistêmico voltado
aos cuidados no plano de alta hospitalar, afim de que esses fatores contribuam positivamente
na vida do paciente e de seus familiares e/ou cuidadores, agregando benefícios. Dessa maneira,
essa categoria demonstra fatores essenciais que se interpõem ao conhecimento de acadêmicos
de enfermagem sobre o plano de alta hospitalar, do mesmo modo que influi no processo de
formação da graduação. Pode-se afirmar que foi possível analisar de modo satisfatório o
conhecimento dos acadêmicos de Enfermagem sobre o plano de alta hospitalar, os dados
coletados apontaram uma conclusão positiva e que os participantes possuem conhecimento
favorável em relação a temática abordada. Autor(s) Adriana Carlos Cavalcante Orientador(s) Rayanne de Sousa Barbosa Ano de Publicação 2021 Palavra Chave Alta do paciente. Humanização da assistência. Autocuidado. Curso ENFERMAGEM Baixar tcc |
Conhecimento de adultos acerca da prevenção do câncer de pele (E 520) | Maria Magna Martins do Amarante | ENFERMAGEM |
Conhecimento de adultos acerca da prevenção do câncer de pele (E 520)
Resumo
O câncer de pele é o tipo de neoplasia de maior incidência no Brasil. Essa neoplasia apresentase de dois tipos melanoma e não melanoma, o tipo melanoma uma neoplasia de grande
relevância, mesmo ocorrendo com menos frequência, porém é o mais agressivo. O não
melanoma apresenta um crescimento lento é mais frequente e menos agressivo. Os fatores de
risco para seu desenvolvimento são hereditariedade, exposição excessiva ao sol, exposição
ultravioleta, bronzeamento artificial, produtos químicos carcinogênicos. A prevenção se dá por
dois meios: primária ou secundária. A primária tem como objetivo adotar medidas para evitar
o surgimento do câncer e a secundária ocorre a detecção precoce e um tratamento. Diante disso,
surge a seguinte indagação: Quais os conhecimentos de adultos sobre prevenção do câncer de
pele? O estudo tem como objetivo geral compreender o conhecimento populacional quanto a
compreensão dos fatores preventivos do câncer de pele. Trata-se de um estudo de campo,
exploratório, descritivo com abordagem qualitativa, que foi realizado na Unidade Básica de Saúde
São Geraldo do município de Icó - Ceará, nos meses de abril a maio de 2023. Os critérios de
inclusão estabelecidos foram: ter idade igual ou maior de 21 anos, estar cadastradas na UAPS
São Geraldo no município de Icó-Ceará, e que estar presentes na unidade no dia da pesquisa, e
que aceitar participar da pesquisa. Dentro dos critérios de exclusão estão: estar com algum tipo
de condição que inviabilize a gravação de voz, possuir mais 60 anos de idade. A coleta de dados
aconteceu por meio de um roteiro de entrevista semi-estruturada, os dados serão analisados de
acordo com a técnica de análise de conteúdo proposta por Bardin. A pesquisa considerará os
aspectos éticos de acordo com a Resolução nº 466, de 12 de dezembro de 2012, que determina
as diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos, logo, os
dados só serão coletados após a aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa, mediante o parecer
de número 5.928.708. O processo da pesquisa possibilitou a criação de duas categorias
denominadas: Categoria I - Conhecimento sobre o câncer de pele; Categoria II - utilização de
métodos preventivos de neoplasia de pele. A primeira categoria, faz abordagem sobre o que
câncer de pele, para os entrevistados evidenciou que existem um déficit muito grande sobre o
que de fato essa neoplasia. Em relação a segunda categoria e possível observar que grande parte
dos entrevistados não fazem de medidas protetiva e preventivas. Sua maioria faz uso do protetor
solar, quando fazem uso e realizado de forma incorreta. Existiu os que usam três vezes ao dia e
duas vezes e mesmo assim não sabem a importância e forma correta de uso. Por fim, sugerese que sejam exploradas através de outras pesquisas estratégias que possam ser utilizadas
através da promoção em saúde para levar educação em saúde para prevenção contra essa
neoplasia. Autor(s) Maria Magna Martins do Amarante Orientador(s) Cleciana Alves Cruz Ano de Publicação 2023 Palavra Chave Assistência de enfermagem. Câncer de pele. Prevenção. Curso ENFERMAGEM Baixar tcc |
Conhecimento de discentes sobre metodologia ativa na construção do processo de ensino aprendizagem inovador (E 128) | Mapoanney Nhalis Clares de Sousa | ENFERMAGEM |
Conhecimento de discentes sobre metodologia ativa na construção do processo de ensino aprendizagem inovador (E 128)
Resumo
Nos últimos anos, vê-se frequentemente a preocupação de profissionais da área da saúde,
principalmente da enfermagem, sobre os métodos utilizados para transmitir conhecimento e
garantir que os graduandos, de forma geral, aprendam e desenvolvam capacidade de dar
desfecho a problemas que, futuramente, venham a enfrentar em seus trabalhos. Para servir
como método alternativo de ensino, as metodologias ativas vieram para inovar a forma de
ensino aprendizado nas Instituição de Ensino Superior (IES), fazendo com que os acadêmicos
possam ter contato com situações práticas que, futuramente, poderiam passar em seus
respectivos trabalhos ou campos de estágio, visando garante que estes possam desenvolver
criticidade e resolver as situações da melhor maneira possível. Objetivou-se com esta pesquisa
Identificar o conhecimento de discentes sobre metodologias ativas na construção do processo
de ensino aprendizagem inovador. Realizou-se uma pesquisa descritiva, exploratória, com
abordagem qualitativa. O público alvo da pesquisa foram 20 discentes do curso de
Enfermagem da Instituição de Ensino Superior (IES) Faculdade Vale do Salgado (FVS) que
se submeteram a uma entrevista gravada. A pesquisa foi norteada a partir de normas e
diretrizes que obedecem a Resolução 466/12. Os dados foram dispostos por meio de tabela e
quadros nos quais foram discutidos de acordo com literatura pertinente. Observou-se que os
discentes tinham pouco conhecimento em relação as metodologias ativas, porém, mesmo
desconhecendo esses métodos a grande maioria prefere aulas mais interativas e que tenham
enfoque na troca de conhecimentos entre alunos e professores, o que é algo que as
metodologias ativas dispõe. Ainda, nota-se que para os alunos alguns métodos utilizados por
discentes da instituição aparentemente não estão sendo qualificados e estão deixando a
desejar. Esses discentes precisam ser apresentados formalmente as metodologias ativas assim
como começar a praticá-las em sala de aula já que hipoteticamente metodologias ativas
preenchem as necessidades impostas por esses discentes. Autor(s) Mapoanney Nhalis Clares de Sousa Orientador(s) Cleciana Alves Cruz Ano de Publicação 2016 Palavra Chave Didática. Ensino Aprendizado. Metodologias Ativas. Curso ENFERMAGEM |
Conhecimento de enfermeiros acerca da neoplastia mamária em homens (E 117) | Viviane Victor de Lima | ENFERMAGEM |
Conhecimento de enfermeiros acerca da neoplastia mamária em homens (E 117)
Resumo
O câncer de mama é o segundo tipo de câncer mais comum no Brasil, e no mundo. A
principal manifestação clínica é o aparecimento de nódulo, que geralmente é indolor com
formatos e bordas irregulares. É mais comum seu desenvolvimento na mulher, mas não deixa
de acometer o homem. Partindo deste ponto, viu-se a importância de pesquisar sobre a
temática. Com isso objetivou-se analisar o conhecimento de Enfermeiros acerca da neoplasia
mamária em homens. Bem como traçar o perfil sociodemográfico dos profissionais do estudo;
Averiguar o conhecimento dos participantes na identificação e conduta do câncer de mama
masculino; Identificar como os Enfermeiros da Atenção Básica (AB) percebem a política
publica de saúde do homem e o câncer de mama masculino; Conhecer na assistência dos
entrevistados a existência de atenção a esse tipo de neoplasia. Tratou-se de um estudo de
campo, exploratório, descritivo com abordagem qualitativa, realizado nas Unidades Básicas
de Saúde de Icó – Ce. As participantes do estudo foram 11 enfermeiras que trabalham na AB
do referido município. A coleta de dados deu-se através de uma entrevista semiestruturada
contendo roteiro que seguiu os direcionamentos dos objetivos do estudo, após aprovação do
Comitê de Ética em Pesquisa. Posteriormente, os dados obtidos foram transcritos e,
analisados mediante o Discurso do Sujeito Coletivo (DSC), seguindo os aspectos éticos que
normatizam as pesquisas com seres humanos, por meio da Resolução 466/12 do Conselho
Nacional de Saúde (CNS)/Ministério da Saúde. A pesquisa mostrou que os Enfermeiros da
AB têm um conhecimento limitado em relação à neoplasia mamária no homem e não realizam
o exame clínico das mamas nos mesmo, dando ênfase ao câncer de mama apenas na mulher.
É indispensável o processo de educação continuada para a construção de conhecimentos em
relação ao processo de saúde e gênero. Espera-se que este estudo sirva como base para a
criação de novas pesquisas na área Autor(s) Viviane Victor de Lima Orientador(s) Cleciana Alves Cruz Ano de Publicação 2016 Palavra Chave Enfermeiros. Neoplasia mamária. Saúde do homem. Curso ENFERMAGEM |
Conhecimento de fisioterapeutas acerca da importância do treinamento muscular inspiratório em indivíduos pós-acidente vascular encefálico (F 147) | Jailan Carlos Lima da Silva | FISIOTERAPIA |
Conhecimento de fisioterapeutas acerca da importância do treinamento muscular inspiratório em indivíduos pós-acidente vascular encefálico (F 147)
Resumo
Introdução: Sujeitos que foram acometidos pelo o AVE são susceptíveis à
manifestação de hipóxia originada pela a saturação de oxigênio e funcionamento
cardiorrespiratório diminuído, podendo ocasionar paresia muscular e diminuição da
resistência de músculos respiratórios prejudicando a ventilação e a perfusão
pulmonar, como também a aptidão do controle muscular de tronco. Objetivo: Analisar
o nível de conhecimento de fisioterapeutas sobre treinamento muscular respiratório
em pacientes acometidos por Acidente Vascular Encefálico. Metodologia: Tratou-se
de um estudo transversal, descritivo, qualitativo e quantitativo, realizado de forma online no Google Forms (Google Formulários), com Fisioterapeutas que atuavam nas
áreas de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia Neurofuncional. Resultados:
No total 23 participantes responderam ao Formulário, com idade entre 23 – 53 anos e
desvio padrão de 7,53, porém a maioria dos participantes relataram serem recémformados e estão nos anos iniciais como profissionais, o maior benefício detectado foi
no Teste de Caminhada de 6 Minutos pela maior quantidade de voltas dadas por parte
dos testados, sendo assim o IMT é eficaz na melhoria da caminhada e de respirar em
pacientes na fase subaguda do AVE. Conclusão: A maioria dos fisioterapeutas
mesmo tendo conhecimento (majoritariamente vindo da graduação) que o IMT é
capaz de melhorar a capacidade funcional de indivíduos pós-AVE, ainda não fazem
uso rotineiramente dessa técnica em seus protocolos de reabilitação e não estão
buscando se qualificar em suas áreas de atuação clínica. Autor(s) Jailan Carlos Lima da Silva Orientador(s) Ana Carolina Lustosa Saraiva Ano de Publicação 2020 Palavra Chave Fisioterapia. Acidente Vascular Encefálico. Exercícios Respiratórios. Curso FISIOTERAPIA |
Conhecimento de fisioterapeutas intensivistas sobre indicações e contraindicações à mobilização precoce em pacientes críticos (F 143) | Camila Quezia Martins Cavalcante | FISIOTERAPIA |
Conhecimento de fisioterapeutas intensivistas sobre indicações e contraindicações à mobilização precoce em pacientes críticos (F 143)
Resumo
INTRODUÇÃO: Segundo o Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional
(COFFITO) a Fisioterapia estuda, diagnostica, previne e reabilita pacientes com
distúrbios cinéticos funcionais. Dentre as especialidades dessa área encontra-se a
Fisioterapia Respiratória, a qual consiste em um conjunto de intervenções para
melhora da mecânica respiratória facilitando a adequada ventilação pulmonar. A
Fisioterapia esta presente na equipe multidisciplinar ofertada aos pacientes da
Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Esta atuação se faz presente em diversos
seguimentos do tratamento intensivo, como a pacientes críticos que não precisam
de suporte ventilatório e assistência durante a recuperação no pós-operatório, tendo
objetivo à prevenção de complicações ou alterações respiratórias e motoras.
OBJETIVO: Analisar o conhecimento de fisioterapeutas especialistas em terapia
intensiva com relação às indicações e contraindicações da mobilização precoce em
pacientes críticos. METODOLOGIA: Trata-se de um estudo do tipo descritivo e
transversal com abordagem quantitativa onde será realizado no período de setembro
de 2020 a outubro de 2020 no estado do Ceará. O estudo foi realizado de forma
online, através do preenchimento de um questionário, com fisioterapeutas do Estado
do Ceará registrados no Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional
da Sexta Região (CREFITO-6). Os critérios de inclusão atribuídos foram que os
profissionais de nível superior tenham registro ativo nos seus respectivos conselhos
e foram excluídos os profissionais que não tem acesso ou fazem uso de redes
sociais e que não concluíram o questionário de avaliação. Os participantes foram
contatados através das redes sociais (Facebook, instagram, Whatsapp), onde
receberam um link de um questionário online, disponibilizado pela ferramenta
Google forms contendo o convite, Termo de consentimento livre e esclarecido e
Termo de consentimento Pós Esclarecido e o questionário criando pela própria
pesquisadora onde será composto por 10 questões objetivas sobre os critérios de
segurança para realização da mobilização precoce e sobre as indicações e
contraindicações da mesma em críticos. RESULTADOS E DISCUSSÕES: foi
possível observar que os profissionais apresentam domínio de conhecimento sobre
o uso da mobilização precoce juntamente com as indicações e contraindicações
relativas ou absolutas de sua aplicação para com os pacientes críticos.
CONSIDERAÇÕES FINAIS: Diante da análise dos resultados encontrados e
apresentados, foi possível observar que os fisioterapeutas intensivistas participantes
possuem domínio de conhecimento acerca das indicações e contraindicações da
realização da mobilização precoce em pacientes críticos. Autor(s) Camila Quezia Martins Cavalcante Orientador(s) Ana Carolina Lustosa Saraiva Ano de Publicação 2020 Palavra Chave Mobilização precoce. Indicações. Contraindicações. Curso FISIOTERAPIA |
Conhecimento de idosos sobre automedicação (E 209) | José Gildney Macedo Sales | ENFERMAGEM |
Conhecimento de idosos sobre automedicação (E 209)
Resumo
O envelhecimento é um
processo contínuo, individual, universal e irreversível. Assim como a infância
a senilidade é marcada por mudanças biopsicossociais específicas, sendo um
processo inerente a todo ser humano. Deste modo a velhice se torna uma categoria
social, onde cada pessoa vive com objetivos a serem atingidos. A automedicação
é entendida como o uso indiscriminado de medicamentos sem a devida prescrição
do profissional de saúde. Essa prática denota um sério problema de saúde
pública, pois resulta em danos, como interações medicamentosas, efeitos
adversos e intoxicações, podendo acarretar morbimortalidade. Para tanto, se faz
necessário conhecimentos específicos sobre farmacologia almejando prevenir
agravo. Este trabalho tem como objetivo analisar o conhecimento de idosos da
Estratégia de Saúde da Família (ESF) Ferroviários de Cedro – Ceará acerca da
automedicação; identificar o perfil sociodemográfico dos participantes da
pesquisa; averiguar os fatores que predispõem o idoso ao uso indiscriminado de
fármacos e conhecer os fatores de riscos da automedicação na terceira idade. A
pesquisa foi composta por um grupo distinto formado por 15 idosos cadastrados
na ESF ferroviários. Trata-se de uma pesquisa exploratória, descritiva com
abordagem qualitativa. O instrumento de coleta foi uma entrevista com roteiro
semiestruturado. Os dados foram analisados pela técnica de análise do conteúdo
de Bardin e discutidos a luz da literatura pertinente. O estudo obedeceu a
resolução Nº466 sobre pesquisas com seres humanos. Através dos resultados
pode-se observar que a grande maioria dos idosos não tem um certo conhecimento
dos riscos que a automedicação pode trazer, o uso inadequado de medicação pode
ser muito perigoso, gerando danos à saúde, efeitos colaterais e, nas situações
mais graves, principalmente em idosos, e que pode levar à morte. Autor(s) José Gildney Macedo Sales Orientador(s) Clélia Patrícia da Silva Limeira. Ano de Publicação 2017 Palavra Chave Automedicação. Cuidado. Idoso. Curso ENFERMAGEM |
Conhecimento de mulheres sobre o uso adequado da contracepção de emergência (E 278) | Taynara Silva de Freitas | ENFERMAGEM |
Conhecimento de mulheres sobre o uso adequado da contracepção de emergência (E 278)
Resumo
A contracepção de emergência (CE) é um método contraceptivo definido pelo uso de um
medicamento com o intuito de evitar uma gravidez indesejada, baseia-se na utilização de um
fármaco composto pelo hormônio Levonorgestrel, utilizado nos casos onde haja relação
desprotegida. O trabalho teve como objetivo geral analisar as condições de uso da contracepção
de emergência por mulheres assistidas pela Estratégia de Saúde da Família (ESF) localizada na
cidade de Icó- Ce. E por objetivos específicos traçar o perfil socioeconômico das participantes
da pesquisa; verificar o conhecimento sobre a contracepção de emergência pelas entrevistadas;
investigar o conhecimento de outros métodos contraceptivos; identificar o acesso à contracepção
de emergência e conhecer as situações as quais são utilizadas a contracepção de emergência. O
estudo em questão trata-se de uma pesquisa de campo, exploratória, descritiva, com abordagem
qualitativa. Foi realizado na cidade de Icó- Ce, na Estratégia de Saúde da Família São Geraldo.
Os dados foram coletados através de uma entrevista semiestruturada com 18 mulheres, seguindo
o critério de saturação das respostas, no período de Maio de 2019, após aprovação do Comitê de
Ética e Pesquisa por meio do parecer de número 3.246.178. A análise dados foi realizada por
meio da análise de conteúdo de proposta por Bardin, após as transcrições e codificaçoes das
entrevistas atribuindo M1 referente a M da palavra mulher e o número decorrente da ordem de
entrevista. Depois, seguirão as fases de análise dos discursos a luz da literatura pertinente. Essa
pesquisa obedeceu aos preceitos éticos da resolução 466/12, de 12 de dezembro de 2012
segundo o Conselho Nacional de Saúde. Após a análise dos dados foram organizadas as
categorias: Conhecimento e acesso à contracepção de emergência; Uso e problemas de saúde
relacionados à contracepção de emergência; Conhecimento de outros métodos contraceptivos.
Conclui-se que o nível de conhecimento das mulheres sobre a contracepção de emergência é
inadequado, e isso coloca a saúde da mulher em risco. Nesse contexto, os profissionais de saúde
são indispensáveis e devem estar aptos para atender esse público e fornecer uma assistência de
qualidade e adequada a realidade dos clientes. A educação em saúde é uma ferramenta
importante para contribuir na qualidade da saúde das mulheres e família atendidas na ESF
quanto ao uso dos contraceptivos e planejamento familiar. Autor(s) Taynara Silva de Freitas Orientador(s) Cleciana Alves Cruz Ano de Publicação 2019 Palavra Chave Contracepção de Emergência. Estratégia de Saúde da Família. Assistência de Enfermagem. Curso ENFERMAGEM |